sexta-feira, 30 de abril de 2010

qualquer dia dou em doida.
(mais ainda)

@

quinta-feira, 29 de abril de 2010


Já descobri o que me anda a fazer escrever tão pouco, tão mal: quando se sente demasiado, torna-se tudo assustador, de certa forma. E eu tenho medo de escrever demasiado, de mostrar demasiado... de querer demasiado.
Quando olho para trás, às vezes dói não ter aproveitado tudo como queria. Ainda hoje não sei porque é que na altura
me contive tanto, porque é que não avancei mais vezes, porque é que não optei por fazer e dizer coisas que nunca fiz nem disse. E hoje pensei nisto uma vez mais, a propósito da conversa do auto-controlo. Porque não sei se é bom estar sempre a refugiar-me nele... mas também não sei se é bom libertar-me dele.
Sei que gosto muito de estar contigo, e que tento aproveitar todos os bocadinhos porque são aquilo que me vale para matar as saudades. Sinto que tenho de dar valor a cada minuto, porque há coisas que podem não se voltar a repetir e eu não te quero perder uma vez mais, não quero voltar a passar por isso. Odeio perder pessoas, odeio perder-te a ti.
Para além de gostar muito de estar contigo... sinto que tenho sempre de repetir-me e dizer que gosto muito de ti. Talvez mais do que imaginas.


Tu adoras-me!
Se eu nunca admito, é só porque acho que nem vale a pena. Ambos sabemos que é verdade.

(e eu disse, eu disse que ia ficar bloqueada e não ia conseguir escrever nada de jeito.)

@

esta era a foto do wallpaper.

quarta-feira, 28 de abril de 2010


estou com imensa vontade de ir para um lugar com calor, sol, praia, mar e sossego. o meu livro de geografia parece-me, de repente, enorme e assustador. não quero mesmo ter de estudar aquela porcaria toda, ainda por cima não gosto nem me serve para nada - ou então estou só chateada com o mundo porque podia estar a fazer mil e uma coisas diferentes, e tenho de estudar. e ainda falta o querido exame! verão, porque é que nunca mais chegas?

@

« I'm not sure what to do about you. The feeling has never stopped. I've always wanted to be with you, and I've always had a thing for you. It fades in and out but it never really goes away. »

Hoje foi um daqueles dias de incertezas quanto a mim e ao que sinto. Não posso dar respostas concretas, nem a mim... nem a ninguém.

@

"Creio que aqueles que mais entendem de felicidade são as borboletas e as bolhas de sabão... Ver girar essas pequenas almas leves, loucas, graciosas e que se movem é o que, de mim, arranca lágrimas e canções. [...] Não é com ira, mas com riso que se mata. Coragem! [...] Eu aprendi a voar. Desde então, não quero que me empurrem para mudar de lugar. Agora sou leve, agora voo, agora vejo por baixo de mim mesmo" Nietzsche, F.

Eu aprendi que por vezes, é necessário não pensar para perceber. Mas ainda não aprendi a não pensar. E aprendi que quando não se procura, encontra-se. Mas ainda não aprendi a não procurar. E também aprendi que não querer é a única forma de não sonhar. Mas ainda não aprendi a não (te) querer.
Se todos os dias trazem aprendizagens, então hoje aprendi que a melhor maneira de não ouvir o que não queremos, é não perguntar. Aprendi que a melhor maneira de não ver é não olhar. E aprendi que por vezes não podemos ter o que queremos se não lutarmos por isso... mesmo que o grande inimigo sejamos nós mesmos. E o resto do mundo.

( todas as palavras rasuradas podem ser retiradas do texto. se o ler sem elas, vai dar exactamente à mesma coisa. as always. )

@

terça-feira, 27 de abril de 2010

circles never end ,


You know what? Cheguei à conclusão que ando a dar voltas e voltas à minha vida e à minha cabeça, para chegar ao fim e a conclusão ser sempre a mesma: acabo sempre por voltar ao ponto de partida.
Faça o que fizer, chego ao fim e as minhas respostas são sempre iguais, aquilo que eu quero mantém-se, quase desde sempre. Todos estes meses não serviram para nada... chego ao fim com algumas experiências, uma mão cheia de lições que pouco importam, algumas emoções, alguns sobressaltos, alguns medos, muitas confusões.
Chego ao fim de mais uma viagem ao meu interior, olho para trás e olho para hoje, e percebo que nem saí do sítio. Dei umas voltinhas e regressei ao lugar onde sempre estive e sempre quis estar
. Aquele que tão bem conheço e que já nem preciso de descrever.
Já não me serve de nada esconder aquilo que para mim já é imensamente óbvio.

@

ainda estou à espera do dia em que vai ser possível desligar as pessoas e deixá-las a falar, sem som, como gosto tanto de fazer à televisão. para falar sem eu querer ouvir, já basta o meu coração.

