quarta-feira, 30 de outubro de 2013

49,

Hoje, é mais um daqueles dias em que infelizmente não encontro nada para dizer. Não gosto destes dias e não gosto que se tenham vindo a tornar mais frequentes ultimamente, mas não quero estar a forçar palavras que não vêm nem obrigar-me a pensar em algo interessante para escrever quando a minha vontade não é de todo essa.
Nestes dias, gosto de procurar palavras de outrem que consigam expressar um pouco do que sinto. Mesmo que nem tivesse acordado a pensar no assunto - como hoje - há sempre alguém que me consegue fazer sentir que sou compreendida, nem que seja apenas por um estranho que nunca vi nem hei-de conhecer. Hoje, foi esta crónica.

« (...) saber que se caiu no esquecimento de alguém deve ser das coisas mais tristes que podemos experimentar e sentir. A irrelevância perante a memória do outro, a noção de que não marcámos, que nada mudámos. É como se não tivéssemos existido. »

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( 365 Days Challenge )

Day 15 - A song that makes you cry and why.

Ontem apercebi-me que já não choro há muito tempo - e que há coisas que me costumavam fazer chorar na hora e que agora já não o têm feito. Três músicas que quase sempre o conseguiam era Make You Feel My Love (a cover da Adele), Don't You Remember (também da Adele) e Eet (Regina Spektor), mas há muito tempo que não o fazem.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 17 - A picture of something that has made huge impact on your life recently.

Este "recentemente" não é tão recente quanto isso, mas foi a primeira coisa em que pensei quando li "huge impact in your life". Até Junho de 2012, não fazia ideia que tipo de jornalismo queria seguir quando acabasse o meu curso - sabia que gostava de trabalhar em televisão, mas não sabia, de todo, em que área mais específica. Agora sei. E foi graças ao Euro 2012 que descobri, por isso há-de me ficar sempre na memória.

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( 30 Days Challenge )

Day 17 - Your favorite book and why.

Ah, mais uma pergunta impossível de responder - já li centenas de livros na minha vida (e não, não estou a exagerar) e sou absolutamente incapaz de escolher um. O último que li que me tocou especialmente, e muito inesperadamente, foi Chasing Daisy da Paige Toon.

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terça-feira, 29 de outubro de 2013

50,

Hoje não me apetece reclamar. Dormi pouco e acordei mais cedo do que previ e queria, mas não me apetece reclamar. Em vez do meu habitual dia livre tive uma reunião de manhã e uma reportagem à tarde, mas não me apetece reclamar.
Hoje faltam cinquenta dias para tudo isto acabar. Quando o semestre começou, faltavam cem. O que significa que estou exactamente a meio - por um lado  estou a meio, por outro ainda só vou a meio, como sempre não sei qual lado escolher. Porque tenho os meus amigos, o meu R. e o meu J. que têm estado tão presentes e têm tornado este semestre numa quantidade de dias que sei que vou querer recordar daqui a algum tempo. E sei que tenho muito trabalho pela frente até às férias, e ainda vou bater muitas vezes com a cabeça na parede ou ter vontade de me atirar pela janela com a frustração, a exaustão e tudo o mais que me possa acontecer, mas também sei que tenho de aproveitar ao máximo enquanto posso, porque não me quero arrepender de nada.
E toda a gente me diz que ainda vou ter muitas saudades disto e eu quero acreditar neles. Porque ter saudades é sinal de que foi bom.

Cinquenta.

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( 365 Days Challenge )

Day 14 - Write about something you believe in, anything at all.

Há muita qual na qual eu acreditava e, feliz ou infelizmente, deixei de acreditar. Mas há uma coisa de entre todas que eu sei, por mais coisas que aconteçam, por mais que o tempo passe, e mesmo que eu diga o contrário, que nunca vou deixar de acreditar. A resposta é basica, óbvia e nada simples: amor. Há mil e uma formas de amar. E todos os dias acredito um bocadinho mais que basta saber olhar para as pessoas certas. E não serve de absolutamente nada procurá-lo.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 16 - A picture of someone who inspires you.

Infelizmente vou passar isto à frente porque neste momento não tenho uma resposta para dar a tal pergunta.

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( 30 Days Challenge )

Day 16 - Your favorite superhero, and if you could have any power, what would you want.

Nunca fui muito de super-heróis, por acaso. Mas vou dizer o Superman só por causa do Cavill! Quanto ao poder, adorava ser invisível, ou ler mentes, ou voar.

