terça-feira, 31 de dezembro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 78 - Would you rather people be honest with you, even if it's something not good, or lie to you to make you feel good.

Não há melhor pergunta para fechar este ano, de facto. E a resposta é óbvia, honestidade sempre.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 80 - A picture of you and someone you love being silly.

Há tantas... mas pronto, eis quando passámos a noite a ver The Notebook e decidimos que fazíamos um belo casal também (só que não).

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

2013 (ou o ano de que não me vou querer lembrar),

Nesta altura, todos os anos costumo fazer um balanço do ano que passou, e todos os anos me costuma agradar ter de olhar para trás e pensar no que passou, porque costumo ter boas memórias. No entanto, 2013 também nisto - como em quase tudo o resto - se revelou uma excepção... e infelizmente não das boas.
Em boa verdade, ando há dias e dias a evitar ter de escrever este balanço, mas as tradições são para cumprir e espero que no fim acabe por me fazer sentir melhor pensar em tudo o que aconteceu - quanto mais não seja, por isso mesmo, por saber que já passou!
Incrivelmente, 2013 até começou bem: mais que isso, começou da melhor maneira possível, na altura. Estava apaixonada e até tive a sorte de a pessoa por quem eu estava apaixonada também gostasse de mim (ou algo do género). Por isso os primeiros três meses do ano foram, na sua quase totalidade, óptimos. Então, isso não será suficiente para querer guardar este ano na memória? Pois... a resposta é um redondo "não"!
Porque os meses que se seguiram - um Abril muito preocupado, um Maio e um Junho terríveis... - foram, em grande medida, capazes de anular todo o bem que adveio dos três meses anteriores. Na minha opinião, paguei um preço demasiado alto para tão pouca felicidade e se calhar, se fosse agora, tinha preferido não ter tido aqueles primeiros meses, se isso significasse não ter o resto também. Porque depois de tudo, sobram quatro palavras: não valeu a pena.
Cheguei às férias de Verão num estado lastimável a todos os níveis, mas de alguma maneira consegui recuperar-me, aos pouquinhos, com a ajuda das poucas pessoas que realmente estiveram comigo em tudo e me ajudaram todos os dias, mesmo que não estivessem fisicamente presentes. Essas pessoas são aquelas que vou levar comigo deste ano para a frente, e são muito menos do que aquelas que perdi este ano, mas ainda hoje li uma frase que acho muito certa para este ano e para este assunto em particular: there comes a certain point in your life where you don't care anymore about how many friends you have; you just want them to be real ones. E é muito isto.
Julho trouxe-me aqueles que foram, muito provavelmente, os melhores oito dias do ano todo, passados em Barcelona. Mais uma vez confirmei que é a minha cidade, mais do que qualquer outra. Lá, tudo é mais bonito e todos os sonhos parecem possíveis e apaixonei-me ainda mais intensamente por tudo. Mais que isso, ter passado aqueles dias em Barcelona foi essencial para eu voltar a ter esperança no futuro e para voltar a ter objectivos na minha vida. Ter passado aqueles dias em Barcelona foi o que me fez perceber, realmente, que a vida não acabava só porque a minha relação tinha acabado, e que havia (e há) muito mais e, sobretudo, muitas mais pessoas neste mundo que vale a pena esperar para conhecer e descobrir.
O Verão passou-se calmamente, com muitas festas de família, e é também esse outro dos factores mais marcantes do meu 2013: a família. Ganhou uma importância ainda maior do que aquela que já tinha, e de facto confirmou-se como a melhor coisa do meu mundo este ano, juntamente com alguns amigos que considero quase família porque não me dou sem eles. Podia nomeá-los, mas não vale a pena - espero poder, todos os dias ou tão frequentemente quanto possível, fazê-los perceber a sua importância sem ter de escrever aqui uma lista de nomes e arriscar esquecer-me de alguém. Mas foi um ano em que conheci novas que passaram a fazer parte do meu dia-a-dia e em que me reaproximei de outras que já conhecia e nunca pensei virem a ter um papel tão importante.
É por aí mesmo que pego nos meses restantes do meu ano: os amigos que (re)descobri e que me fizeram perceber que se calhar até vou ter algumas saudades dos meus tempos de faculdade, mas somente por causa deles e de nada mais. Já escrevi um texto aqui há dias sobre isto e não me vou repetir, mas é basicamente isto.
Estas últimas semanas têm sido atribuladas, por diversos motivos, e o tempo para pensar não tem sido muito, (in)felizmente. E agora chego ao fim deste texto, ou quase, e apercebo-me que também não preciso de tempo para pensar. Neste momento, não tenho nada na minha vida que mereça verdadeira reflexão - as decisões que tinha para tomar até aqui foram tomadas, aquelas que vou precisar de tomar num futuro próximo não precisam de ser pensadas já. Quanto às outras coisas que me têm confundido mais recentemente, não dependem (só) de mim e não há (mais) nada que eu possa fazer, pelo que estou descansada quanto a elas também - o que tiver de ser, será!
Se tivesse de escolher uma só frase para descrever este ano que (quase) passou, escolheria uma bem conhecida (e cliché, eu sei, mas não menos verdadeira por isso) em inglês: "Some people come as blessings, other come as lessons."
Acho que posso dizer, com alguma certeza, que vou despedir-me de 2013 em paz com tudo e, sobretudo, comigo também. O que tiver de ser, será e o que tiver de vir, virá - e que assim seja.