@

segunda-feira, 26 de abril de 2010

always ,


Ainda que (já) não sejas meu (alguma vez foste?), gosto muito de te ter por perto. Gosto muito de estar contigo, de falar contigo. Deixo de me importar com o resto das pessoas, deixo de me importar que gozes comigo, que me 'chateies'. Importo-me contigo, connosco, e gosto que seja uma coisa só nossa... fica mais especial.
É muito bom, e muito importante para mim, saber que ainda te tenho, de algum modo. Nunca pensei que conseguisse(mos) ultrapassar tanta coisa, tantas confusões, mal-entendidos, coisas ditas, desditas e deixadas por dizer.
Não foi fácil chegar aqui. Para mim, não foi. É preciso aceitar que as coisas não voltam a ser o que foram, aceitar que o que tenho agora é muito, muito melhor que nada, aceitar que apesar de eu não ter escolhido que as coisas fossem assim, é assim que elas têm de ser... pelo menos por agora.
Não me estou a queixar. Não posso. O importante agora é não te voltar a perder (outra vez). Porque continuas a ser das pessoas que mais importam... always, as always.

@

domingo, 25 de abril de 2010

balance ,


Equilíbrio. Soa-me bem.
Não costumo ter a minha vida muito equilibrada, e já me habituei a isso. Há sempre alguma coisa que falta ou não bate certo, ou então bate tão certo, que eu nem quero acreditar que está mesmo a acontecer. Nunca estou completamente satisfeita e realizada, quero sempre mais, e suponho que contra isso, (já) não posso fazer nada.
Mas hoje acordei a sentir-me mesmo bem. Serena. Em equilíbrio.
Claro que o que aconteceu ontem ajudou... ajuda sempre. Adoro emoções fortes, adoro ficar nervosa e com o coração a bater muito. Falo demasiado, talvez, mas adoro, adoro perder um bocadinho do meu auto-controlo e deixar-me ser espontânea. Adoro não pensar, só sentir. Ontem foi mais ou menos assim... tu sabes. *
Enfim... o que interessa é que estou bem, mesmo bem. Se calhar porque consegui esquecer-me do que quero e não tenho... assim, pelo menos, aproveito aquilo que tenho ao máximo.
E estou a sentir-me mesmo equilibrada. Em paz... comigo e com tudo o resto.

@

sexta-feira, 23 de abril de 2010


Tenho tanta coisa para dizer que as palavras já não são suficientes... quando mais precisava delas, não as encontro.
Está a ser um bom dia, mas não é um dia bom para escrever. Não vou estragar tudo a pensar demasiado, a tentar encontrar significados, e a dar demasiada importância - pelo menos, não agora. E tudo o que ainda tenho a dizer, será dito mais tarde... se conseguir encontrar uma maneira de fazer com que os pensamentos parem para os poder organizar, nem que seja só por um instante.

You are so very special... always.

@

quarta-feira, 21 de abril de 2010

-.-'


Passo os dias a morrer de sono... gostava de conseguir deitar-me cedo e adormecer logo mas é sempre difícil porque é na altura em que tento dormir que começo a (re)pensar em tudo.
Tenho muito para dizer, tanto que fica entalado num nó na minha garganta... gostava de ter coragem para escrever tudo aqui.
A minha vida está uma confusão... gostava de conseguir desfazer todos os nós, mas não consigo.

E para acabar em beleza:
Estás a apaixonar-te outra vez, tens a noção?... gostava que a minha melhor amiga não tivesse razão, mas torna-se cada vez mais óbvio que sim, começa a ter. E mais não digo...

@

terça-feira, 20 de abril de 2010

20 .


Nos últimos tempos, tem faltado a inspiração e a vontade de escrever. Hoje, tenho ambas, mas falta-me o tempo. E tenho medo... também tenho medo: há coisas que quero muito dizer, mas que ainda não consegui, embora talvez devesse - mesmo que não me leve a lado nenhum.
Enfim, de tantos assuntos para escrever, escolho um, aquele que é menos doloroso, e mais fácil de falar. Hoje é dia 20, dia 20 era o nosso dia, faz hoje dois meses, lembras-te?
Nem consigo acreditar que já é dia 20, mais um dia 20. Há dois meses, estava feliz, mesmo feliz. Passáramos todo o dia em Londres e praticamente não me largaste o dia inteiro... eram conversas, risos, fotos, novos lugares, brincadeiras, os habituais amuos... e sobretudo as tuas mãos. Sempre a pegar nas minhas. Passear por Londres já de si é fantástico... mas passear por Londres, de mãos dadas, num mundo que era só nosso e estava a começar a ser descoberto... fez daquele sábado um dos melhores dias de sempre.
E há um mês... há um mês fizemos o Dinner para Remember England. A minha famosa bebedeira em que falei demasiado. E aqueles momentos contigo dos quais gostava de me conseguir lembrar melhor, mas não consigo.
Sabes, ainda hoje me pergunto o que nos aconteceu. Eu sabia que não íamos durar para sempre, mas pensei que o que tínhamos podia durar mais. Mas bastaram dois dias e desmoronou-se tudo... e diz-me, como é que num simples mês passámos de mãos dadas, sempre e em todo o lado, e beijos, e carinhos, e segredos... para nos cruzarmos um com o outro e nem sequer sentirmos necessidade de falar?
Apesar de tudo, és daquelas pessoas que não me arrependo de ter conhecido, porque mesmo que tenhas sido muito estúpido comigo - porque foste, e sabes disso, há coisas que não se fazem -, durante algum tempo foste a pessoa certa no tempo certo, a pessoa que eu queria e tive. Apesar de agora nem sequer nos falarmos, de passarmos um pelo outro e nos cumprimentarmos quase por obrigação, apesar de não me fazeres falta nenhuma e de não teres sido a pessoa certa para mim... foste especial. Claro que foste. E durante um mês e uns dias, fizeste-me feliz, acredita. Mesmo que eu soubesse, lá no fundo, que não estávamos destinados e que não ia durar muito, porque eu precisava de mais, e tu não querias tudo o que eu tinha para dar. Estás ultrapassado e esquecido, o ponto final é definitivo e já nem sequer penso em ti com muita frequência. Mesmo assim... marcaste. E não quis deixar passar o dia de hoje em branco.