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

51,

Ultimamente, por vários e diversos motivos, ando a pensar muito no grupo de teatro e como era quando eu lá cheguei, totalmente de paraquedas e nada à espera de ficar. A minha intenção era ir fazer companhia a um amigo durante um ensaio para ele não se sentir demasiado sozinho, só durante uma noite. Não era ficar. Mas fiquei. E depois saí. E nunca esperei voltar. Mas voltei. E ao olhar para trás, parece que andei em dois grupos completamente díspares.
Nestes últimos dias em que isto tudo me anda a passar pela cabeça, tenho sentido muitas saudades do início. De chegar lá e sermos vinte ou mais, e não nove. Sobretudo, tenho saudades das pessoas.
Tenho saudades da Rita e dos seus 1,50m ("sou das mais velhas e das mais pequenas, não há direito!"). Tenho saudades da São 2 (sim, porque havia duas) e da simpatia contagiante. Tenho saudades da Sónia, das pessoas mais naturalmente divertidas que já conheci, e do Paulo, o namorado, tão introvertido quanto ela era extrovertida. Tenho saudades da Joana e da sua voz doce e da preocupação que ela tinha sempre para com toda a gente. E depois os mais especiais. Tenho muitas saudades da Vivi, que durante os três anos que partilhámos juntas foi das pessoas que mais me apoiou, em quem mais confiei e que mais falta me faz. Tenho muitas saudades do Ricardo, que me chamava "meu amorzinho" e me mandava mensagens todos os dias, que não descansava enquanto não me via feliz e ainda hoje sinto dos melhores amigos que alguma vez tive, apesar de toda a distância e de nem saber o que é feito dele. Tenho muitas saudades do Tiago, que durante mais de dez anos foi o meu melhor amigo e de um momento para o outro se evaporou não só do grupo de teatro, mas da minha vida toda. Tenho muitas saudades da Lili, que apesar de estar comigo praticamente todas as semanas era uma pessoa diferente no teatro. Tenho muitas saudades da Tita, com quem já nem estou frequentemente e dava toda outra energia ao grupo. E tenho muitas saudades do Bé, a pessoa mais naturalmente cómica, divertida, teatral... a pessoa mais naturalmente talhada para ser actor, e a pessoa que nos animava as noites a todos, sem excepção.
Agora os resistentes somos poucos. Eu. O meu tio, que por sinal é o meu tio preferido. A Ana, que não me lembro de não conhecer, porque em todas as memórias que tenho de festas em casa dos meus tios, por mais antigas que sejam, elas está lá. E a São, que apesar de não aparecer a todos os ensaios continua a mesma tola de sempre. Depois há o Gustavo, o Gonçalo, a Ana Luísa, a Andreia e o Jaques - gosto muito de todos eles, cada um à sua maneira, e se algum deles fosse embora ia sentir muito a falta, porque agora as coisas são como são.
Mas não consigo impedir-me de ter saudades do que eram. E, infelizmente, não consigo deixar de sentir que eram melhor antigamente.

Cinquenta e um.

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( 365 Days Challenge )

Day 13 - Your favorite quote.

Não sei há quantos anos, é sempre esta - People who are meant to be together always find their way in the end.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 15 - A picture of something you want to do before you die.

Continuo na minha senda, hoje. Já fui lá como é óbvio pela foto, mas quero muito ver um jogo lá. Disse no dia em que visitei que era a minha segunda casa, e é mesmo. Magnífico.

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( 30 Days Challenge )

Day 15 - Ten celebrities you find attractive.

Douglas Booth
Fernando Torres

Gerard Piqué

Fernando Llorente
Henry Cavill
Blair Redford
Austin Butler
Sam Palladio
Jesse Spencer
Robert Pattinson
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52,

Hoje, por vários motivos, atrasei-me e não consegui escrever o texto do dia certo antes que passasse a meia-noite. Mas também não tinha nada de muito especial a dizer.
O dia ficou marcado pelo futebol - primeiro o Chelsea vs. Manchester City, depois o Porto vs. Sporting, dois jogos carregados de emoção e, felizmente para mim, vitórias das duas equipas que jogaram de azul.
Sei que não falo muito disto aqui, até porque quando sinto necessidade de escrever sobre o tema posso fazê-lo noutros locais que felizmente me dão a oportunidade de me exprimir, mas hoje sinto que preciso, porque hoje o futebol mostrou-me, de novo, porque é que me faz tão feliz.
Fernando Torres. O meu jogador preferido desde que me lembro, o primeiro que me fez ligar a TV para ver um jogo em que ele estivesse presente. E entre altos e baixos, continuou sempre a ser o mais especial, o mais tudo. E sempre acreditei que um dia ia regressar e provar a toda a gente o quão errados estavam ao gozar continuamente com ele, ao dizer que ele estava acabado e ia acabar a carreira num qualquer clube de que ninguém quer saber.
Hoje, ele calou muitas bocas. E fez de mim uma mulher um bocadinho mais feliz. Como o faz sempre que marca um golo ou joga da forma brilhante que o fez hoje.
Nem toda a gente compreende o que eu sinto neste momento. Mas precisava de o escrever nem que fosse para um dia mais tarde eu também me lembrar. E por agora, é só.