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( 365 Days Challenge )

Day 77 - What gives you everyday inspiration?

Neste momento, honestamente não sei. Nem sequer me sinto inspirada.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 79 - A picture of you in the water.

Ah, Verão 2010. Quando tudo era mais fácil.

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domingo, 29 de dezembro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 73 - What are your favorite pair of shoes.

Não tenho uns, na verdade. Vai dependendo dos dias, das horas, do tempo lá fora, de se estou com vontade de estar mais confortável ou mais elegante... Mas gosto de todos os meus saltos altos.

Day 74 - How would you describe your style of clothing.

Também não sei, mas sou mais casual do que outra coisa, pelo menos na maior parte das ocasiões. Daí aproveitar sempre para me arranjar bem mais em ocasiões especiais.

Day 75 - What is one of the best dreams that you ever had?

Todos aqueles que de facto se tornaram realidade.

Day 76 - How do you feel about going green?

Em termos de ajudar o ambiente, faço o que posso, mas não sou propriamente uma defensora de tudo o que é reciclado e/ou amigo do ambiente, confesso. Agora em termos de ficar "green" na comida que como... no way, Jose, como dizem os nossos amigos ingleses.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 75 - A picture of you receiving a reward.

Sei que não será grande recompensa o meu diploma do secundário mas, para além de que é a única foto que tenho que se enquadrava (mais ou menos) aqui, significa muito pelo que foram aqueles três anos e ainda mais agora, pelas saudades que deixaram.

Day 76 - A picture of you drinking something.

Champanhe. E a foto é de quando fiz 18.

Day 77 - A picture of you and friends making silly faces.

Porque ando numa de nostalgia, isto somos nós em Dezembro de 2008 a fazer a nossa "cara de aurdeia". Da frente para trás: eu, Katy, Joana, Sarinha, Hugo, Tiago, Vitor; Chica, Sofia, Sarita, Guilherme, André; Bruno, Maria, Lé, Ricardo, Pedro, Tiago André.

Day 78 - A picture of you in the dark.

Espero que seja suficientemente escuro porque não me apeteceu procurar outra. Lé, eu, Sara e Sara em 2008 (ou quando as coisas ainda eram belas e bonitas).

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

vô ,

Ontem recebi muitas prendas. Prendas que queria, prendas que já achava que ia ter, prendas que não esperava. E depois recebi um livro, que não sabia que ia ter, apesar de me darem sempre livros... e foi a prenda que mais gostei neste Natal.
Não porque o livro seja um que eu sempre quis (até porque até ontem ainda não tinha ouvido falar dele), mas porque foi o meu avô que o escolheu para mim.
Sempre que penso neste meu 2013, só desejo que ele vá embora, porque foi francamente mau. Mas depois lembro-me que eu, pelo menos, não tive, nem tenho agora, de ultrapassar um AVC. Eu não tive a minha vida virada do avesso e completamente alterada graças a isso, eu não tive de deixar de ser a pessoa completamente auto-suficiente e independente que era, eu não tive de me adaptar a um estilo de vida completamente diferente. Eu não passei por nada disso, só fui um pouco afectada pelas consequências. Mas o meu avô passou. E ainda passa. E há-de passar.
Teve muita sorte por não ter tido mais sequelas depois da gravidade do que lhe aconteceu, diz toda a gente. Sim, teve. Mas agora passa metade dos dias num mundo que é quase só dele, demora muito mais tempo a compreender o que se está a passar à volta dele, esquece-se constantemente de datas, perde a noção do tempo... Esqueceu-se, por exemplo, dos anos da minha avó, uma data que ele preparava sempre com grande antecedência, e esquece-se de várias outras coisas que dantes nem precisava de se esforçar para lembrar.
Por isso aquele livro significou tanto para mim. Porque a minha tia me contou que o meu avô leu sobre o livro no Expresso e não descansou enquanto não saiu de casa e o foi comprar. Porque ela disse que ele chegou à livraria e disse o nome do livro e disse logo que era para a neta dele e que o queria comprar na hora, não interessava o preço. E cada vez mais são as pequenas coisas que contam para mim, por isso esta não poderia ter deixado de me emocionar tanto quanto emocionou.
Levo muitas coisas boas deste Natal. Mas a melhor é, sem dúvida, ter o meu avô comigo.