@

segunda-feira, 19 de abril de 2010

black&white.


Era tudo muito mais fácil se as coisas fossem lineares. Se não houvesse porquês nem porque nãos a alimentar a curiosidade (quase) insaciável. Se não houvesse complicações, confusões, questões e nos encontrássemos, em vez de andarmos aos encontrões. Se o que fosse claro, permanecesse sempre claro, e o escuro, sempre escuro. Era tudo muito mais fácil se as coisas fossem a preto e branco: melhor dizendo, se tudo fosse, ou preto, ou branco.
Se não houvesse esta cor abominável, este cinzento que me preenche os dias e até as noites, era tudo mais fácil, era mesmo. Porque ou era ou uma coisa, ou era outra. Ou sentia isto, ou aquilo. Ou queria isto, ou aquilo.
E não precisava de esconder nas entrelinhas aquilo que quero e sinto e desejo e preciso e amo. Porque a indefinição não existiria.

[ hoje, só queria que fosse(s) fácil e simples. ]

@

domingo, 18 de abril de 2010

vazia ,


Contrariando a tendência destes últimos dias, aquilo a que gosto de chamar 'inspiração' para escrever, parece ter-se esgotado, ou pelo menos acalmado. Tenho estado (pre)ocupada a pensar e sentir... pensar sobre o que sinto e sentir o que não consigo sequer definir.
Mas não é a pensar que vou lá, porque nunca vou conseguir encontrar um sentido nisto tudo, nem uma lógica no meio desta confusão. Talvez porque isto não está certo. Ou está tão certo que se torna errado.
O que eu sei é que andei durante imenso tempo às voltas, para me aperceber que no final, cheguei ao mesmo sítio de onde tinha saído. (In)conscientemente, sei que, apesar de tudo, foi isto que sempre quis... mesmo que não possa tê-lo. E agora?

@

sexta-feira, 16 de abril de 2010

" No matter how hard you try to get over him, you will still have some sort of feeling for him, remembering the way things used to be, and how they are now. And you sometimes hope that the new person in his life was still you, and everything was how it used to be, erasing all the bad things that happened. Time is supposed to make things better, but in love it doesn't. Although we have been apart for a while, I still can't help wondering how your life is, and when I catch you glancing at me, I can't help but wonder if your heart beats a little faster, as mine does when I see you. "


... e ainda quero saber o porquê do 'obrigado' (;


