domingo, 5 de outubro de 2014

Meu amor.
Hoje. O dia ainda agora começou e eu já sei que vai ser um dos melhores de sempre - porquê? Porque ainda agora começou, e já usaste a palavra que eu mais gosto de ouvir. Que é tão rara. Tão especial. Tão importante. Tão essencial. E tão mais significativa porque te conheço e sei que não a dirias de ânimo leve. Ou apenas porque sim.
Hoje. Hoje vamos voltar a encontrar-nos, depois de cinco dias de separação - leia-se tortura -, depois de cinco dias em que me faltou ter ao meu lado a pessoa que mais me faz feliz. Ainda assim, só faltaste fisicamente! Porque entre chamadas - sempre mais longas do que planeamos! - e mensagens e pequenos detalhes aqui e ali, estiveste sempre comigo... como aliás, acontece há exactamente sessenta e sete dias.
Hoje. Hoje vou voltar a ter-te à minha espera, vou voltar a dar-te o maior abraço do mundo, vou voltar a beijar os teus lábios, a sentir as tuas mãos no meu corpo todo, a traduzir as infinitas saudades que sentimos nestes últimos dias. Hoje vou voltar a ter-te só para mim, todo para mim. Hoje vou voltar a ser verdadeiramente feliz. E a sentir-me verdadeiramente completa. Porque só tu consegues fazer de mim quem eu quero ser.

Meu amor.
És a melhor coisa do meu mundo.

Podia em teus olhos perder-me
não fossem, amor, teus olhos
o tempo de achar-me.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