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( 365 Days Challenge )

Day 72 - List of everything you ate today.

AH! Se contasse o jantar de ontem ou o que vou jantar mais tarde estávamos mal... Bem, hoje (ainda só) comi pão com patê, Roupa Velha, uma rabanada e uma bolinha de chocolate.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 74 - A picture of you that was taken very recently.

Esta é de ontem.

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

( merry Christmas )

Adoro o Natal, e repito esta frase todos os anos porque é mesmo verdade. Adoro o Natal, porque o Natal é das poucas épocas do ano em que tudo é magia.
Antigamente, o Natal só significava prendas. Como, felizmente, sempre tive muita sorte nesse aspecto, chegava à noite de 24 de Dezembro e sabia que metade dos presentes que estavam debaixo da árvore eram para mim, e sabia também que eram exactamente as coisas que eu queria e tinha andado a pedir à minha mãe e a marcar no catálogo de brinquedos do Continente com cruzinhas.
Agora, o Natal também é presentes - porque, não interessa o que sejam ou de quem vêm, acho que é sempre importante dar e receber algo, nem que seja algo simbólico. Mas é muito mais do que isso: o Natal é família, é comida tradicional, é doces que não se comem em mais altura nenhuma do ano (pelo menos na minha casa), é convívio, é frio lá fora e muito calor cá dentro, é velinhas acesas, a árvore de Natal cheia de luzinhas, as minhas avós na cozinha com farinha até aos cotovelos de tanto preparar a comida, a minha mãe numa azáfama a arranjar a casa toda, as crianças a tentarem perceber para quem são os presentes debaixo da árvore e o que está lá dentro, os adultos a fingirem que não querem saber se têm presentes ou não, toda a gente a rir e a conversar e toda a gente feliz.
Este ano, mais do que nunca, dou valor à minha família, e fico feliz por poder ter mais um ano com todos eles, primeiro agora no Natal, aqui em Lisboa, e depois na Passagem de Ano, em Viana.
E, como li algures, não há melhor altura para celebrarmos com aqueles que nunca desistem de nós.
Aproveitem a magia.

Bom Natal a todos.

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( 365 Days Challenge )

Day 71 - Differences between you and your mother.

Gosto de pensar que somos diferentes em quase tudo.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 73 - A picture of you somewhere warm.

Marrocos é quente o suficiente?

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 70 - A celebrity you don't necessarily enjoy, and why.

Acho que são mais aquelas de quem não gosto do que aquelas que efectivamente gosto, por isso...

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 72 - A picture of you with unbelievable scenery.

Adorava ter uma, a sério. Mas como não tenho realmente, espero que esta em Gibraltar seja "unbelievable" o suficiente.

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domingo, 22 de dezembro de 2013

( faculdade: o balanço )