@

quinta-feira, 15 de abril de 2010

«3


Será que podes escrever para mim no blog? (:
Escrever para ti é aquilo que mais faço, sabias? Não costuma ser difícil, e costuma ser libertador. Ajuda-me a acalmar e a pensar em condições, por muito estranho que pareça. Desde sempre, és a pessoa para quem mais escrevo, sobre quem mais escrevo e sobre quem mais gosto de escrever... talvez porque as palavras são aquilo que mais me ajuda a 'aproximar-me' de ti, neste momento.
Hoje fizeste-me algumas perguntas que me deixaram a pensar. Até porque te respondi a todas, mas algumas sem ter certezas do que estava a dizer. No fundo, no fundo, eu não sei o que sinto por ti, e é aí que reside o grande problema... já significaste mais, mas também já significaste menos. Já te amei desesperadamente e já pensei ter-te esquecido por completo. E agora estás numa posição indefinida... eu não sei mesmo o que sinto. Sei que não me és (nada) indiferente, mas também sei que provavelmente gostar de ti não é a posição mais favorável para mim neste momento, e é por isso que procuro controlar-me, porque não sei o que quero nem se devo querer. Sei que gosto muito de ti...
E também sei que quando penso em ti - e não é raro - não costumo lembrar-me dos momentos maus. Talvez porque os bons foram muito mais importantes e marcantes. Sobretudo porque já foste a pessoa mais importante da minha vida e não quero guardar uma má imagem de ti, não te quero recordar como tendo sido a pessoa que mais me magoou e (des)iludiu, mas como a pessoa que me fez mais feliz até hoje. Quero poder pensar em ti com um sorriso, quero poder reler as conversas que guardei e não achar que me estavas a enganar com as tuas palavras, quero poder lembrar-me sempre de ti e guardar-te perto do coração sem que isso constitua um peso.
Provavelmente não tens a noção do quão importante foi tudo aquilo que me disseste hoje, mas foi, muito, muito importante. Estava a precisar de ler algumas das coisas que escreveste, e nem sabia dessa necessidade. Mas é muito, muito bom saber que também te lembras de muitas coisas (sim, agora eu acredito) e é muito bom saber que ainda te posso ter, de alguma maneira.
E sabes uma coisa? O tempo pode ter passado e as coisas não serem as mesmas, mas as memórias prevalecem, e há sempre Esperança de um de recuar ao passado e revivê-lo. Acertaste em cheio. É mesmo isso. E se o revivesse, provavelmente mudaria algumas coisas... para melhor. Sempre para melhor...

( escrever para ti hoje não correu muito bem, porque ainda estou com as tuas palavras todas na cabeça e sinto-me desorganizada por dentro. ainda assim, vale o que vale. )

@

quarta-feira, 14 de abril de 2010

:)


Hoje, hoje foi um bom dia. Finalmente.
(Re)encontrei o meu sorriso preferido em todo o mundo - já não o via há meses e hoje, voltei a vê-lo, aquele sorriso perfeito que sempre foi o melhor, o mais bonito, o mais tocante. Tinha tantas saudades... só mesmo eu para ter saudades de um sorriso, não é? Mas tinha, e fiquei mesmo feliz por ver que ele ainda existe, ainda está lá, e ainda pode ser dirigido a mim, só a mim, como foi hoje.
Provavelmente sim, estou a ver o mundo com lentes cor-de-rosa, outra vez, e sim, quem sabe até não estou a sonhar alto de mais, a querer demasiado, a propôr-me ao impossível. Devo estar mesmo, e isto que quero, é a mais pura loucura. Mas eu acredito... e enquanto eu acreditar, tudo é possível.

@

terça-feira, 13 de abril de 2010

www.formspring.me/inesbarbosa33

Se recuarmos um mês atrás, 13 de Março, exactamente a esta hora (20h), o que é que vemos?A Inês no jantar de anos do Diogo, a ouvir palavras de incentivo do Diogo, do Abel e do Kiko, para ir à OFF com eles. Umas horas mais tarde, vemos a Inês imensamente feliz por se ter deixado convencer a ir à OFF - ainda que não tenha estado exactamente com aqueles que possibilitaram que ela tivesse tido uma grande noite.
Tens a noção que só passou um mês? Umas meras quatro semanas? E que desde a última vez que estivemos juntos, e bem, passou ainda menos tempo? Tens, claro que tens - senão tivesses, não agias como tens agido ultimamente. Oh sim, eu percebo que acabou tudo, eu percebo que fui mais uma distracção/diversão do que outra coisa, e percebo perfeitamente porque é que as coisas não resultaram, e não te culpo inteiramente, porque também tenho a minha parte de erros cometidos - coisas que não fiz, maioritariamente. De qualquer modo, não sou eu que te ignoro quando passo por ti nem sou eu que finjo que nunca exististe na minha vida.
Ok, eu sei, hoje já conseguiste dizer 'Bom dia' e sorrir para mim. Já foi um avanço, parabéns. Mas sabes que podes falar comigo, que eu não pretendo tentar mais nada contigo, não sabes? O que aconteceu, chegou, acabou, já se evaporou da minha mente - ou quase, vá. Mas já não significas nada e pelos vistos toda a gente percebeu isso menos tu, que continuas a evitar-me porque não queres que eu tenha mais esperanças, segundo me contam. Oh, se é por isso meu querido, estás perfeitamente à vontade. Foste mais uma página, só uma. Foste um mês e meio de alegrias e de stress e de alívios e de tensões e paixões que afinal não o eram tanto assim.
Mais uma vez, cá estou eu, pronta para dar ouvidos àqueles que disseram que não eras a pessoa certa: não, não eras. Mas eu quis tentar, e não me arrependo nada, foi bom enquanto durou. Mas irritas-me, agora irritas-me. Precisas de crescer... digo eu.

@

segunda-feira, 12 de abril de 2010


" So let's say that 'theoretically', I really like you, and 'theoretically', even if it sound moronically cliché and overused, you give me butterflies. And, 'just for kicks', let's add that - all in theory of course - you may be one of the most wonderful people I have ever met. And 'hypothetically', my heart beats ten times faster when I see you. Do you think that you would 'supposedly' (and in the most 'theoretical' sense) feel the same way? "

@

...


