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"It's the most maddening, beautiful, magical, horrible, painful, wonderful, joyous thing in the world. Love."
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
Foi um fim de semana extremamente confuso. Acho que, no fundo, há muita coisa que se mantém igual, mas ao mesmo tempo está tudo diferente. Desde o que ouço, ao que digo e à maneira como reajo, aquela parte que eu não mostro - e sobretudo porque não posso. Hoje passei o dia com uma sensação de abandono e desilusão que se esvaiu um pouco mais ao fim do dia porque, de certa forma, fui reconfortada. No entanto, a incerteza persiste e dói.
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
( 19 )
Hoje é um daqueles dias em que sei, à partida, que não vou encontrar palavras para dizer tudo aquilo que gostava de dizer. Ou, por outra, não vou ser capaz de encontrar as palavras certas, aquelas que vão acertar em cheio e transmitir o que sinto.
Porque a verdade é que, por muito que o tempo passe, há coisas que nunca, nunca mudam. Há dois anos escrevi um enorme texto do qual a única coisa com a qual me relaciono, hoje, é que "Sempre disse que nós seríamos para sempre... e ainda acredito nisso". Há um ano escrevi um texto mais pequenino mas com o qual ainda me consigo identificar quase totalmente.
Hoje o dia é teu, por isso não vou fazer deste texto mais meu do que o que ele deve ser. Mas nunca consigo deixar de relevar o quanto eu continuo a gostar de ti, o quanto continuas a ser das pessoas mais importantes do meu mundo, o quanto eu me lembro de ti, todos os dias, sempre, sempre, sempre. E sempre é a palavra de ordem... porque há uma palavra que se mantém há mais de quatro anos, e acredito que vou continuar a poder dizê-la sempre, sejam quais forem as circunstâncias. Espero que saibas qual ela é, ainda que não a sintas.
Parabéns.
Continuas a ter o sorriso mais bonito do mundo.
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sábado, 26 de novembro de 2011
( Jorge )
Sem me alongar muito, devo dizer que há aquelas pessoas que sabemos, desde o momento em que as conhecemos, que vão ser especiais de alguma maneira. E contigo foi assim - desde o primeiro momento senti que eras diferente das outras pessoas, sobretudo pela tua maneira de ser comigo, pela tua simpatia. Foste das primeiras pessoas de quem gostei quando cheguei à faculdade e és das poucas em quem já tenho absoluta confiança para mostrar o que sou e posso ser.
Parabéns. Ainda vais ter mais uns aninhos pela frente para me aturar! :p
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domingo, 13 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
É-me tão difícil acreditar na verdade. Mesmo quando ela está à frente dos meus olhos. Mesmo quando já a comprovei mais que uma vez. Mesmo quando sei que é melhor assim.
Mas a mentira é muito mais doce. Muito mais fácil de querer. Muito mais fácil de proteger e de guardar. Muito mais fácil de carregar.
E agora? Não sei. Já não sou dona de mim.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
é só para informar ...
... que me apaixonei.
Pelo meu gatinho.
Pelo meu gatinho.
Que tem dois meses.
E é a coisa mais minúscula, adorável e querida que já se viu neste mundo.
Para breve fotos e o nome que lhe dermos.
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Pela primeira vez fiz a coisa certa. Porque começo a respeitar-me. Porque começo a cuidar de mim. Porque começo a gostar mais de mim e a pôr-me em primeiro lugar, para variar. Talvez devesse estar orgulhosa, feliz - e se isto tivesse acontecido há exactamente uma semana, era assim que me tinha sentido.
Mas hoje não. Hoje arrependo-me por ter feito o que nunca fiz antes. Ou por não ter feito aquilo que sempre fiz. Hoje dói, porque este fim de semana conseguiu fazer com que os progressos que eu tinha feito até aqui voltassem quase, quase à estaca zero.
E agora, para além do nada, resta-me apenas a esperança que a semana me corra bem e me consiga distrair. Já não posso pedir mais nada para além disso. E é só isso que me posso permitir querer.
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domingo, 30 de outubro de 2011
( SobreSALTOS )
Há exactamente três dias, por esta hora, estávamos nós em cima do palco, no meio do silêncio, a prepararmo-nos para a entrada do público. Que encheu a sala logo a seguir.