Todos os anos tenho por hábito fazer um balanço do que passou, e todos os anos acho mais difícil. Este ano, tenho três balanços para fazer (o da faculdade em geral, o deste semestre e o de 2013), o que torna tudo ainda mais difícil, e praticamente tive de me vir aqui obrigar a escrever isto, apesar de saber que no fim vou ficar contente por o ter feito.
Não sei descrever os três anos de faculdade por isso nem o vou tentar fazer. Para falar a verdade, também não tenho qualquer interesse em lembrar-me dos dois primeiros, e para pô-lo de maneira simples e directa: não há realmente muita coisa que vá levar comigo para o resto da vida que tenha acontecido nesses dois anos (e falo apenas do que se relaciona directamente com a faculdade). E, infelizmente, também não há ninguém, ou quase ninguém, que eu sinta, hoje, que vai continuar comigo por muito tempo.
E é sobretudo por aí que este terceiro e último ano, ou antes, este último semestre, se distingue tanto dos dois primeiros: porque nestes últimos três meses e meio, com todos os seus altos e baixos naturais, houve quatro pessoas que se destacaram por completo e foi, inteiramente, graças a elas que consegui ultrapassar tão bem quanto possível tudo o que aconteceu. E é graças a elas que sei, hoje, que vou olhar para trás para a minha licenciatura e vou sempre recordar, pelo menos, este último semestre que passei com elas. E, como até acho que já terei escrito aqui antes, a única coisa que lamento é que as circunstâncias não nos tenham juntado mais cedo, porque acredito plenamente que teria sido muito mais feliz nos últimos três anos se os tivesse tido comigo desde logo. Mas, enfim, mais vale tarde do que nunca, não é?
E na verdade cheguei até aqui e apercebo-me de que não tenho muito mais a dizer. Talvez tenha tido azar ou talvez o problema tenha sido mesmo meu (embora acredite que não, porque não sou a única a pensar assim) mas, salvo as quatro excepções que já referi e mais algumas, não me consigo identificar com grande parte das pessoas que compõem o meu ano, e não quero de maneira nenhuma voltar a cruzar-me com algumas delas, até mesmo com algumas que já me foram muito próximas. É triste ter de o dizer, mas para mim é mesmo verdade.
A faculdade no geral desiludiu-me muito, sobretudo tendo em conta que estou a tirar o único curso que sempre quis tirar e sempre acreditei no que me diziam, que era que ia chegar à faculdade e iam ser os anos mais felizes da minha vida. Assim como acreditei que os amigos que lá faria iam ser amigos para sempre. Plot twist: não foram, de todo, os anos mais felizes da minha vida, e espero sinceramente nunca ter de olhar para trás e achar que na verdade foram. E tirando algumas (infelizmente poucas) excepções, não vou levar daqui muitos amigos para a vida.
Isso magoou-me durante estes últimos meses, sobretudo durante este ano de 2013. Mas agora, neste preciso momento? Não quero saber. E é por isso que nem senti necessidade alguma de fazer um balanço e tive de me obrigar a fazê-lo... porque agora que já acabou, não quero ter de voltar a pensar em tudo nem a lembrar-me de nada. Acabou, já passou. Felizmente.
Até um dia. Ou não!

E na foto, porque merecem tudo e mais alguma coisa: Ricardo, Simão, Jorge e Ana Luísa.

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( 365 Days Challenge )

Day 68 - The best concert you have been to.

Mumford & Sons.

Day 69 - Powerful song lyrics you love.

Ando absolutamente viciada na "All of Me" do John Legend.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 70 - A picture of someone you don't go a day without talking to.

Para o caso de ainda não a terem visto mil vezes... aqui está o meu dragão com cornos de rena favorito!

Day 71 - A picture of you with people you work with.

Nem a propósito, vi isto hoje pela primeira vez. Brutal. Ricardo e Joana.

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 65 - One random fact about yourself.

Tenho muita dificuldade em não cair nos mesmos erros vezes e vezes sem conta.


Day 66 - If you could switch lives with someone for a day, who would it be.

Só para não voltar a dizer a Olalla Dominguez... e porque foi a primeira que me lembrei... com a Rachel de Glee.


Day 67 - How you found out about tumblr, and why you made one.

Já foi em 2010 e acho que na altura vi alguém a falar disso no Fotolog e decidi experimentar.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 67 - A picture of you doing something childish.

Não será propriamente "childish" mas este foi todo um dia de lutas e parvoíces. E saudades. Volta, 2007.

Day 68 - A picture of you outside.

Definitely outside.

Day 69 - A picture of a crazy night out.

Sei que não aparece ninguém e parece tudo menos a foto de uma noite de saída, muito menos uma noite louca. Mas foi, acreditem em mim. Passagem de ano 2009/2010.

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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