Gosto de acreditar que tudo aquilo que nos acontece faz sentido. Suponho que torna tudo mais fácil: basta acreditar que um dia vamos descobrir porque é que as coisas realmente aconteceram, apesar de termos lutado imenso para que tudo corresse bem. É muito mais fácil aceitar que as coisas fazem realmente sentido e que o problema está em nós por não conseguirmos ver esse tal sentido.
Toda a gente gosta mais das saídas mais fáceis para os problemas, não é verdade? Quanto mais rápido nos libertarmos do que nos preocupa, melhor. Toda a gente gosta de ir pelos caminhos mais fáceis e mais curtos. Mas eu, entre muitas outras coisas, e para além de ser do contra, sou a preocupação em pessoa - não que goste de o ser, mas a verdade é que sou, há muito tempo. Por isso tinha de chegar o dia em já não dá para simplesmente aceitar que as coisas estão como estão porque é assim que devem estar.
Ando (e andam) a (tentar) convencer-me há meses de que é assim que tem que ser, mas eu continuo a dizer que não, não é assim que as coisas estão certas; não, não é assim que se vai resolver alguma coisa; não, não faz sentido e não, não é melhor assim. Porque de facto não é.
O problema deve estar em mim outra vez, calculo, porque toda a gente acha que está tudo bem e a paranóica sou eu. Talvez, já nem isso sou capaz de pôr em causa, quando o mundo se vira contra mim. Mas mesmo que finja que (já) não importa e que está tudo bem, não está. E é por não estar tudo bem e não aceitar isto que estou aqui a escrever... senão, não estava. Porque não valeria a pena.

@

domingo, 11 de abril de 2010

:D


Adoro quando me encho de felicidade sem motivo aparente. Quando estou feliz sem um motivo concreto, geralmente significa que tudo está bem, ou mais ou menos bem, que não tenho preocupações e que estou numa espécie de equilíbrio - seja ele precário, ou não.
Acordei muito bem disposta e mantive-me assim durante todo o dia, ainda agora estou extremamente bem humorada e não encontro razões para tal. Aliás, até encontro uma razão para não estar (escola amanhã!), mas nem isso me afecta.
Apetece-me fazer aquilo que nunca faço e que devia fazer mais vezes. Apetece-me dar um passo em frente sem olhar para trás e simplesmente arriscar, sem pensar nas consequências. Quem sabe não o farei mesmo!

@

sábado, 10 de abril de 2010

( - 2 )

Podia fazer uma lista de coisas que quero (e preciso) de fazer, e podia fazer uma lista ainda maior de coisas que não quero fazer. A primeira coisa dessa lista, ou seja, aquilo que menos quero fazer, é de entre todas as coisas, a única que realmente vou ter de fazer: voltar à escola.
É tão fácil perder o hábito de acordar cedo, de tomar o pequeno-almoço à pressa, de estar fora de casa às 8h em ponto da manhã, de passar parte da manhã cheia de sono, de chegar a casa já cansada e, sobretudo, de estudar. É tão fácil esquecer as rotinas desagradáveis e habituar-me a não ter nada que fazer, a fazer só o que me apetece e não ter chatices.
O que vai custar nem vão ser as aulas, nem o estudo, nem mesmo os exames. Para isso, felizmente, sinto-me mais ou menos preparada, e até lá estarei mais ainda, se tudo correr bem. O que mais vai custar vai ser estar outra vez com todas as pessoas que me tenho esforçado por evitar - são poucas, muito poucas mesmo. Mas existem. E o facto de voltarem a entrar na minha vida daqui a menos de dois dias vai arruinar o equilíbrio (ainda que precário) que consegui nas últimas duas semanas.

@

my fault ,


Conclusão assustadora número 1: se eu não te consigo esquecer, se ainda hoje penso em ti, a culpa é apenas de uma pessoa... e essa pessoa sou eu.
Comparo todos os outros a ti porque foste o mais importante até hoje. Comparo-os todos a ti e nenhum consegue sequer igualar-te - se calhar, alguns deles são melhores do que tu, mas isso não interessa para nada a partir do momento em que eu não consigo ver essas suas qualidades e a beleza em cada um deles. E sabes porque é que não consigo? É simples: porque não quero [e esta foi a conclusão assustadora número 2].
Descobrir, encontrar outra pessoa para amar, significava perder-te (ainda mais) e ao que (ainda) és em mim. E pelos vistos eu ainda não estou pronta para te deixar partir [conclusão assustadora número 3], ainda que tu já me tenhas deixado a mim, há meses.
Então porque é que ainda estou presa a ti? Porque tenho medo de me entregar a outra pessoa. Tenho medo que me magoem tanto quanto tu magoaste e que me deixem outra vez sozinha, perdida, apática e despedaçada, desfeita [e tanto medo só poderia ser a conclusão assustadora número 4].
Isto é tudo uma questão de psicologia, no fundo. Tenho de me convencer que não te posso guardar tão perto de mim porque isso só faz sentido para mim, tenho de dizer a mim própria até à exaustão que é louco e ilógico não te ter ainda ultrapassado.
Mas até isso acontecer, o que é que eu faço? Como é que encontro o meu equilíbrio, quando o meu coração ainda se desequilibra por ti?