 Meu amor.
As palavras faltam-me para explicar-te o que estou a sentir - mas é bom. Porque elas faltam sempre quando eu estou feliz: é como se a felicidade fosse, para mim, algo tão raro, que nunca sei como exprimir-me quando me sinto assim.
Há dois meses que sou a pessoa mais feliz do mundo - porque foi há dois meses que te encontrei. Lembro-me de estar tão incrivelmente nervosa que nem sequer contei a ninguém que íamos tomar café, cheia de medo que por algum motivo cancelasses à última da hora. Lembro-me de quase não ter saído de casa, porque, ainda antes de te conhecer, já sabias que ias ser especial - afinal de contas, nunca antes tinha sentido tal atracção física por ninguém, e sabia que de alguma forma isso só ia aumentar ao ir tomar café contigo. Lembro-me de estar cheia de medo de não termos nada para dizer um ao outro, e de ir estragar a fantasia que tinha criado acerca de ti... uma fantasia com três anos.
Mas não. Desde o primeiro minuto, foste absolutamente incrível comigo. Desde o primeiro minuto, a conversa fluiu naturalmente, como se sempre nos tivéssemos conhecido, como se não tivéssemos acabado de trocar as primeiras palavras em anos. Desde o primeiro minuto, senti que podia falar contigo de qualquer coisa ou de coisa nenhuma, porque ias sempre compreender-me - ou pelo menos tentar - e, logo ali, contei-te pormenores e histórias da minha vida que a maioria das pessoas nem sequer sabe. Desde o primeiro minuto, senti-me impelida a mostrar-te tudo de mim, o bom e o mau, porque queria que gostasses de mim, e que gostasses de mim exactamente como eu sou - e tive sorte. Tive tanta sorte!
Passaram dois meses desde o nosso primeiro café - um café que durou dez horas. Um café que começou comigo a "abrir o jogo" e a dizer logo a coisa mais embaraçosa em que pude pensar, porque achei que mais valia pôr as cartas todas na mesa e não ficar a remoer no assunto toda a noite. Um café que começou comigo a achar que nunca íamos ter um futuro, por certos pormenores da tua vida que afinal estavam resolvidos - mas eu fui na mesma, porque, desde sempre, contigo sinto que posso, e devo, arriscar tudo. Um café que começou com duas pessoas frente a frente, numa mesa, separadas pela distância natural de quem não se conhece, e acabou no teu carro, com os teus lábios nos meus lábios, no meu pescoço, nos meus ombros, nas minhas mãos - e com a certeza de que tinhas acabado de mudar a minha vida.
Dois meses. Não parece nada, eu sei - mas temos de começar por algum lado, certo? E, no fundo, não parecem dois meses - parecem quatro, ou seis, ou oito - e sei que concordas comigo. Passamos tanto tempo juntos, partilhamos tantas coisas (mesmo as mais insignificantes), que confio em ti mais do que em todas as outras pessoas na minha vida - mesmo que me digam que é cedo e que não devo. Já o disse várias vezes: por ti, vou até ao fim do mundo, e volto, e vou até lá de novo. Quantas vezes for preciso. Porque tu és a única pessoa que alguma vez me fez sentir completa, e que, passados dois meses, continua a fazer-me apaixonar mais e mais a cada minuto que passa.
Apaixono-me por ti de cada vez que apareces à minha porta de surpresa - como hoje! - e ficas cá fora, encostado ao carro, até eu correr para ti e te dar o maior abraço do mundo. Apaixono-me por ti de cada vez que me mandas uma mensagem inesperada a dizer coisas bonitas - e são tão valiosas, porque eu sei que não gostas de falar do que sentes, nem de te mostrar vulnerável. Apaixono-me por ti de cada vez que me meto num autocarro e faço uma viagem de cinco horas só para te encontrar, no fim, à minha espera, de braços abertos. Apaixono-me por ti de cada vez que me chamas aquele nome que é só meu - só nosso - e que significa tanto para mim. Apaixono-me por ti de cada vez que estamos, lado a lado, na rua, e estendes a mão para entrelaçar os teus dedos nos meus. Apaixono-me por ti de cada vez que me deixas tocar-te onde não gostas de ser tocado. Apaixono-me por ti em cada gesto pequenino que mostra que te lembras de mim e sabes aquilo que eu quero, e gosto, e não quero, e não gosto. Apaixono-me por ti de cada vez que me ofereces o teu maior sorriso. Apaixono-me por ti de cada vez que fazemos amor e vejo o prazer estampado em cada centímetro do teu corpo, dos teus olhos, do teu sorriso. Apaixono-me por ti de cada vez que adormeço nos teus braços e tu me abraças com toda a força. Apaixono-me por ti quando acordo ao teu lado e tu me ofereces o teu mau humor matinal que eu já sei como contornar. Apaixono-me por ti quando estás a trabalhar e ficas tão concentrado que te esqueces que eu estou ali ao teu lado. Apaixono-me por ti quando és ciumento e mostras que não me queres perder. Apaixono-me por ti quando vemos filmes e me mandas calar. Apaixono-me por ti quando eu não quero falar e tu me obrigas, porque sabes que não vou descansar até desabafar tudo o que tenho para dizer, por mais idiota que seja. Apaixono-me por ti quando digo coisas parvas e tu me gozas até ao infinito. Apaixono-me por ti quando devoramos pacotes de bolachas e concluímos que somos as pessoas mais gulosas do mundo. Apaixono-me por ti quando me irritas. Apaixono-me por ti de cada vez que te vejo sorrir. Apaixono-me por ti de cada vez que usas a t-shirt azul que eu tanto gosto. Apaixono-me por ti quando vamos no carro a cantar a "nossa playlist" e tu cantas em falsete. Apaixono-me por ti quando me dizes que os teus maxilares doem de tanto sorrir. Apaixono-me por ti quando estás por perto, e apaixono-me ainda mais por ti quando estás longe e sinto a tua falta, como se me tivessem levado metade de mim. Apaixono-me por ti... sempre, e em todos os segundos!
E sei que, não interessa o que vier a seguir, vou sempre lembrar-me destes momentos e ficar feliz, e sem qualquer arrependimento, por ter apostado em ti. Em nós. Porque somos nós, que fazemos a minha vida valer a pena. Não é por acaso que sou feliz - é porque, há dois meses, tive a maior sorte do mundo. Porque te encontrei. E porque não te deixei mais.

Meu amor.
És a melhor coisa do meu mundo.