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domingo, 27 de outubro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 12 - The best advice you've ever heard, or even been given.

Tal como ontem não sabia ao certo o mais errado, hoje não sei de todo qual foi o mais certo. Recebo tantos conselhos todos os dias, sobretudo da S. e da C., que se torna complicado escolher o melhor de sempre, ainda por cima tendo em conta que são sempre diferentes dependendo das situações.
Mas, pela originalidade e pelo ponto de vista muito próprio, posso dizer que os conselhos que mais gosto de receber vêm sempre da Prof. F. - e muitas vezes são os que custam mais ouvir, mas também são aqueles que posso ter a certeza que me são dados com tanta honestidade quanto possível.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 14 - A picture of your favorite store.

Não tenho uma loja favorita. Mas vou dizer a ZARA, porque é onde ultimamente tenho feito mais compras. E a da foto é a ZARA do Passeig de Gràcia, só porque é em Barcelona, logo torna-se automaticamente na favorita.

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( 30 Days Challenge )

Day 14 - A picture of you when you were little and things you still have common with yourself.

Acho que o mais óbvio são os olhos! E provavelmente ainda faço a mesma expressão.

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sábado, 26 de outubro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 11 - The worst advice you've ever heard or ever been given.

Não sei ao certo se será o pior de sempre, mas o que me veio primeiro à cabeça foi aquele que já ouvi tantas vezes, que é o que me dizem quando estou a tentar ultrapassar algo - ou melhor, alguém! - e me aconselham vivamente a envolver-me com outra pessoa. Pode funcionar muito bem para muito boa gente, mas comigo não vai lá assim. Comigo só vai lá quando me consigo voltar a focar só em mim e no que é, objectivamente, melhor para mim; comigo só vai lá quando percebo que não preciso de ninguém para conseguir ser feliz e quando meto finalmente na cabeça que tenho de andar para a frente. Pode demorar mais, mas é mais eficaz e faz com que não dependa de absolutamente ninguém para além de mim mesma.

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( 100 Days Challenge )

Day 13 - A picture of your favorite band or artist.

Como já disse antes, não tenho neste momento uma banda nem um artista preferido. Mas adoro, muito muito, a Lea Michele, pela voz fantástica e pela maneira como interpreta as músicas e também como as representa, em Glee.

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( 30 Days Challenge )

Day 13 - A song that you can relate to most right now.

Nunca pensei que fosse chegar o dia em que a Katy Perry me ia ser útil.

You change your mind like a girl changes clothes
Yeah you PMS, like a bitch I would know
And you overthink, always speak cryptically
I should know that you're no good

Cause you're hot then you're cold
You're yes then you're no
You're in and you're out
You're up and you're down

You're wrong when it's right
It's black and it's white
(...)
You don't really wanna stay, no
But you don't really go, oh

(...)

Someone call the doctor
Got a case of love bipolar
Stuck on a roller coaster
Can't get off this ride

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53 (ou pessoas hot and cold),

Pessoas hot and cold são aquele tipo de pessoas que mais parecem bipolares. Ora estão bem, ora estão mal. Ora estão mais carinhosas, ora estão mais brutas. Ora estão queridas, ora estão frias. Ora estão próximas, ora estão distantes. Ora estão interessadas em tudo o que dizemos, ora parecem nem ter vontade de nos ouvir. Ora estão nitidamente com vontade de nos tocar, ora fogem de nós a sete pés.
Em resumo, pessoas hot and cold são aquele tipo de pessoas das quais nunca sabemos o que esperar. Nunca sabemos com o que podemos contar delas. Nunca sabemos o humor com que vão estar, a paciência que vão ter, a atenção que nos vão dar ou se nos vão deixar mais felizes ou mais tristes por termos estado com elas.
Não me considero uma pessoa de muita sorte em termos amorosos - nem consigo, depois de tudo aquilo por que tenho passado. Sendo assim, que melhor havia de me calhar na rifa do que uma destas pessoas hot and cold?
Eu explico: é tal e qual uma viagem numa montanha-russa de olhos vendados. Nunca se sabe ao certo se vamos subir ou descer, guinar para a esquerda ou para a direita, cair a pique e em desespero ou subir gloriosamente no sentido da felicidade. Também serve comparar com o jogo da cabra-cega... andamos sempre às voltas, a tentar perceber onde é seguro pisar, por onde é seguro ir, a tentar agarrar outra pessoa.
Basicamente, nunca se sabe nada. E se por vezes essa falta de segurança, essa aventura, essa descoberta do desconhecido tem muita piada, outras vezes só nos deixa exauridos e com vontade de dar dois estalos à pessoa e dizer-lhe, Decide-te de uma vez porque eu tenho mais que fazer, caramba!