2,

« Mereces por eu não ter sido o melhor namorado do mundo, como merecias. »
O que é que uma pessoa faz quando recebe uma coisa destas?
O que é que uma pessoa faz quando recebe uma coisa destas tanto tempo depois, tantas coisas depois?
O que é que uma pessoa faz quando recebe isto depois de já ter sofrido tanto, depois de já ter perdido tanto por causa da pessoa que o disse?
Não queria ter ficado com a frase presa na cabeça, mas fiquei. Não queria ter chorado ao pensar bem nisso, mas chorei. E chorei porque ler aquela frase trouxe-me demasiadas coisas de volta, coisas que evito lembrar-me no dia-a-dia, coisas que já só doem se forem acordadas, como foram.
« Mereces por eu não ter sido o melhor namorado do mundo, como merecias. »
Sete meses e dezasseis dias.
Passaram-se sete meses e dezasseis dias.
E é agora que eu ouço isto? Agora, quando finalmente já sou capaz de olhar para outras pessoas, de considerar outras pessoas? Agora, quando finalmente já meti na cabeça que o mundo não acabou porque perdi a pessoa que na altura mais amava? Agora, quando finalmente entendi que ele não era o maior, nem o melhor, nem nenhum tipo de superlativo absoluto em relação às outras pessoas? Agora, quando finalmente já não quero saber, quando deixou de doer, quando deixou de importar?
É agora que ouço isto?
« Mereces por eu não ter sido o melhor namorado do mundo, como merecias. »
O melhor namorado do mundo não ia tentar acabar tudo com uma SMS. O melhor namorado do mundo não ia tentar acabar tudo porque "tinha prometido a mim mesmo que até ao final do curso não ia ter namorada". O melhor namorado do mundo não ia pôr o trabalho - nem quase nada, já agora - à frente da namorada. O melhor namorado do mundo ia ter capacidade, e sobretudo vontade, suficientes para ultrapassar isso e tudo o que fosse preciso.
O melhor namorado do mundo não passava horas sem fim sem falar à namorada. O melhor namorado do mundo não aguentava passar três semanas sem ver a namorada, com os dois a morar na mesma cidade, só por estar cheio de trabalho. O melhor namorado do mundo ia conseguir, e sobretudo ia querer, arranjar um bocadinho, nem que fossem só umas horas, para estar com ela.
O melhor namorado do mundo não ia passar a noite com a namorada, olhá-la nos olhos e dizer "Amo-te" e a na manhã seguinte acabar tudo com ela, por "já não sentir o mesmo".
« Mereces por eu não ter sido o melhor namorado do mundo, como merecias. »
Há males que vêm por bem.
Hoje, sete meses e dezasseis dias depois, eu consigo ver que, de facto, a decisão que aquele que não foi o melhor namorado do mundo tomou naquele dia foi a mais acertada, pelo menos para mim.
Mas não naquele momento e nunca daquela forma.
« Mereces por eu não ter sido o melhor namorado do mundo, como merecias. »
Não sei se merecia o melhor namorado do mundo. Mas merecia um namorado que não me tivesse enganado durante três meses. Um namorado que não mudasse de opinião e de sentimentos de uma noite para a outra, literalmente. Um namorado que até cumprisse as promessas que fazia, ou então que não as fizesse de todo. Um namorado que se importasse com ela e que fosse capaz de se esforçar por ela tanto, ou quase tanto, como ela o fazia por ele.
Não sei se merecia o melhor namorado do mundo. Mas merecia não ter sofrido tanto, não ter perdido tanto, depois de ter dado tanto.
« Mereces por eu não ter sido o melhor namorado do mundo, como merecias. »
O que eu merecia era não ter ouvido isto.
Sobretudo não agora e não depois de tudo.

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( 365 Days Challenge )

Day 62 - How many keys are in your keyring?

Duas, a da porta da rua e a da porta do apartamento do Porto. A de Viana anda sempre à parte.

Day 63 - The song with the most number of plays in your iTunes.

Nenhuma porque não ouço música no iTunes.

Day 64 - Favorite thing about last month.

O regresso de uma pessoa.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 65 - A picture of you at a park.

Plaza de España, Madrid, Abril 2011.

Day 66 - A picture of you in the air.

Setembro 2008.

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 61 - One of your most prized possessions.

O meu computador.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 64 - A picture of you at work.

Para dizer a verdade, odeio esta foto. Faz-me regressar a uma das piores alturas da minha vida, em que tudo era mau. Mas é o que há e aqui fica.

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domingo, 15 de dezembro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 60 - What color are your favorite pair of flip flops.

Cor de coral.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 63 - A picture of luggage.

Eu explico: fartei-me de procurar e esta é a única foto que encontro em que se vê um pouco de bagagem. No cruzeiro, em 2009. As saudades.