As minhas mãos tremiam imenso, o meu coração estava a meio caminho entre o meu peito e a minha boca, as minhas pernas mal me conseguiam segurar em cima dos meus saltos altos. Mas mal as luzes do palco se acenderam e comecei a dançar, de sorriso na cara, os nervos foram-se esvaindo a pouco e pouco. Tal como me acontece sempre que estou no meu elemento.
Foram 80 minutos de espectáculo. No entanto, eu não diria que tinha passado, sequer, meia hora. O tempo voou, como acontece sempre que estou a fazer algo que gosto, e quando dei por ela já tinha acabado, já o público estava de pé a bater-nos palmas e eu a chorar de alegria por tudo ter corrido tão bem, e porque pela primeira vez em muito tempo as palmas eram para mim. Estava cheia de alegria mas também de orgulho - foram cinco meses de esforços e sacrifícios e aqueles 80 minutos valeram completamente a pena. E hão-de valer sempre, mesmo que não voltemos a repetir o espectáculo.
Passaram-se três dias e ainda estou feliz e orgulhosa de mim. E sobretudo de nós. Fomos maravilhosos - e digo-o com a certeza que é verdade.
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Tenho uma espécie de relação de amor-ódio com tempestades. Adoro raios e coriscos, adoro aquela sensação de energia no ar, adoro adormecer ao som da chuva e dos trovões, adoro estar protegida e quente dentro de casa enquanto o mundo acaba lá fora. Mas ao mesmo tempo assusta-me imenso a força da Natureza, assusta-me a violência com que as coisas por vezes acontecem, assusta-me o quão próximos por vezes os raios estão... no sentido literal e figurativo.
Nunca vi chover tanto como nesta última semana. Choveu o suficiente para inundar o palco do meu Teatro querido, o suficiente para parar o nosso ensaio, para temermos ter de cancelar o espectáculo, para toda a gente se ir refugiar no camarim enquanto o céu desabava lá fora - e cá dentro também, um pouco.
Mas eu não. Eu deitei-me no chão do palco, na zona em que conseguia andar sem me molhar, e deitei-me a olhar lá para cima, para as profundezas do tecto do teatro. Para os panos, as luzes, os fios, as varas, tudo aquilo que está escondido do público e que contribui para a magia que ocorre durante os espectáculos. Foi a primeira vez que me senti totalmente em casa em cima de um palco. E naquele momento desapareceu tudo - os nervos, as preocupações, os medos, as inseguranças... desapareceu tudo. Ficou só a enorme vontade de lá estar amanhã à noite.
E vou fazer de tudo para brilhar. Não eu particularmente, mas o nosso "SobreSALTOS". Porque nós merecemos.
( 26.10.2011 )
( 26.10.2011 )
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Se isto tudo tivesse acontecido há um mês, ou provavelmente até há bem menos tempo do que isso, eu ia estar destruída, e a passar os meus dias meio apática, sem reagir nem me importar muito com tudo o resto a passar-se à minha volta.Mas agora já não. Agora que estou a aprender a gostar de mim em primeiro lugar, e que até estou a ser bem sucedida, consigo aperceber-me melhor de que há mais mundo para além de uma só pessoa. Tenho os meus amigos, recentes e antigos. Tenho a minha vida nova, que nunca é uma rotina. Tenho imensas coisas com as quais me distrair durante grande parte do meu dia e só quando chega a noite, esta hora da noite em que estou sozinha e rodeada de silêncio, é que penso no quanto há certas coisas muito erradas, em comparação com outras que andam a bater tão certo.
Ontem devia ter sido um dia terrível, por vários motivos. Devia, talvez. Mas não foi. Foi um dia como outro qualquer, ou quase. Dormi bem. Acordei bem. Estive bem grande parte do dia. Até que aconteceu o inesperado. Até que o meu coração se sobressaltou. Até que fiquei quase em lágrimas por não saber o que fazer, o que dizer.
E no fundo sinto-me mal apenas porque não me sinto excessivamente mal (e isto faz algum sentido?). No fundo, está a acontecer-me algo que nunca me tinha acontecido numa situação deste género e não sei lidar com ela. Porque aquilo a que o meu cérebro, o meu corpo e sobretudo o meu coração, se tinham habituado, era a sofrer imenso, a sangrar e a doer de cada vez que algo assim acontecia (e foram tantas e tantas vezes...). Mas desta vez não. Desta vez não sofri. Simplesmente olhei, confirmei, aceitei, interiorizei. E não doeu. Muito. Doeu apenas o suficiente para me abalar um pouco, mas consigo continuar a dizer que estou bem. E estou.