E hoje é mesmo isso: decide-te de uma vez, caramba!

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 10 - What you think when you hear the words "be yourself".

Uma frase inspiracional que dizem em praticamente todas as séries que vejo e livros que leio? Enfim. Significa não se tentar ser aquilo que não se é e não ter vergonha nem querer esconder quem realmente somos.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 12 - A picture of something you love.

O meu Jimmy.

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( 30 Days Challenge )

Day 12 - Your favorite song and why?

Em tempos - durante anos! - foi a Creep dos Radiohead. Depois, passou a ser Sex On Fire dos Kings of Leon. E até há uns meses era Everything do Michael Bublé. E cada uma tinha a sua razão muito pessoal. Hoje em dia? Não sei, sinceramente. Acho que não tenho uma só música favorita, tenho muitas.

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54,

Olhar para a data, hoje, deixou-me um bocadinho triste. Hoje seriam nove meses, e hoje é dia 25 e é sexta feira, tal como naquele primeiro dia - ou naquela primeira noite.
Mas não fiquei triste por já não o ter. Já não tenho saudades dele e não consigo gostar da pessoa em que ele se tornou, ou talvez da pessoa que ele realmente sempre foi, mas escondeu ser durante alguns meses. Mas sinto falta de ter alguém sempre do meu lado. Sinto falta de ter algo que, por mais que tudo o resto estivesse mal, me dava força e ânimo e era uma fonte de felicidade. Sinto falta de me sentir realmente feliz.
Sinto falta de estar apaixonada.

E hoje é sexta feira e eu já não estou nervosa.

Cinquenta e quatro.

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 09 - Things that make you happy.

A minha família. Os meus amigos. Cantar. Dançar. As minhas séries. Os ensaios de teatro. Surpresas boas. Matar saudades. Abraços apertados. Receber postais para a minha colecção. Chocolate. Miminhos. Fins de semana. Dias só para mim. Fazer compras. Ir ao cinema. O Douglas Booth. Quando o Torres marca golos. Quando o Messi bate recordes. Quando o Barça/Porto/Chelsea ganham. Quando elogiam o que escrevo. Quando consigo realizar os meus objectivos e sonhos, por mais pequeninos que possam ser.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 11 - A picture of something you hate.

Não vale a pena descrever.

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( 30 Days Challenge )

Day 11 - Things you want to say to three people.

Gostava de ser capaz de perguntar ao G. o que realmente vai na cabeça dele.
Gostava de fazer a B. perceber o quanto me faz falta e o quão mais vazia a minha vida ficou sem ela.
Gostava de poder dizer ao J. tudo o que está entaladinho na minha garganta há meses.

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55,

Nunca fui de me deixar ir abaixo com a pressão de trabalhos, e sempre me orgulhei de ser capaz de me manter organizada não só na faculdade, mas também no resto da minha vida, mesmo quando tinha imenso para fazer. É o terceiro dia desta semana que chego a casa e não tenho tempo para mim, não tenho tempo para simplesmente parar, sentar-me em frente ao PC e ver um episódio de uma série, ou ficar simplesmente a olhar para nada. Há artigos para escrever, contactos para fazer, reportagens para começar, outras para editar, outras para entregar; há relatórios de contas para analisar, há excertos de livros para ler e comentar, há imagens e sons para montar, há trabalhos que são para entregar daqui a um mês mas que já têm de ser pensados e esboçados... há mil e uma coisas, grandes e pequenas, que têm de ficar prontas o mais cedo possível e a minha cabeça ameaça explodir a qualquer momento. É a terceira vez esta semana que chego a casa e preciso de tomar um comprimido para aliviar as dores de cabeça, porque nem quando me deito sou capaz de desligar o cérebro e acabo por descansar pouco ou nada.
Só quero que esta semana acabe e a outra me dê mais calma, mais paz e mais sossego. Porque assim... assim não dá.

Cinquenta e cinco.