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3,

Às vezes pergunto-me porque é que nada na minha vida parece bater certo. O timing está sempre errado e quando por vezes acerta como eu quero, parece mais por mera sorte do que porque de facto era suposto ser assim. Porquê?
O ano de 2013 tem sido, de longe, o mais confuso, estranho e decepcionante de todos até agora. Sei que se costuma dizer sempre isto - o ano que estamos a viver ou que acabámos de viver é o mais próximo de nós e por isso parece sempre mais intenso do que os outros, mas neste caso é mesmo verdade. Este ano já teve de tudo. Mas o meu objectivo aqui não é fazer qualquer tipo de balanço, apenas deixar assente que este ano tem sido, de todos, aquele que mais tem reflectido essa realidade que me magoa que é a de que nunca nada parece acontecer no tempo certo.
Há mais ou menos quatro meses, tinha acabado de começar a minha "fase de recuperação" de uma relação que foi tão enganadoramente boa e tão espectacularmente má que quase me destruiu, e tudo o que eu queria era nunca mais ter de voltar para a faculdade nem voltar a ver ninguém que se relacionasse com ela. Encolhia-me toda, literalmente, só de pensar em voltar àquele sítio e encontrar aquelas pessoas todas de novo. E agora, quando faltam apenas três dias para o fim definitivo, sei que vai haver muita coisa que vou querer deixar para trás - quase tudo, aliás - mas também sei que vai haver algumas coisas e umas quantas pessoas das quais me vou querer recordar sempre, e arrependo-me de não ter conhecido, ou de não me ter aproximado dessas pessoas mais cedo, porque me parece que estes últimos três meses só se passaram mais ou menos bem por causa delas, porque me aceitaram, porque me deram força, porque se revelaram os verdadeiros amigos quando eu menos esperava. Custa muito pensar que quando andava no secundário achava que ir para a faculdade e o curso que sempre quis iam trazer-me a realização dos meus sonhos todos, e na verdade acho que ir para aquele local com aquelas pessoas (não todas, como acabei de referir) só me fez pior, só me fez perder muita coisa que tinha e muita coisa que era, e tirando este último semestre, nada mais me vai ficar na memória como tendo sido bom.
Até aqui, sempre quis ir estudar para fora, sempre quis ir para longe, sempre achei que ia chegar a hora e não só ia ter a coragem, como a vontade inabalável de sair daqui. E continuo a acreditar que se tivesse a certeza de que ia para a cidade dos meus sonhos (e só há uma, na verdade), essa coragem e essa força não me iam faltar. Mas ainda falta algum tempo e já começo a ver que esse sonho em particular vai ser difícil de realizar, portanto a força e a vontade, ainda que não tenham desaparecido, começam a parecer menores, a desvanecer-se. Não sei o que quero fazer porque tenho medo e não me reconheço nisto. Isto não sou eu. Eu sempre fui decidida e nunca me custou tomar decisões. É isto que é crescer? Não cresci já o suficiente neste ano todo?
E depois... depois, tudo o resto que aconteceu nestes últimos meses, tudo o que tem acontecido nestas últimas duas ou três semanas tem-me feito ficar revoltada, angustiada e imensamente confusa porque não percebo porque é que me acontece sempre o mesmo, porque é que caio sempre na mesma asneira, ou porque é que as coisas acontecem com tantas coincidências e circunstâncias tão parecidas que parece que estou num dejà-vu contínuo. Ou antes, como li hoje, num dejà-fu: "aquela sensação de que você já se fodeu com isso antes", perdoem-me a expressão.
No fundo, não percebo nada da minha vida e parece-me que a cada dia que passa perco um bocadinho mais do (pouco) controlo que tenho sobre ela. E estou cansada. Muito cansada.

Só queria que, por uma vez, fosse fácil conseguir exactamente aquilo que quero.

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sábado, 14 de dezembro de 2013

Trouble is a Friday night when I'm feeling lonely
Trouble is too much time on my hands with you in my head...

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5, 4,

As circunstâncias da minha vida neste momento levam-me constantemente a regressar ao passado, para me tentar lembrar um bocadinho melhor deste ou daquele pormenor que possam eventualmente estar a escapar-me. Volto, mais especificamente, ao meu 11º ano, que já aconteceu há quatro anos. Volto, ainda mais especificamente, mais ou menos a esta altura do meu 11º ano, em que me lembro de passar várias tardes numa escola que não era a minha, na companhia de pessoas que não me lembro como conheci, mas que fui conhecendo e apreciando e gostando cada vez mais ao ponto de ir passar tardes com elas a um sítio que me era muito desconhecido e quase hostil.
Já passaram quatro anos. Pelo meio, muita coisa mudou. Muita coisa se perdeu e se ganhou. Muitas pessoas apareceram e muitas outras desapareceram. E depois há aquelas que nunca se perderam completamente, mas cuja presença se foi desvanecendo até ser só um número no telemóvel, um amigo no Facebook, um "olá" por acaso na rua ou num café, um "está tudo bem?" em que não se presta realmente muita atenção à resposta, só se pergunta porque é o que se costuma fazer. Aquelas pessoas que de facto não somos capazes de nos lembrar como conhecemos, só sabemos que num dado momento do tempo já foram importantes para nós, já foram nossos confidentes, pessoas que nos deixavam mais felizes e completos por fazerem parte da nossa vida. Aquelas pessoas de quem até podemos afastar-nos, mas das quais vamos sempre guardar lembranças de tempos que, olhando em retrospectiva, agora consideramos bem melhores do que considerávamos quando os estávamos a viver.
Nestes últimos tempos em que me tenho confrontado com este presente e aquele passado, em que outras coincidências se têm verificado, em que tenho posto várias coisas em causa de tanto pensar nelas... nestes últimos tempos em que a minha vida e a minha mente têm sido uma confusão de desejos e indecisões, inseguranças e vontades, tenho-me apercebido cada vez mais de que a vida dá muitas voltas. Dá mesmo muitas voltas, e algumas vêm-nos colocar num lugar que nunca antes imaginámos que alguma vez pudéssemos ir lá parar.