@

sexta-feira, 9 de abril de 2010

disco !


Ontem foi uma daquelas noites que me deu tudo aquilo de que eu precisava. Já não me acontecia há algum tempo, ter uma noite sem chatices e sem confusões - claro que há sempre alguma coisa que não corre tão bem quanto seria de desejar, mas tendo em conta as (des)ilusões das últimas saídas, tirando a festa do Diogo que foi perfeita... enfim, ontem foi uma noite bastante boa. Muita diversão, muita dança, muitos amigos. Pouco álcool, pouco tabaco, pouca gente irritante. E ainda fiz alguns conhecimentos interessantes... de facto, foi uma bela noite, que acabou com conversas conscientes e sérias às 5h da manhã, deitada na cama da Sara e sem ver nada de nada porque decidi tirar as lentes e não pôr os meus queridos (horríveis) óculos.
Estou cansada, confusa e com sono, mas valeu bem a pena. O que me dói mais é pensar que foi a despedida das férias e segunda feira, olá Liceu, olá problemas, olá pessoas que não quero ver.

@

quinta-feira, 8 de abril de 2010


" And when I said 'I missed you' I didn't expect for you to say it back, because I knew you hadn't. I just wanted to let you know I had. "

As saudades mantêm-se.

@

quarta-feira, 7 de abril de 2010

" I pass him in the hall and my heart skips a beat. I get an uneasy feeling as he smiles. I give an artificial smile back, something that I have perfected. A smile that says «I miss you» in such a way that he can't understand. As he glides by, I wonder if he ever thinks about how we were. He walks out of my view and I go on with my day, wondering how things might have been. "

Sabes, é sempre assim. Todos os dias. Mais do que possas imaginar.

@

( ! )


Odeio, odeio, odeio não ter nada para transmitir. Hoje as palavras falham e o cérebro não quer pensar. Apetece-me viajar, sair daqui até me reconstituir, peça por peça.
Odeio sentir-me assim, vazia e sem nada a que me agarrar para não cair.

@

terça-feira, 6 de abril de 2010

--'

Tenho sempre propensão para que me aconteçam coisas estranhas e envergonhantes. Hoje não foi excepção.
Quando entrei no restaurante e vi vários dos teus amigos lá sentados, quando me sentei numa mesa e conseguia ver todos eles menos um, e esse que faltava, tinha cabelos aloirados e umas mãos que me pareciam familiares... o meu coração assustou-se. Serias tu, não serias tu? Eu sabia que mais tarde ou mais cedo teria de te ver de novo, mas não queria que fosse naquele momento, não queria, não queria, não queria. Ainda não dei tempo a mim própria para pensar no que farei da próxima vez que te vir: não sei se te sorria ou se te ignore, se te fale ou se te dê o desprezo que mereces - por isso não era de facto a melhor hora para me apareceres assim.
Passei todo o lanche aos saltinhos na cadeira, numa ânsia desesperada de saber. E depois... depois o rapaz virou-se. E era o Bruno, o meu Bruno, um dos meus amigos mais antigos, desde sempre, que me acompanhou em inúmeras férias e que partilha comigo a paixão imensa por Itália desde que ambos lá estivemos. O Bruno, que mal me viu, se levantou e veio cumprimentar-me, que se sentou comigo e perguntou o que se passava para eu estar tão nervosa. De facto, eu conhecia mesmo aquelas mãos, eu tinha razão! Só não eram as mãos certas.
Oh, meu Deus. Os meus desejos de (não) te ver tomaram conta de mim e deixaram-me demasiado descontrolada.
Sabes, não gostei. Mexeste comigo em demasia, para o meu gosto. Mas pelo menos sei que o que me despertaste não foi nada do que costumavas conseguir. Foi apenas medo, puro medo. Não te quero ver. Ainda não. Ainda não estou preparada... foste um dos meus pontos finais e isso continua a magoar-me. Mas já não significas muito, quase nada mesmo. Só não te quero ver até estar recuperada, mesmo feliz e bem, sem ti.

You've lost your muchness.

@

certo , errado ... (i)lógico .