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

56,

Saí de casa às 9h e regressei às 17h30. Um dia normal de trabalho - se não tivesse percorrido meio Porto, com uma câmara de filmar e um tripé às costas em parte do caminho, com chuva em metade do tempo. E durante todas essas horas, nunca estive sozinha. Cheguei a casa, e apesar de estar no meu quarto, não estou realmente sozinha. E cansa.
Não gosto de solidão. Mas gosto de ter pelo menos uma ou duas horas no meu dia só para mim, sem falar com ninguém, sem ouvir ninguém, sem ver ninguém. Eu, as minhas séries, o meu blog... tudo o que me apetecer fazer, mas sem mais ninguém por perto. E hoje foi um daqueles dias em que isso foi impossível de acontecer, e ainda que seja só um dia em muitos, é frustrante.
Prezo muito a minha liberdade. É por isso que o tempo custa tanto a passar - porque cada vez se aproxima mais o dia em que a vou finalmente obter. E nem isso me anima, hoje.

Cinquenta e seis.

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( 365 Days Challenge )

Day 08 - Things that make you sad.

Deixa-me triste que neste momento esteja obrigada a ter pessoas na minha vida que só me trazem problemas. Deixa-me triste que as pessoas nem sempre tenham aquilo que merecem, quer de bom quer de mau. Deixa-me triste que não esteja em casa, com os meus pais, o meu irmão, a minha família toda e os meus amigos. Deixa-me triste que não consiga encontrar grande motivação para acabar o meu curso, agora que falta tão pouco tempo. Deixa-me triste que todos os dias sejam pesados e cansativos e que não retire um bocadinho mais de realização das coisas que tenho de fazer. Deixa-me triste pensar no passado e em coisas e pessoas que perdi.

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( 100 Days Picture Challenge )

Aldán 2009
Day 10 - A picture of someone you do the craziest things with.

Ultimamente não tenho feito muitas coisas loucas - se calhar, ou de certeza, porque ela está em Lisboa há mais de um ano e a distância pesa. Mas é ela, sempre ela.

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( 30 Days Challenge )

Day 10 - Describe your room.

Esta foto é de 2010 e está tudo muito igual - mudaram as almofadas e as pilhas de livros aumentaram de quantidade e de tamanho.

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

57,

Há dias tão vazios, que não há simplesmente nada a dizer.
Não por cansaço. Nem por tristeza.
Só pelo vazio.
Por isso mais vale deixar as palavras de outrem falar por nós.

Entraste na casa do meu corpo
desarrumaste as salas todas
e já não sei quem sou, onde estou.
O amor sabe. O amor é um pássaro cego
que nunca se perde no seu voo.

(Casimiro de Brito)

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( 365 Days Challenge )

Day 07 - A show or a movie that has changed you, and how.

Nunca encontrei uma série que me marcasse tanto como OTH, muito menos uma série que me marcasse mais, claro está. Provavelmente teve muito a ver com a pessoa que eu era e a fase em que estava quando comecei a ver a série, mas a verdade é que nunca mais vi nenhuma igual. Nunca mais chorei da mesma forma com uma série e nunca mais me apeguei a personagens tanto como a estas, sobretudo à Peyton, à Haley, ao Lucas e à Brooke, por esta ordem. Nunca tive coragem de rever a série por completo, mas um dia destes vou-me dedicar a fazê-lo mesmo a sério.

People who are meant to be together always find their way in the end.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 09 - A picture of the person who has gotten you through the most.

Não quero ficar triste nem escrever grandes textos porque, simplesmente, não vale a pena. São os melhores pais do mundo e tenho muita, muita sorte por os ter.

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( 30 Days Challenge )

Day 09 - The movie that most reminds you of your childhood.

Todos os filmes da Disney que saíram a partir de 1993 lembram-me da minha infância, tão feliz que ela foi. Os meus preferidos eram a Cinderela, a Pocahontas e a Anastasia.

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

58,

Mais uma semana. Para além desta, faltam mais sete. É demasiado. E só de pensar no que me espera até lá, a minha vontade é esconder-me debaixo dos lençóis e não acordar mais. Fazer o tempo passar em fast forward até finalmente me livrar disto tudo.
É por isso que custa tanto. Porque mesmo estando rodeada de dezenas de pessoas, mesmo tendo os meus amigos ali mesmo ao lado, aqui eu continuo a sentir-me permanentemente sozinha. É o terceiro ano a morar nesta cidade e não consigo senti-la como a minha casa. Não consigo, sequer, pensar em um dia mais tarde vir para aqui trabalhar, porque sei que vou ter sempre a memória destes dias e não vou querer, de todo repeti-los.
E custa ainda mais porque quando estas sete semanas passarem, vou ficar livre. Acabam-se as aulas, acabam-se os encontros forçados com pessoas que não quero ver, acabam-se - espero eu - as intrigas e as confusões. Chega a minha paz; e mesmo que não seja duradoura, vai ser sempre melhor do que estar aqui.
Toda a gente me tenta dar força, repetem-me que falta pouco tempo e é o último esforço. Se eu estivesse de fora, provavelmente diria o mesmo. Mas não consigo. É o último esforço, sim, mas há dias em que sinto o peso do mundo inteiro nos meus ombros.
E já estou demasiado cansada para querer tentar suportá-lo, sobretudo sozinha.