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( 365 Days Challenge )

Day 59 - Places you want to visit, and why.

Basicamente gostava de ir a quase todos os sítios do mundo. Mas para não me alongar demasiado vou dizer três sítios onde nunca fui e gostava muito de ir: Estados Unidos (especialmente Manhattan e Los Angeles), porque para mim é mesmo o country of dreams e acho que ia adorar completamente ir lá e até, quem sabe, ficar lá; Caraíbas (e não vou escolher um país/local porque podiam ser vários), porque na minha cabeça é um lugar com água muito transparente, praias de areia muito branca, muito calor, muito ar puro, muita liberdade e muita felicidade e neste momento dava muita coisa para estar num sítio assim; Grécia, porque acho que não vou ser capaz de descansar enquanto não viver o meu Mamma Mia! personalizado - com pausas para músicas pelo meio e tudo.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 61 - A picture of you in the fall.

Provavelmente já a tinha posto aqui mas repito.

Day 62 - A picture of you on a ride.

Escolhi uma viagem, sim, mas com a minha mãe numa diversão no Warner Bros. Park porque... saudades.

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

6,

Tenho dito a mim mesma que ando sem tempo e sem paciência e que o melhor é esperar até as coisas estarem mais calmas e a minha cabeça mais vazia. Mas na verdade não é isso que me leva a estar quietinha no meu canto - é o medo. Pura e simplesmente o medo.
E nem sei o que é que me assusta mais, porque é tudo tão assustador que continuo a dar a mim mesma a desculpa de que estou sem tempo, para não admitir que estou é aterrada. Mas vontade? Vontade não falta.
Que o diga o meu coraçãozinho inquieto de cada vez que vê ou ouve qualquer coisa que lhe desperte a atenção para algo relacionado com a questão...

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( 365 Days Challenge )

Day 58 - Your day, in great detail.

Cá vamos nós. Acordei sobressaltada sete minutes antes do despertador tocar, porque tinha estado a sonhar que estava atrasada e que ia ter de sair de pijama para a faculdade e não ia chegar a tempo e ia chumbar por faltas. A muito custo, levantei-me e fui tomar banho. Saí para a última aula de Novos Media deste semestre/desta licenciatura/da minha vida e claro, quando cheguei, com cerca de sete minutos de atraso, ainda tive de esperar mais perto de um quarto de hora até que o professor apareceu. Estava a J. a contar-me que na semana passada (estava eu tão bem em casa) o professor nem tinha aparecido e só tinha avisado em cima da hora e eu a achar ridículo, quando ele diz que vai ter de dar uma prova de mestrado e por isso nos vai deixar sozinhos, mas que só vai demorar 1h30 e por isso podemos ficar a trabalhar para o que quisermos, mas não podemos ir embora. É do tipo de coisas que mais irritam, mas lá fiquei a jogar Candy Crush à espera que ele voltasse. A J. e eu fomos fazer a nossa pausa para o pequeno-almoço e o professor continuou sem aparecer. A manhã passou-se assim, lentamente, muito seca, até que 2h15 depois o professor lá voltou e claro, ainda nos pregou outra seca com as suas patetices acerca do trabalho. Vim a casa almoçar e às 14h lá voltei para a aula da tarde, LSI, carregada com o meu PC. Não fizemos nada para a aula em si, mas adiantei e/ou acabei tudo o que tinha para fazer hoje e ainda dancei "Bo Tem Mel" com os meus amigos e, mais uma vez, apercebi-me de que há coisas e pessoas das quais vou sentir mesmo muita falta. Voltei para casa às 17h20 e cá estou, a começar a aperceber-me a sério de que a faculdade está quase a acabar.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 60 - A picture of you at a sports game.