Amo-te muito, meu amor, e tanto
que, ao ter-te, te amo mais, e mais ainda
depois de ter-te, meu amor. Não finda
com o próprio amor o amor do teu encanto.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Meu amor.
É tão fácil habituarmo-nos àquilo que nos faz sentir bem, não é? Mesmo quando é tudo completamente desconhecido, completamente novo, é tão fácil adaptarmos a nossa vida, ao ponto de já nem sabermos como vivíamos antes.
Foi exactamente assim que me aconteceu contigo. Eras um (quase) completo desconhecido... e depois de uma noite, depois de dez horas de conversa, foi como se sempre estivesses estado na minha vida. Como se nunca tivesse havido um tempo em que não nos conhecíamos, ou uma altura em que não tivesses feito parte de mim.
Ainda continuo a achar absolutamente incrível a maneira como encaixas em mim - em todos os sentidos - e a maneira como, desde o primeiro minuto do nosso café, senti que eras exactamente a peça do puzzle que me faltava encontrar. Conheci-te, e o meu mundo inteiro mudou.
Ponho-me a pensar: tive uma (espécie de) relação durante quase cinco anos, e no entanto nunca me senti, com ele, da forma como me sinto contigo. Nunca, com ele, tive a confiança que tenho contigo - e isto tendo perfeita consciência de que nós ainda só estamos agora a conhecer-nos. Não pretendo fazer qualquer comparação com o passado, ainda que estas palavras possam soar dessa forma - mas qualquer comparação seria impossível, porque és muito mais, e melhor, do que ele, em todos os sentidos! Ainda assim, esta diferença abismal entre os níveis de confiança e comunicação é, para mim, uma das maiores provas de que agora sim, encontrei o homem dos meus sonhos.
Sei que me pediste para ter calma e paciência, para confiar em mim, em ti e em nós, e para viver a vida e aproveitar o momento. No fundo, ambos sabemos que me pediste para fazer aquilo que me seria mais difícil, tendo em conta quem eu sou - mas por ti eu dou tudo e tento tudo, e vou até onde tiver de ir, por isso prometi tentar. E é o que estou a dedicar-me a fazer: tentar gostar um bocadinho mais de mim, tentar acreditar que a história não tem de repetir-se vezes e vezes sem conta.
É fácil viver sem medos e preocupações quando só tenho de olhar por mim e para mim, e é fácil tomar decisões importantes quando posso ser egoísta e pensar só em mim. Agora, existes tu, e a verdade é que tornas a minha vida muito mais fácil num infinito número de coisas: fazes-me feliz, e é tão mais fácil viver feliz (ainda que eu tenha um especial jeito para sofrer). Mas, por te ter, também tenho um sem-número de medos que não existiam antes, e as decisões maiores são todas tomadas tendo-te em consideração - mesmo que não mo peças, não consigo evitar pensar em ti, porque te quero manter por perto durante tanto tempo quanto for possível. Em (relativamente) pouco tempo ganhaste uma importância que eu nunca poderia ter imaginado, e para a qual não estava, de todo, preparada!
Mas é tão bom. Com todos os riscos, medos e preocupações, é tão bom ter-te.
Não podia pedir mais nada.

Meu amor.
És a melhor coisa do meu mundo.

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

dia 56 (ou: o futuro assusta),

Meu amor.
O meu lado de Virgem, aquele que é muitíssimo organizado e racional - quase, quase obsessiva-compulsivamente perturbado -, que detesta não ter tudo sob controlo, e não poder fazer planos de futuro, tem entrado completamente em parafuso nestes últimos dias. É como se, a cada minuto, algo novo aparecesse, ou algo mudasse de repente, e eu ficasse completamente desamparada, com tantas opções à minha frente que nem sei bem o que fazer.
Toda a gente me tem dito - e o meu lado racional sabe isso, também - que não devo condicionar-me por tua causa. Que a nossa relação é demasiado recente, que ainda não nos conhecemos tão bem quanto, às vezes, pode parecer, e que por isso tenho que ter cuidado em cada passo que der e resguardar-me, não "pôr todos os ovos no mesmo cesto", e manter todas as minhas opções em aberto para o caso de as coisas correrem mal. Mais uma vez, parece que toda a gente acredita que as coisas entre nós vão correr mal, e que sou a única a remar contra a maré e a querer acreditar que não, que não tem necessariamente que ser assim, e que até podemos continuar a ser muito felizes, tal como penso que temos sido nos últimos cinquenta e seis dias.
Mas a verdade é que não sei, de todo, o que hei-de fazer à minha vida. Não sei se devo aceitar a proposta profissional que tenho, ou recusá-la e ficar à espera de mais ou, pelo menos, de melhor. Não sei se tu queres ou não que eu a aceite, se me queres ainda mais perto ou se tens receio de dar esse passo - e eu tenho receio de te fazer qualquer proposta, porque o meu medo da rejeição está sempre, sempre presente. Não sei se devo começar a preparar-me psicologicamente para o facto de podermos vir a ficar separados por uma quantidade ainda maior de quilómetros - às vezes parece que o destino está apostado em roubar-te de mim, exactamente quando começo a achar que até há hipóteses palpáveis de te ter por perto, só para mim, todos os dias.
O futuro assusta-me muito, mais do que posso pôr em palavras, e este medo recente, aliado a todos os outros que já existiam antes, está a deixar-me completamente à nora. Já tenho paranóias suficientes para toda uma pessoa e toda uma vida - mas cada vez que penso assim, acontece sempre mais alguma coisa que me faz ficar ainda pior.
Não tenho remédio.
Espero que me ajudes. E que fiques por aqui para me mudar (mais).