Cinquenta e oito.

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( 365 Days Challenge )

Day 06 - Something you would like to change about yourself.

Fiquei algum tempo a pensar nisto. E acho que neste momento, gostava de ser capaz de deixar de me preocupar tanto com pessoas que merecem tão pouco - não que me preocupe com o bem-estar delas per se, mas são um peso constante nos meus pensamentos, porque não me consigo libertar delas. Gostava de poder explodir de uma vez por todas e fazê-las desaparecer da minha vida.

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( 100 Days Picture Challenge )

Day 08 - A picture of your most treasured item.

Noutros tempos, teria dito, sem hesitar, o caderno onde desabafava as minhas mágoas todos os dias - mas infelizmente esses tempos já lá vão e o caderno já não tem uso há muitos meses. Agora, podia dizer o meu computador, o meu telemóvel ou o meu e-reader. São os três objectos aos quais dou mais uso e sou incapaz de passar um dia sem eles. Mas não me parece bonito o suficiente. Por isso aqui fica - prenda de anos da minha mãe, e pela história, fica sempre no coração.

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( 30 Days Challenge )

Day 08 - Your favorite movie and why.

Não sei se ainda tenho um filme favorito. Já tive A Vida É Bela, Remember Me e Dear John, em determinados momentos, porque me identificava com eles de alguma maneira ou simplesmente porque me tocaram mais do que os outros filmes. Neste momento isso já não acontece - já os vi tantas e tantas vezes que acabaram por perder algum significado, apesar de ainda estarem na lista dos favoritos.
Ora, este Verão vi alguns filmes e LOL foi, sem dúvida, aquele de que mais gostei. Não sei explicar porquê - sim, o Douglas Booth é lindo de morrer e não me canso de olhar para ele, mas não sou grande fã da Miley Cyrus e a história, apesar de engraçada e até bonita, também não é especialmente fantástica. No entanto, adorei o filme, do primeiro ao último segundo. Por isso, e como não me lembro de outro que tenha visto recentemente e me tenha marcado, aqui fica.

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domingo, 20 de outubro de 2013

59,

Na sexta feira, em conversa, a E. disse que não tinha tempo nem para respirar, porque estava cheia de coisas para fazer. E o meu tio disse-lhe, O tempo é uma invenção nossa. Fomos nós que o criámos. O tempo na verdade não existe. Agora dizes que não tens tempo, mas se arranjasses um namorado novo já ias ter todo o tempo do mundo... para ele. As pessoas têm tempo para o que precisam. E sabes, não sei se o tempo foi uma invenção assim tão boa. É útil todos os dias, claro. Mas também faz sofrer muito - quer por passar demasiado depressa, quer por demorar demasiado a passar.
Fiquei com estas palavras presas na cabeça desde essa noite. Sobretudo porque me encontro numa contagem decrescente constante, e apesar de todos os dias retirar um número ao do dia anterior, o tempo nunca mais passa.
Lembro-me que quando comecei esta contagem, quando aqui escrevi o primeiro texto, faltavam 100 dias. Hoje, faltam 59. Por um lado parece que já passou uma grande parte, e que passou rápido. Mas depois... depois olho melhor para a data e reparo que ainda não passou nem sequer metade. E que ainda faltam DOIS meses. E que ainda não começou a parte do semestre em que vou estar tão submergida em trabalho que só vou querer chegar a casa, fechar-me no quarto e não ver nem falar com ninguém até ao dia seguinte. E aí desespero novamente.
E hoje, ao chegar aqui depois de uma semana - tão feliz, apesar de tudo - em casa, o meu coração estava apertadinho no peito e foi muito difícil quebrar o abraço que dei ao meu pai.
Só quero - preciso - que os próximos cinco dias passem rápido.

Cinquenta e nove.

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( 365 Days Challenge )

Day 05 - Something you would change about the world.