Tens razão, sabias? Obriguei-me a pensar no que me disseste e, à tua maneira, até tens razão.
Se eu decidisse ficar contigo, seria tudo muito mais fácil, porque connosco é sempre fácil. Há um entendimento desde sempre, e apesar de teres uma capacidade quase inata para me irritares quando "abusas da sorte", como sempre te digo, eu sei que se te escolhesse, tu fazias com que as coisas valessem a pena. Se eu decidisse dar-te a oportunidade que me pedes há meses (oito, para ser exacta, oito meses), fazia-te imensamente feliz, eu sei que fazia. Se eu decidisse dar esse passo contigo, tu ias fazer tudo o que eu pedisse para me fazeres feliz também. Já o disseste tantas vezes, e eu sei que falas verdade, conheço-te bem. Mas sabes uma coisa? Não posso mandar no meu coração. Não sei se alguém pode, mas o meu coração não aceita ordens, não se cala quando quer gritar, e não fala quando não sente.
Sabes... - e agora talvez te custe a ouvir - o meu coração nunca chamou por ti. Nunca fiquei nervosa antes de te ver, nunca fiquei com aquela sensação agridoce de borboletas no estômago e as mãos a tremer quando estou contigo. Nunca me aceleraste o batimento cardíaco nem me fizeste esquecer o resto do mundo para pensar só e apenas em ti. O que sinto por ti nunca passou de amizade. Gosto muito de ti, porque mereces e fazes por merecer, mas não passa disso, nunca passou nem passará. Quando olho para ti, lembro-me do teu melhor amigo, e acho que tu sabes isso, apesar de não gostares sequer de o pensar. Ele sim, tocou-me mais do que devia, mesmo não o merecendo... mas tu, tu não podes nem o vais fazer, porque eu olho para ti com ternura, simples e reconfortante ternura. É por isso que te afasto sempre que os teus abraços ficam apertados demais ou começo a sentir a tua boca demasiado perto: porque não posso deixar que estragues tudo, e não quero o mesmo que tu.
A tua conversa fez-me questionar os conceitos que tinha, de pessoas certas e erradas. Tu serias de facto uma pessoa certa, na medida em que sei que farias tudo, mesmo tudo ao teu alcance, para me fazer feliz e realizada: é assim que tu és. Contigo seria tudo fácil e simples e calmo como sempre foi connosco.
Mas eu descobri que a pessoa certa nem sempre é certa... por vezes precisamos de mergulhar no erro, na insegurança, na inconsistência e no medo da impossibilidade, para sermos feliz. É por isso que não me poderás fazer feliz. Porque tu serias uma pessoa certa, e quem eu quero, neste momento, é uma pessoa errada, totalmente errada. De facto, é a pessoa mais errada deste mundo. Mas é a única que me poderia fazer feliz. Pelo menos por agora.

@

segunda-feira, 5 de abril de 2010

365 ( + 1 ) ,


Um ano (e um dia). 365 dias. 8760 horas. 525600 minutos. 31536000 segundos. Resumindo... muito tempo. (Demasiado?)
Há coisas das quais me lembro perfeitamente e são das melhores recordações que tenho. E há outras que, apesar de ainda serem nítidas, começam a estar tão longínquas que de vez em quando já se parecem mais com um sonho do que com algo que tenha mesmo acontecido. Por isso, há dias em que dou por mim a perguntar-me se não terei imaginado tudo. Há coisas tão incríveis e reviravoltas tão inesperadas que bem poderiam ter sido retiradas de um livro ou de um filme... e não há noites em que sonhamos durante apenas cinco minutos, mas que nos parece que passaram horas? Então, não poderei ter sonhado aqueles dezanove meses?
Às vezes (muitas vezes), tenho realmente essa impressão. As coisas mudaram tanto, e em tão pouco tempo.... continua a haver muitos pontos que não batem certo. Na vida real, as coisas não acontecem assim, ou acontecem?
Passou-se um ano (e um dia) desde aquele que considero como tendo sido o pior dia da minha vida. Passou-se um ano (e um dia) e tudo parece ter acontecido na vida de outra pessoa qualquer. Passou-se um ano (e um dia) e só agora as coisas parecem estar a resolver-se, de certa maneira... ou então não.
Porque lá no fundo, sinto que há muitas coisas (demasiadas?) que se mantêm iguais ao que sempre foram. E que, para mim e em mim, não vão mudar mais... para o bem ou para o mal.

@

domingo, 4 de abril de 2010

04.04.2009


Devia escrever, hoje, de entre todos os dias. Mas não me apetece, só ia deixar-me triste, e hoje não quero ficar triste nem pensar em coisas passadas. É Páscoa, tenho a minha fantástica família e parte dos meus amigos aqui comigo, a magia já é pouca, é verdade... mas é sempre Páscoa. Não me apetece muito pensar. Amanhã há mais ;D

@

sábado, 3 de abril de 2010

escrever .