Meu amor.
És a melhor coisa do meu mundo.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

54 days ,

Meu amor.
Hoje, o meu acordar não foi, de todo, tão doce quanto ontem. Pesadelos demasiado reais assaltam-me mais vezes do que gostaria e, quando acordo assim, as dúvidas que tanto quero afastar acabam sempre por instalar-se na minha mente durante o resto do dia.
Por mais que me esforce - e esforço-me tanto! - não sou capaz de sentir que sou suficiente para ti. Já to disse várias vezes: se não fui suficiente para ninguém até agora, por que o haveria de ser para ti, de entre todas as pessoas? Se não fui suficiente para as duas pessoas por quem senti (algo parecido com) amor até agora, e eles não eram nem metade do homem que tu és... por que é que haveria de chegar para te satisfazer a ti, de entre todas as pessoas?
Todos os dias repito, na minha cabeça, as palavras mais bonitas que me dizes ou escreves. Repito-as vezes sem conta, numa tentativa (quase sempre frustrada) de me relembrar que não és igual ao outros. Que não me vais fazer o que eles fizeram.
Penso nos teus olhos e no teu sorriso, penso nas mil e uma expressões da tua face e  penso, especialmente, naquela que guardas para usar apenas quando me dizes coisas especialmente queridas, num momento ou noutro. Conheço - felizmente! - essa expressão há cinquenta e quatro dias, e há cinquenta e quatro dias que penso que nunca ninguém olhou para mim assim. Nunca ninguém me fez sentir assim, mesmo sem dizer qualquer palavras. E quero acreditar em ti quando me dizes que nunca ninguém gostou de mim como tu gostas. Quero acreditar... porque preciso - tanto! - que isso seja verdade...

Meu amor.
És a melhor coisa do meu mundo.

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sábado, 20 de setembro de 2014

day 52 ,

Meu amor,
Regressar para ti, ontem, foi a melhor coisa que me podia ter acontecido. Não, deixa-me corrigir: ter-te, para poder regressar para ti, foi a melhor coisa que me podia ter acontecido.
A semana que passou não foi fácil. Foi como se, todos os dias, alguém se tivesse disposto a fazer com que nós não pudéssemos estar completamente bem - alguém a "criar ruído" entre nós, como tu costumas dizer -, por isso, ontem, tudo o que eu precisava era de saber que ias estar aqui à minha espera, pronto para me receber de volta aos teus braços. E tu estavas lá. Estás sempre lá. Mesmo quando eu consigo assustar-me a mim mesma e começo a achar que me vais deixar, que me vais abandonar... tu continuas sempre lá. E este é o quinquagésimo segundo dia em que me belisco, ao acordar, porque ainda estás comigo - tu, de entre todas as pessoas, escolheste-me a mim, e eu ainda não acredito.

Mas, já que falei daquilo que faço ao acordar, passo àquilo que realmente me trouxe a escrever: a forma como dormi nesta noite que passou. Porque, possivelmente, foi a melhor noite de sono da minha vida inteira.
Não consigo descrever o que é adormecer contigo. Não sei explicar o quão segura me sinto quando me puxas para ti e me prendes nos teus braços. Não sei explicar a sensação de me entrelaçar em ti, de me encaixar no teu corpo, e sentir-te a ficar confortável, sentir a tua respiração a abrandar gradualmente, até ficar muito lenta e pesada. Adormeces sempre primeiro do que eu e é incrível sentir que, mesmo a dormir, continuas a abraçar-me com a mesma força do que quando estavas acordado, ao ponto de eu ter medo de me mexer, para não te perturbar. Mas se por acaso decido, finalmente, mudar de posição, tu simplesmente adaptas-te novamente ao meu corpo e voltas a puxar-me para ti e a abraçar-me com a mesma força do que antes.
No fundo, e à falta de mais e melhores palavras, o que quero dizer é bastante simples: dormir contigo é uma das melhores coisas do mundo, meu amor. Porque quando adormecemos na mesma cama, não dormimos simplesmente ao lado um do outro. Porque quando durmo contigo, durmo mesmo contigo, ao ponto de me perder no teu corpo. E nunca mais me querer encontrar.

És a melhor coisa do meu mundo.
Meu amor.

@

the past ,

Às vezes ouvimos músicas que descrevem a nossa vida - esta era eu, há seis anos.

Cause when you're fifteen and somebody tells you they love you
You're gonna believe them
And when you're fifteen, feeling like there's nothing to figure out
Well, count to ten, take it in
This is life before you know who you're gonna be
At fifteen

(...)