Parece daquelas perguntas parvas que perguntam sempre às concorrentes nos concursos de beleza. Não sei o que queria mudar no mundo - podia dizer acabar com as guerras, a fome e tudo o mais, mas estaria a ser hipócrita. Não que isso não me preocupe, ou não me toque e faça sentir revoltada com a injustiça. Mas não é a primeira coisa em que penso. O que me vem primeiro à cabeça, é que gostava que o karma actuasse mais depressa sobre certos indivíduos que andam neste mundo e como único objectivo só têm destruir a vida e a felicidade de quem os rodeia.

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( 100 Days Picture Challenge )


Day 07 - A picture that makes you laugh.

Não sei se há uma imagem que me faça rir instantaneamente. Mas há muitas que me fazem sorrir, e muitas dessas fazem-me sorrir de saudades. Esta é só um exemplo, apesar dos seis anos que já tem.

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( 30 Days Challenge )

Day 07 - Talk about ten of your friends and post a picture of them.

Dez amigos... é difícil circunscrever. Mas vou tentar, baseando-me neste preciso momento da minha vida. E não o vou fazer por nenhuma ordem específica, ninguém à frente de ninguém.

Sara. Porque há muitos meses que, em todos os momentos bons ou maus, é quem mais tem estado presente. Porque, ainda que nem sempre em pessoa, consegue sempre compreender-me, porque me percebe como quase mais ninguém e na fase mais difícil deste ano, foi quem mais esteve lá para mim.

Catarina. Porque nos últimos dois meses, mais ou menos, tem estado também presente em todos os momentos, sempre que foi preciso, e sempre que não foi. Porque é uma das raríssimas provas, na minha vida, de que nem sempre as minhas primeiras impressões estão certas... e neste caso, ainda bem.

Sara. Porque é a minha amizade mais duradoura. Porque nos afastámos muito durante o ano que passou, mas voltámos a ser exactamente o que éramos - se calhar ainda mais próximas! - durante este Verão.Porque temos mais memórias do que consigo contar e são todas felizes.  Porque não consigo lembrar-me da minha vida sem ela estar presente e não quero ter de o fazer.

Ricardo. Porque tem sido a minha grande salvação este ano lectivo. Porque não consigo estar mal humorada com ele por perto. Porque me mantém a salvo da loucura que é a minha faculdade e as pessoas que lá estão. Porque nunca me deixou sozinha. Porque está sempre lá quando é preciso.

Jorge. Porque também ele tem estado sempre lá para mim quando é preciso. Porque também ele não me tem deixado sozinha. E porque admiro muito a sua maneira de ser, sempre honesto e sincero acima de tudo.

Pedro. Porque, depois de todas as confusões durante os primeiros meses deste ano, voltou a conseguir ganhar a minha confiança. Porque me atura durante muitas horas por dia, quer eu esteja bem humorada, quer eu esteja com vontade de partir tudo à minha frente. Porque, com toda a parvoíce à mistura, consegue sempre arrancar-me um sorriso... e elevar-me o ego quando é preciso.

Lili. Porque nas últimas semanas temos passado mais tempo juntas. Porque sabe sempre bem ter amigos na própria família. Porque vem aí um bebé e só a perspectiva de um primo novo já me deixa mais feliz todos os dias. Porque depois de tudo e apesar de tudo, temos muito em comum.

Catarina e Ana. Porque as minhas noites de sexta não seriam o mesmo sem elas. Porque ainda que nem sempre reparem que o estão a fazer, têm-me dito muitas vezes a coisa certa, na hora certa. Porque conseguem sempre distrair-me e animar-me. Porque sabe bem ter amigas mais velhas que nos mostrem outras facetas da vida.

Beny. Porque ter voltado a escrever neste blog faz-me sempre sentir mais próxima dos meus tempos do secundário e dos amigos que lá fiz, e faz com que as saudades deles e de tudo aumentem ainda mais. Porque tenho saudades dos abraços apertadinhos que ela me dava quando sabia que eu precisava. Porque tenho saudades das conversas infindáveis. Porque até tenho saudades das discussões parvas. Porque é a minha chèvre de merde e há dias em que me faz muita falta, e eu já não sei como o dizer.

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sábado, 19 de outubro de 2013

( 365 Days Challenge )

Day 04 - How you think your life would change if you achieved your dream.

Tenho muitos sonhos. E alguns deles, se se realizassem, mudavam-me realmente a vida. Por completo. E o maior deles, neste momento, tornava-me na pessoa mais feliz do mundo.

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( 100 Days Picture Challenge )


Day 06 - A picture of a person you'd love to trade places with for a day.

Sinceramente, estive mesmo muito tempo a pensar nesta pergunta, e não arranjei uma resposta recente, por um motivo simples - apesar de tudo, eu não queria trocar a minha vida com ninguém. Mas, bem, por um dia... digamos que não me importava nada de ser a Olalla Domínguez, só para ser casada com o Fernando Torres. É parvo? Sim. É a vida. Isto chama-se puro fangirling.