Mas não sei lidar com a insistência. Até porque já não sei ao certo se ainda quero isto. Já não sei nada ao certo. Sei que não me quero magoar mais. E sei que se ainda havia uma réstia de confiança, agora não sobra nada. E sei que não vou voltar.
« Last fall, you said we couldn't be together and I believed you.
But every time I try to move on, you're right there. »
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domingo, 23 de outubro de 2011
Há muito tempo que não era capaz de dizer "sim, estou bem" e estar verdadeiramente bem. E agora consigo. Passo os meus dias sempre bem, porque tenho sempre algo ou alguém que me distrai e, inconscientemente, me ajuda a estar bem. E a não pensar demasiado naquilo que me faz mal. E a não pensar "neste dia, há x tempo, eu estava..." e afins. Por isso sim, a verdade é que eu estou bem. Talvez até possa dizer que estou muito bem. E se não estou feliz, estou perto disso.
Mas há sempre uma pequena peça que falta. Às vezes parece tão pequena que quase se poderia chamar um mero pormenor. A questão é que muitas vezes são os mais pequenos pormenores que mais fazem a diferença... e este pode considerar-se um deles. Não sempre, mas muitas vezes.
E hoje, depois do que aconteceu, voltei a sentir muita falta desse pormenor. Desse calorzinho no coração. Dessa luzinha que me aquecia por dentro e por fora e me dava outro ânimo, outra energia. Outra vida.
Hoje, mais do que alguma vez nestas últimas quatro semanas, bateu forte e doeu mesmo.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
( Depois que o verão termina )
« Acontece que o que perdura, o que nunca conseguimos esquecer, não é o que temos como certo, o que está ao alcance dos nossos dedos e do vulgar desejo, o que sabemos que durará para sempre, mas o que não será nosso - se acaso algum dia for - senão por um brevíssimo instante. »
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domingo, 16 de outubro de 2011
( noite de quinta )
lindo!
(só não me lembro de tirar metade das fotos... xD)
| Jorge (muito me aturas :p) |
| Marta, Diogo, Jorge (companheeeiros :p) |
| Salomé (aka Memé :p), Joana e João Pedro lá atrás (aka Zé de Sousa Vírgula O Iluminado :p) |
| Gonçalo, Francisca (aka Cruz Vermelha), Cláudia, Ana Luísa e em baixo Mariana (aka Nagini) e Isabel (coisinha fofinha :p) |
| Zé António (aka Resende ou Teiiimpo :p) |
| Pedro Maia (aka 'Tá Tudo :p) |
| puro degredo com a Carina (aka Lauter Bitte) e a Joana e um braço desconhecido |
| Daniela (aka Check) |
| Ricardo (aka Stalker) |
| Isadora, Jorge, Francisca, Teresa e Ana Luísa |
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( a NÃO perder )
é favor aparecer.
e estão a ver ali, no dia 27, 'Sobresaltos' (Estreia) pela Associação Teatro À Sexta?
é a esse que devem ir, mais do que a qualquer um dos outros.
(olha eu, desavergonhada, a fazer publicidade!)
bilhetes à venda na bilheteira do Teatro Sá de Miranda.
bilhete individual: 3€
passe para todos os espectáculos: 10€
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entre ensaios de cinco horas, tentativas frustradas de estudar Economia, trabalhos de Informática e uma extrema necessidade de dormir, tem sido um fim de semana de loucos.
estou mortinha que os ensaios acabem - e sei que me vou arrepender de dizer isto.
estou mortinha que o teste de Economia passe - e sei que vai ser difícil.
estou mortinha que acabem os trabalhos de Informática semanais - e sei que isso não vai acontecer.
só quero descansar um bocadinho.
resta saber quando.
( countdown para o espectáculo: 11 dias. MEDO. )
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Fazes-me muita falta. Como sempre, não estamos perto, mas ultimamente é como se nem vivêssemos no mesmo mundo. Como se já não fizéssemos, sequer, parte do mesmo mundo. Não estás assim tão longe daqui quanto o meu coração parece achar que estás, e no entanto qualquer distância é sempre demasiada.
Como sempre, mais uma vez não quisemos a mesma coisa. Mas gostava que tivesses conseguido o teu sonho. Não só porque te quero ver sempre feliz. Mas também porque terias ficado mais perto. E mais perto é bom. É sempre bom. É sempre melhor.