When all you wanted was to be wanted
Wish you could go back and tell yourself what you know now

Back then I swore I was gonna marry him someday
But I realized some bigger dreams of mine

(...)

Cause when you're fifteen and somebody tells you they love you
You're gonna believe them
And when you're fifteen, don't forget to look before you fall
You'll find time can heal most anything
And you just might find who you're supposed to be
I didn't know who I was supposed to be fifteen
At fifteen

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

day 48 ,

Meu amor,
É a primeira vez que te escrevo e é, também, a primeira vez que sinto vontade de o fazer. Porque, pela primeira vez, estás longe quando o meu coração está a explodir de coisas para te dizer; pela primeira vez, por muito que pudesse dizer-te através do telefone, sei que não ia ser o suficiente para me expressar convenientemente. Por isso decidi recorrer ao método que nunca me falhou sempre que quis exteriorizar alguma coisa: escrever. Escrever, absolutamente livre de restrições, escrever para ti, e para mim também - até porque não sei se algum dia vou mostrar-te estas palavras.

Os últimos quarenta e oito dias - sim, eu contei-os! - têm sido, sem sombra de dúvida, os melhores da minha vida. Ainda sinto necessidade de me beliscar todas as manhãs, quando acordo e me lembro de que te tenho e te posso chamar meu - o meu namorado. O meu amor. E se acordo ao teu lado, então... sinto sempre uma imensa necessidade de te beijar, de te abraçar, de saber que estás mesmo ali comigo e não estou a alucinar.
Não sei explicar-te o quão importante te tornaste para mim num tão escasso período de tempo. Por muito que possa ser "cliché" dizê-lo, uma vez que dizemos sempre isto no início das relações, a verdade é a seguinte: nunca me senti desta forma por ninguém, antes. Nunca me senti tão completamente apaixonada, e de forma tão saudável - posso precisar de ti mais do que de qualquer outra pessoa, posso já não saber como é viver sem te ter, posso não ser capaz de aguentar o mero pensamento de te vir a perder... e no entanto, por mais assustador que possa ser estar assim, sinto que o amor que tenho por ti é algo puro e bom. Faz-me bem. Fazes-me bem.

Como apaixonada que sou, passo largas horas da minha vida a ler romances impossíveis e a ver séries e filmes lamechas; já foram tantas as histórias de amor que fiquei a conhecer, que sei o suficiente para não achar que vai ser sempre tudo "cor-de-rosa" connosco - por mais que eu assim o desejasse.
Mas nós estamos na nossa fase de "lua-de-mel", em que nos fechamos na nossa "bolha" e deixamos o resto do mundo lá fora, em que conseguimos abstrair-nos totalmente de tudo enquanto nos perdemos um com o outro... um no outro. Ainda que tenha consciência de que não vai ser sempre assim, guardo muita esperança de que consigamos sempre manter viva esta nossa "bolha", para nos podermos resguardar de tudo e todos sempre que quisermos. Mais que isso - sinto que contigo posso ser e fazer tudo, porque me fazes sentir que o impossível não é assim tão inalcançável. Trazes ao de cima o melhor de mim, fazes de mim a pessoa que quero ser, e não poderei nunca agradecer-te o suficiente por me ouvires sempre (ou tentares), por me perceberes sempre (ou tentares) e por estares sempre lá para mim quando eu preciso de ti.
Fazes-me querer confiar plenamente em ti - algo que eu tinha prometido a mim mesma, há algum tempo atrás, que nunca mais faria com ninguém. Mas, mais uma vez, pões sempre à prova todas as minhas regras, todos os meus princípios, todas as minhas vontades.
E só me fazes querer mais. Querer-te mais, e mais, e mais.