Ter um blog é sinónimo de ter pessoas a lê-lo, quando menos esperamos e até sem o sabermos. Nunca me assustei muito com isso... na maioria dos casos, as pessoas que me lêem não são pessoas que eu conheça, ou se me conhecem, não sabem muito de mim e não convivem comigo diariamente. Para além de uma meia dúzia de excepções, ninguém sabe o endereço do meu blog, pelo que nunca me preocupei muito com o que escrevo ou deixo de escrever, porque essas pessoas têm a minha confiança e não vão falar disto a ninguém, nem me vão julgar pelo que digo. E é assim que eu gosto: que me deixem escrever o que bem me apetece, quando me apetece, sem restrições.
Mas agora, depois de ter enviado a mensagem, assustei-me um bocado ao pensar que, neste momento, até podes estar a ler as minhas palavras e a pensar sobre elas. Assustei-me porque vários textos são para ti, explicitamente, e estás também presente em vários outros, ou mais, ou menos, conscientemente. Assustei-me porque receio não me sentir tão livre a escrever, de agora em diante. Assustei-me porque não sei bem o que vais pensar, nem sequer o que vais ler.
Mas está feito, agora não há volta a dar. Foi uma decisão pensada... só não me quero arrepender dela.

@

esquece .


Não é justo. Isso que estás a tentar fazer(-me), não é justo. E ambos sabemos bem disso, não sabemos?
Naquele dia, o meu sexto sentido alertou-me várias vezes que há coisas que não se devem fazer... de certa forma, eu sabia que se acontecesse alguma coisa, não íamos manter-nos como éramos. Eu sabia que não íamos ser capazes de confiar como dantes, de falar como antes, de rir como antes. Eu sabia que se esbatesse os limites entre amizade e mais que isso, íamos acabar por perder-nos na indefinição. E eu sabia que não gostava assim tanto de ti, e que tu não gostavas assim tanto de mim, para ter mais que uma amizade - para além de que a distância também ia constituir um obstáculo.
E, sobretudo, no momento a seguir, eu soube que tinha sido um erro. Mas não foste o meu primeiro erro, e os erros podem corrigir-se. E eu tentei corrigir-nos. Eu disse-te tudo, fui sincera. Mas tu preferiste afastar-te sem dizer nada, ficar semanas sem falar comigo, a ignorar as mensagens e a evitar os telefonemas. E custou-me tanto! Já me tinha habituado às mensagens constantes, aos telefonemas diários, à cumplicidade, à amizade, à confiança. Mas tu desprezaste, menosprezaste, desligaste-te e foste embora.
Passaram-se quase dois meses. Desabituei-me de ti! Deixei de esperar pelo telefone que nunca tocava, deixei de esperar que viesses resolver as coisas, que quisesses ouvir o que eu ainda tinha para dizer. Deixei de querer os teus conselhos quando tinha problemas, deixei de querer de falar contigo para me sentir segura. Deixei de precisar de ti.
Não era isso que tinhas pedido? Espaço? Não tinhas dito que querias manter-te longe de mim durante tanto tempo quanto fosse preciso, para apagares os sentimentos que tinhas por mim e que não querias ter? Não procuraste apoio noutras pessoas? Não me trocaste? Sim, fizeste tudo isso e mais ainda. Quebraste a promessa de nunca me desiludir e deixaste-me ficar mal. E eu fiz tudo o que pediste: afastei-me.
Por isso não é justo mandares-me uma mensagem, do nada, a dizer que estás arrependido, que tens saudades minhas, que ainda tens o meu elástico, as minhas mensagens todas, e que queres que as coisas voltem ao que eram. Meu querido, lembras-te quando te disse que uma vez perdida a confiança, as pessoas deixam de valer a pena? Eu não consigo confiar em ti. Por muito que até gostasse, não consigo, sabes? E agora não vale a pena. Desiste. Nunca, nunca vamos voltar a ser o que já fomos.
Porque eu já não preciso de ti, e não quero voltar a precisar.

@

sexta-feira, 2 de abril de 2010

medo .

Whatever you do will be insignificant but it is very important that you do it.
Mahatma Gandhi


Na terça feira vi um filme lindo. Não diria que foi o filme da minha vida, mas tocou-me e marcou-me e fez-me pensar (o que eu adoro) e, de entre todas as frases que li e ouvi, esta, de Gandhi, foi a que mais me tocou.
Talvez porque ultimamente tenho tentado aprender a ultrapassar as minhas fraquezas e os meus medos, talvez porque ando a aprender a falar em vez de calar-me e a dizer(-te) tudo aquilo que tenho para dizer. Ou quase. (O que não te digo, escrevo.)
E é mesmo isto: provavelmente, não interessa, não te interessa muito aquilo que eu te digo, ou faço. Provavelmente, muito provavelmente, não me serve de nada porque não leva a nada, não traz consequências de maior. Mas de qualquer forma, para mim, é importante fazê-lo na mesma, ainda que não sirva de nada.
A mim, faz-me crescer e aprender. E mesmo que não me faças bem, gosto de te ter por perto.

@

quinta-feira, 1 de abril de 2010

sempre.

Há circunstâncias que nunca mudam. Na minha vida, és uma delas.
Gosto muito de ti. Sempre.

@