Portugal - Panamá no Estádio do Algarve, algures em Agosto de 2012.

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( 30 Days Fandom Crush Challenge )

Day 30 - Guilty pleasure crush.

Yep.

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

9, 8, 7,

A palavra que melhor descreve estes últimos três dias será, sem dúvida... frustração.
Não sei o que fazer, o que dizer, para onde me virar. Não consigo estar bem porque estou sempre ansiosa e nervosa e nunca encontro alívio para o que me deixa assim. Não consigo estar calma porque na minha mente, mais ou menos presente dependendo dos momentos, está sempre uma coisa que não me deixa descansar. Também porque eu não quero, mas sobretudo porque eu não consigo.
Contei isto ao R. e ele disse, Isso é tipo um jogo de xadrez, tens de decidir se vais atacar ou defender, e há dois dias que ando a pensar nisso, porque de facto é verdade. Não sei se devo atacar. Acho que o que estou a fazer é defender, mas por inércia, porque não sei o que fazer, porque tenho medo, porque não percebo nada.
Isso é tipo um jogo de xadrez. Pena que eu nunca tenha aprendido a jogar xadrez.

Follow your heart but take your brain with you.

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( 365 Days Challenge )

Day 56 - A passage from a book that has touched you.

« The saddest people I've ever met in life are the ones who don't care deeply about anything at all. Passion and satisfaction go hand in hand, and without them, any happiness is only temporary, because there's nothing to make it last. »

Day 57 - What is your definition of happiness.

Vai variando. Qualquer que ela seja neste momento, não a sinto.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 58 - A picture of your hair all done.

Vou sempre ao mesmo. Só para não ser muito egocêntrica, aqui ficam também a Jéssica, a Ana, o Chico, a Mariana e a Claire. E um senhor qualquer.

Day 59 - A picture of you at prom.

E como acabei de postar uma, aqui fica uma do baile de finalistas do nono ano.

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( 30 Days Fandom Crush Challenge )

Day 28 - Unnatural hair color crush.

Juro que até andei a procurar actores famosos com cabelo pintado. Mas não me ocorre nenhum.

Day 29 - Undead crush.

Não tenho propriamente nenhuma crush em mortos-vivos, desculpem-me.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 55 - Your definition of love.

Posso ser cliché e dizer que não tem uma definição, não posso? É só a melhor coisa do mundo.

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( 100 Days Challenge )

Day 57 - A picture of you on your backyard.

Nádia, eu, Beny, Gonçalo, 8 de Abril de 2011. Que bela tarde que esta foi.

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( 30 Days Fandom Crush Challenge )

Day 27 - Other species/alien crush.

E uma coisa mais interessante para perguntar, não?

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domingo, 8 de dezembro de 2013

10,

A minha vida é uma confusão de pessoas bipolares. Não é de hoje, mas nos dias que correm ando a sentir isso ainda mais agudamente do que já era habitual, se calhar porque nos últimos meses me tenho deixado levar, se calhar de mais, por pessoas e coisas demasiado insignificantes mas que me prendem, por uma razão ou outra.


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( 365 Days Challenge )

Day 54 - A Youtube video you absolutely love and describe why.

Podia escolher muito, mas vou dizer este. Não consigo vê-lo, nem ouvi-lo, sem me emocionar com o poder e a força de 100.000 pessoas a cantar a mesma coisa com paixão.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 56 - A picture of you being silly.

Nos meus anos.

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( 30 Days Fandom Crush Challenge )

Day 26 - Food network crush.

Algo assim. Claro.

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sábado, 7 de dezembro de 2013

( 12, 11 )

Ontem: Almoço com a S. Novidades para cá e para lá. (Tentativa de) compras com a mãe. Lanche com os pais. Sorteio do Mundial. Transcrições de entrevistas. Jantar. Recordações das aulas de Espanhol com a B. Ensaio de teatro. Homens bipolares. Café no Vitral. Reign.

Hoje: Mais transcrições. Escrever artigos. E preparar-me psicologicamente para a noite que aí vem, que só espero que seja realmente melhor do que estou à espera... que é pouco.

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( 365 Days Challenge )

Day 53 - Something you did as a child that other people remember you for.

A primeira coisa que me veio à cabeça: a minha avó está sempre a contar de uma vez que o irmão dela a visitou e ao despedir-se lhe deu uma pancadinha nas costas e eu, com dois anos, comecei a chorar a achar que ele era mau e lhe estava a bater.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 55 - A picture of you in the sun.

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( 30 Days Fandom Crush Challenge )

Day 25 - Historical figure crush.

Acho que não tenho um.

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