Hoje não foi um dia fácil. Provavelmente, é por isso que decidi escrever-te hoje, de todos os dias - afinal de contas, e ainda que não o saibas, o meu "modus operandi" é sempre escrever apenas quando não estou bem.
Hoje, os meus maiores medos voltaram a ressurgir - e todos eles incluem perder-te, de alguma forma. Porque por muito que possa estar tudo bem entre nós os dois, há sempre factores externos que são uma ameaça, uma espécie de nuvem negra, que sinto em cima dos meus ombros mais vezes do que gostaria. E hoje... bom, seguindo a minha metáfora da nuvem negra, o mais acertado será dizer que hoje... choveu.
Gosto de pensar que sou madura para a minha idade, e no entanto hoje senti-me completamente pequenina e desamparada, como se estivesse a lidar com situações "de adultos". Costumava acontecer-me há alguns anos atrás, quando a minha família discutia à porta fechada, sem crianças, porque elas "não iam perceber". Hoje senti-me muito assim - como se ainda fosse uma criança e me fechassem a porta na cara, para eu não entrar num mundo que não me pertencia e com o qual eu não ia conseguir lidar.
Pedes-me sempre para confiar em ti e dizes-me sempre que não tenho motivos para me preocupar ou sentir ameaçada - mas por muito que eu queira, não sou capaz de acreditar completamente em ti. Afinal de contas, não é por nada que sou a pessoa mais insegura do mundo... E sendo tu aquilo que mais me importa, sinto que nunca vou estar completamente certa de que és meu, e só meu, e de que ninguém te vai roubar de mim.
Há sempre (pelo menos) uma "ameaça". Há sempre alguém que vai lá estar sempre, alguém com quem não consigo competir. Alguém que me assusta (muito), porque sinto que tem um certo "poder" sobre ti - e que temo, constantemente, que se estenda a nós também. E o meu maior temor é que o tempo não seja suficiente para curar feridas - como eu bem sei, há algumas que nunca cicatrizam por completo... E se as feridas não se curarem, não há paz.
E se não houver paz...

Não, hoje não foi, definitivamente, um bom dia.
Porque nem as palavras me valem. Nem elas me ajudam a libertar da tensão... do medo.
E quando nem as palavras são suficientes para me limpar a mente, o melhor mesmo é não tentar continuar a usá-las.

Não me despeço, no entanto, sem repetir: meu amor. És a melhor coisa do meu mundo.
E a esperança de que tudo vá ficar bem nunca me falta.

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terça-feira, 13 de maio de 2014

old patterns,

Volto sempre a ti.
Porquê, eu não sei. Há mais de dois anos que aprendi a viver sem ti, sem a tua (in)constante presença a encher os meus dias de pontos de interrogação. Há mais de dois anos que deixei de precisar de ti, que deixei de te absorver intensamente como uma droga que não se consegue largar, por mais que se queira. Há mais de dois anos que passei a gostar mais de mim do que de ti, depois de mais de quatro anos a fazer o contrário em todo e cada segundo dos meus dias.
E ainda assim, dois anos depois, há sempre algo que me puxa de volta. Há uma música que dantes ouvia muito e sempre associava a ti: Gravity. Porque no fundo era mesmo isso que tu eras: (a minha) gravidade, aquilo que me prendia a este mundo. Eras o centro de tudo quanto eu fazia, a força motriz por trás de cada uma das minhas acções, a vontade que motivava cada um dos meus objectivos. Nada mais interessava e, se eu pudesse, eu mudava o mundo inteiro só para tentar que finalmente olhasses para mim e sentisses o mesmo. E isso nunca aconteceu - nem por um segundo.
Agora, olho para trás e não sei como alguma vez fui capaz de me libertar de ti. Tendo em conta tudo o que eu sentia, o vício que eras, a maneira como me intoxicavas e me prendias e não me deixavas fugir das tuas amarras... E no entanto tu nunca me quiseste realmente prender. Era como se não quisesses que eu fosse tua, mas também não me deixasses ser de mais ninguém. Como se te importasses, mesmo sem te importar. Como se não quisesses, mas quisesses ao mesmo tempo.
Não faz sentido, eu sei - mas a verdade é que nós nunca fizemos muito sentido. A cada dia que passa, lembro-me um pouco menos de como tudo começou. Eu nunca soube dizer o que me fez apaixonar por ti, e agora sei-o ainda menos, provavelmente porque já não o sinto. Felizmente, já não o sinto. Porque não era saudável viver da maneira que eu vivia quando estava contigo - mesmo sem estar. E não era saudável gostar tão pouco de mim ao ponto de me deixar ir como querias, para onde querias, da maneira que querias. E eu tentava incansavelmente juntar as peças do puzzle, convencendo-me de que 1 mais 1 dava 2 e um dia nós havíamos de dar certo - mas no que ao amor diz respeito, 1 mais 1 não são 2; 1 mais 1 são 1 na mesma. E nós nunca o fomos; nunca fomos dois em um. Éramos só tu e a tua vontade, e a minha falta de coragem de combater o que me magoava todos os dias.
No entanto, dois anos e alguns meses depois do fim - que aconteceu tão inesperadamente para mim, mas ao mesmo tempo de forma tão natural, que apesar de tudo quase não custou, comparado com tudo o resto - aqui estou eu de novo, a escrever para ti. Como sempre, a escrever para ti. Não sei porquê (alguma vez soube?), mas depois deste tempo todo, continuas a ser a única pessoa para quem consigo escrever. Posso não falar contigo a sério há muitos meses, como agora, e no entanto continuo a encontrar sempre o que te dizer. Mesmo que não me ouças, mesmo que não me leias, mesmo que não haja um propósito nas minhas palavras, é tudo simples: eu escrevo-te e isso acalma-me. Perco-me nas palavras e já não sei o que queria realmente dizer quando comecei este texto, mas a verdade é que isso também não interessa - eu escrevo-te, escrevo a mim mesma pelo meio, acalmo-me, e isso chega.
Talvez por saber que ainda sou capaz de escrever para ti, desde que queira - tal como estou a fazer neste preciso momento -, tenha querido há dois dias pedir-te que fosses tu a escrever para mim. Que fosses tu a deixar-me algumas palavras agora que a minha vida vai mudar novamente e uma fase completamente desconhecida vai começar. Na verdade não fizeste exactamente parte desta fase que agora acaba, e no entanto acabaste por estar sempre presente, nem que fosse nas minhas memórias, nem que fosse nas comparações que inevitavelmente faço quando alguém novo me entra pelo coração dentro. Mas a verdadeira razão pela qual eu quis que escrevesses para mim foi uma: sei que, onde quer que vá, e quanto tempo passe, tu vais estar sempre lá. Porque foste o primeiro em tantas, tantas coisas. Foste o meu primeiro amor - o mais inocente, o mais instável, o mais inconstante, o mais incompreensível, o mais maligno, o mais insuportável, o mais assustador, o mais incomensurável. O maior. E como toda a gente sabe, o primeiro amor nunca se esquece, e tu és o meu.
Como eu ia dizendo (e com a ajuda das palavras da Sara Bareilles)... something always brings me back to you. E esse something já não é amor, já não é paixão, já não é vício de ti. É só... something. Indefinível e incompreensível como tu. E no entanto faz-me sempre sentir em casa. Como tu.