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( 30 Days Challenge )

Day 06 - Talk about the person you like.

Que ironia isto calhar hoje, de entre todos os dias. É só.

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60,

Hoje já não ia à espera de nada. Estava nervosa? Sim, muito. Mas não estava à espera de nada. E ainda bem. Porque nada foi a palavra certa para a noite de hoje.
Há momentos em que ainda sinto qualquer coisa de diferente, nos olhares, nos sorrisos, no toque. Mas o resto... Não percebo. Não percebo o que aconteceu para há duas semanas ter chegado a casa praticamente com uma certeza - e eu não sou louca nem sonhei acordada - e depois disso... nada.
Na semana passada doeu mais, se calhar porque as minhas expectativas também eram bem maiores. Hoje, apesar dos nervos, ia mais calma, mais serena, menos expectante, menos ansiosa. E ainda bem.
Agora? Agora não sei. Não sei se há muito que eu possa fazer - também perco por ser tímida, eu sei. Por não ser mais explícita. Mas... são tudo e se e talvez, e eu não quero viver na indecisão, na confusão, no mundo dos talvez.
Custa. Mas estou calma. Tenho muitas semanas de ensaios à minha frente. Muitas noites e tardes em que o vou ver, em que vou estar com ele. Tenho muito tempo à minha frente, todo o tempo do mundo. E continuo a acreditar piamente que o que tem de ser, tem muita força.

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

61,

Tentei ao máximo não pensar demasiado, não tentar tirar conclusões, não analisar cada pormenor. Tentei ao máximo distrair-me, não encher a minha cabeça só com isto, não me debruçar demasiado sobre o incerto. E tentei ao máximo não ser demasiado optimista, nem demasiado negativa.
Sempre ouvi dizer que o que tem de ser, tem muita força. O que tem de ser, será. E que assim seja.

Mas hoje estou muito nervosa.

Sessenta e um.

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( 365 Days Challenge )

Day 03 - What you think your reason for being here is.

Há uns anos, no início do secundário, adorava escrever textos existencialistas a tentar perceber porque é que estou aqui, qual é o meu destino e essas coisas todas. Agora, odeio sequer pensar nisso. Não sei se tenho uma razão concreta para estar aqui. E não sei, definitivamente, para onde vou. And that's that.

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( 100 Days Picture Challenge )


Day 05 - A picture of your favorite memory.

Neste momento não sei, honestamente, qual é a minha memória favorita. E sinceramente, acho que qualquer uma das minhas verdadeiras memórias favoritas não estão fotografadas, por diversos motivos.
Fica aqui uma foto de umas das melhores férias que já tive, em 2009, em Aldán. Uns quantos dias maravilhosos longe de tudo e com aqueles que mais importam - e como se pode ver pela água, era quase como estar no Hawaii. Quem me dera voltar.

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( 30 Days Challenge )

Day 05 - Discuss your feelings about the word "love".

Acho que este não é, de todo, o melhor momento para falar disso, quando a minha cabeça é uma confusão. No entanto, e de uma maneira geral... o amor é a melhor coisa do mundo. Por isso é que me tem feito sofrer tanto... por acontecer e depois acabar. Mas não é hora de pensar nessas coisas - o amor é a melhor coisa do mundo. E a única coisa que vale realmente a pena.

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

62,

Quando me dá para pensar nisto tudo com calma - e são muitas vezes... - chego sempre à mesma conclusão: nunca passei por nada assim. Acho que é natural, quando uma pessoa nova aparece na nossa vida, pensarmos isto, pensarmos que nunca vivemos nada igual, que é tudo novo. E é mesmo. Mas desta vez... é mesmo.
O conjunto de circunstâncias é completamente diferente. Todos os pormenores que vou descobrindo são completamente diferentes. Até as coincidências que costumo descobrir não têm nada a ver com o que me tem acontecido até agora. E quando peso tudo na minha balança, o resultado é positivo - é bom que isto seja tudo novo, por mais assustador que possa ser. Porque assim evito fazer comparações, evito tentar encontrar padrões no que não pode, nem deve, ser estandardizado.
Mas isto também significa que não tenho base de sustentação, não tenho onde me agarrar para saber o que fazer. Vou às cegas. E cheia de medo. Mas vou. E seja o que Deus quiser.

Hand to heart
Heart to hand
My hand to you

Rust or gold, you decide
What you see, what you hold
Let it burn there in your hand
Watch it grow, watch it grow

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