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

( 365 Days Challenge )

Day 93 - What about the opposite sex can you not understand.

Acho que neste momento não percebo nada - mas isso é porque me ponho a pensar em certos espécimes em particular. Porque no geral (ou quando não me diz respeito), não são assim tão difíceis de entender.


Day 94 - Do you keep your thoughts to yourself?

Nem por isso, para o bem e para o mal.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 95 - A picture of you on a boat.

Das saudades.


Day 96 - A picture of your favorite movie.

Acho que já não tenho um. Mas adorei Safe Haven.

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( 30 Days Challenge Top 5s )

Day 15 - Top 5... magazines ever.

Quatro Quatro Dois, Cosmopolitan, Elle, Vogue e Cuore.


Day 16 - Top 5... make-up items ever.

Não sou de me maquilhar todos os dias, mas os meus essenciais, que tenho sempre à mão: batom (ou gloss), rimel, lápis preto, pó brilhante e BB cream.

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

( 365 Days Challenge )

Day 88 - Does money equal happiness?


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Day 89 - Are you self-aware?

Até demasiado, se calhar.

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Day 90 - Write a few words about yourself.

Ai, não há paciência.

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Day 91 - Name a book you read in high school that wasn't entirely awful.

Eu adoro Os Maias e já li duas vezes.

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Day 92 - What have you learned just from attending your school.

Que não se pode confiar em ninguém porque a maioria das pessoas não querem o nosso bem.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 90 - A picture of you wearing your favorite color.


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Day 91 - A picture of you and your friends playing a game.

Saudades.

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Day 92 - A picture of your school.

Sei que devia ser a atual, mas é o Liceu porque morro de saudades. E é do Liceu como ele era na minha altura...

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Day 93 - A picture of your favorite board game.

Até foi tirada por mim e tudo.

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Day 94 - A picture of you and your friends eating.

Back in 2007. Eu (de cor de rosa), Vanessa, Diogo, Sr. Mário, Lino, Ismael, Susana, Soraia, Rafaela.

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( 30 Days Challenge Top 5s )

Day 10 - Top 5... TV female characters ever.

Sem ordem definida porque são tantos e eu gosto tanto de tantos...

Emma Becker, TLG.

Bay Kennish, SaB.

Haley James-Scott, OTH.

Peyton Sawyer-Scott, OTH.

Rachel Berry, Glee.


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Day 11 - Top 5... websites ever.

Os meus maiores vícios: Twitter, Facebook, Tumblr, Goodreads e fóruns de futebol.

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Day 12 - Top 5... blogs ever.

The Blonde Salad, Tuula Vintage, Gary Pepper Girl, Song Of Style e Peace Love Shea.

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Day 13 - Top 5... people ever.

LOL! Nope.

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Day 14 - Top 5... TV/movie romances ever.

Vou ignorar os filmes, don't mind me.

5. Jack & Kate

4. Francis & Mary

3. Stefan & Elena

2. Nathan & Haley

1. Lucas & Peyton

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

( 365 Days Challenge )

Day 84 - Do you think crying is a sign of weakness or strength?

Não tem obrigatoriamente de ser uma coisa ou outra.


Day 85 - If you had the opportunity to get a message across to a large group of people, what would your message be?

"Estou prestes a acabar o curso, dêem-me emprego". Mas preferia mesmo que mo dessem.


Day 86 - What is the difference between living and existing?

Ui, que clichés que estão estas perguntas hoje. Viver é o que estou a (tentar) fazer agora, existir era o que estava a fazer há uns meses atrás. Pronto.


Day 87 - What are your views upon sex before marriage?

Ah. Ah. AH!

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 86 - A picture of someone who helped you in school.

Melhor professor de português de sempre, que me fez acreditar em mim e num grande sonho que ainda tenho por cumprir. Mas quando lá chegar - porque vou chegar - vai ser o primeiro a ser lembrado.

Day 87 - A picture of someone you grew up with.

Há quinze anos. E a foto é de 2008.

Day 88 - A picture of your dream car.

Se é para pedir, pode mesmo ser um Porsche Panamera.

Day 89 - A picture of you at a hotel.

Se o quarto do cruzeiro contar...

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( 30 Days Challenge Top 5s )

Day 6 - Top 5... activities ever.

Sem ordem definida porque depende dos dias: ver futebol, escrever, ler, ver séries, patinar (apesar de já não o fazer há demasiado tempo).


Day 7 - Top 5... colors ever.

Cor de rosa, "peach" (não há tradução satisfatória em português), azul claro, branco e verde-menta.


Day 8 - Top 5... GIFs ever.

Não é fácil escolher (só) cinco! Aqui ficam alguns dos meus preferidos, mais uma vez sem ordem definida e relembrando que faltam muitos, muitos mais.







Day 9 - Top 5... pictures you've taken ever.

Talvez não sejam as cinco preferidas, mas as cinco de que me lembrei primeiro.

 Londres em 20 de Janeiro de 2010.

 Parque del Retiro em Madrid em Abril de 2011.

 Florença em 5 de Agosto de 2008.

 Veneza em 9 de Agosto de 2008.

Playa de Areacova (e família), Aldán, 3 de Setembro de 2009.

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Pode já não importar, mas eu nunca me esqueço.
Parabéns.

As saudades ainda não passaram.

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domingo, 5 de janeiro de 2014

Hoje li um texto, cuja última frase era: "Se não sabes se o mundo lhe sobrevive, então é amor" e acho que foi das frases mais certeiras que já me calhou encontrar.
Já por duas vezes passei por essa sensação de não saber como ia continuar, eu e o mundo. E foi quando consegui finalmente perceber que havia mais para fazer e para viver que as coisas começaram a passar, até eventualmente acabarem por morrer.
Talvez seja cliché. Ou só óbvio. Mas a frase tocou-me e apeteceu-me partilhar e escrever um bocadinho sobre ela - até porque me deixou a pensar.

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( 365 Days Challenge )

Day 82 - Would you break the law to save a loved one?

Estas perguntas hipotéticas valem o que valem, mas claro que, dependendo das circunstâncias e da pessoa, em princípio sim.

Day 83 - If you had to teach something, what would you teach?

Inglês, provavelmente.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 84 - A picture of a school project.

Só porque fiquei tão orgulhosa dele.


Ponte do Rialto
Day 85 - A picture of your favorite holiday.

Como sei que já postei mil vezes as fotos de Barcelona, ficam as de Itália que foram as segundas melhores férias de sempre, e por uma margem mínima.

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( 30 Days Challenge Top 5s )

Day 5 - Top 5... desserts ever.

Ou como fazer-me uma mulher feliz.
Sem ordem definida: o "doce secreto" do meu pai, Dama Branca, tarde de limão merengada, o bolo de Ferrero Rocher do Moustache e um doce de ananás, gelatina, pudim Boca Doce e chantilly que a minha tia faz.

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sábado, 4 de janeiro de 2014

( 365 Days Challenge )

Day 81 - What is your biggest fear.

Tenho tantos - todos relacionados com o futuro - que já nem sei qual é o maior deles.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 83 - A picture of you and a teammate.

Porque esta foto está quase a fazer seis anos e ainda tenho saudades infinitas da minha Vanessa e de patinar com ela.

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