Consigo distrair-me e abstrair-me de ti durante curtos períodos de tempo. É algo que nunca, até aqui, consegui antes. E agora consigo. Mas depois ouço, vejo, cheiro ou toco em alguma coisa que me faz lembrar de ti - e isso acontece constantemente, como sempre - e volto a sentir-te como se estivesses mesmo ao meu lado, como se nunca tivesses deixado de estar aqui. Sabe muito bem e por vezes quase consigo acreditar que és mesmo tu. Mas também dói muito saber que não és, nem poderias ser.
Mas, longe ou perto, eu nunca me esqueço. E nunca deixo de sentir. E vou estar sempre aqui.
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
é tão engraçado ...
... que as pessoas venham para a faculdade e fiquem logo interessadas noutras num piscar de olhos. Como quem, "ah e tal, não te conheço de lado nenhum e nunca te falei na vida, mas já gosto imenso de ti e és tu quem me faz ter vontade de acordar todas as manhãs". Eu também conheci gente muito interessante. Gente com sorte na genética, em termos físicos e intelectuais. Mas conheço as pessoas há menos de duas semanas. Logo, não faz sentido que o coração, "que não veio livre", fique logo alvoroçado quando vê o não-sei-quantos com quem nunca falei. Mas isto sou só eu, que funciono de maneira mais ou menos normal e continuo fiel aos meus sentimentos, porque são verdadeiros e eu conheço-os bem. Agora quando há pessoas que se apaixonam 23982348 vezes por dia e ainda para mais por várias pessoas ao mesmo tempo, outra coisa não seria de esperar.
Mas tudo bem. Não é que eu tenha alguma coisa a ver com o assunto, não é que me interesse. Só achei piada e ri-me bastante. E gosto sempre de meter a minha colherada e chatear um bocadinho, sabe-me bem. Porque eu sou muito má pessoa. E um dia vou-me arrepender "do mal que lhe fiz a ela e a tanta outra gente". Ya, ya!
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domingo, 2 de outubro de 2011
Não acredito que alguma vez vá deixar de doer. Simplesmente não é uma ideia que consiga conceber, porque para deixar de doer eu teria de deixar de sentir o que sinto, e sei que isso não vai acontecer. Por isso, conformo-me com a ideia de que nunca vai deixar de doer. Mas procuro acreditar, também, que um dia a dor se vai esbater, por pouco que seja. Que um dia, quem sabe, conseguirei sentir algo bom, algo superior à dor, algo que vai relativizar todo o meu mundo e que vai fazer com que esta dor não pareça tão importante como ela me parece ser neste momento. Procuro acreditar que um dia vou conseguir. Um dia.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Tenho saudades tuas. Muitas. Tantas, que são muitas as vezes em que sinto que não cabe dentro de mim e só quero explodir de alguma maneira. Às vezes tudo o que quero é gritar, gritar ao mundo que preciso de ti e que és tu quem dá sossego ao meu coração quando mais preciso.
Este Verão desabituei-me de escrever. Escrevi muito pouco, quase nada mesmo - nem sequer para mim mesma eu escrevi. E isso aconteceu porque não sabia o que dizer. E porque na verdade não queria dizer nada, só queria experimentar e viver e aprender a sentir o que já não sentia há muito tempo.
E tu estiveste sempre lá, mesmo quando não tiveste noção disso. Estiveste presente em cada golfada de ar puro, em cada grão de areia entre os dedos dos pés, entre cada gota de água salgada no meu corpo. Estiveste lá, em cada raio de sol a queimar-me a pele, em cada passo que dei, em cada dia que vivi. Estive sempre lá, e não o soubeste. Porque eu não fui capaz de o dizer, por medo de estragar o equilíbrio recém conquistado. Estiveste sempre presente e continuas presente em mim, todos os dias, mesmo que agora não te veja e não te sinta tão perto como me habituei ao longo destes meses.
Queria conseguir pôr em palavras tudo o que guardei ao longo de mais de quatro meses, queria conseguir abrir-te o meu coração e deixar que visses tudo o que lá vai, porque talvez assim conseguisses encontrar um caminho certo e seguro no meio da confusão. Talvez assim compreendesses porque faço o que faço e não faço metade daquilo que devia fazer. Talvez assim percebesses porque é que sou tão insegura e porque é que já guardo para mim tudo aquilo que é importante, em vez de o partilhar como sempre fiz.
Mas tu conheces-me. Conheces-me bem, talvez melhor do que eu a mim mesma, e sabes o que podes esperar de mim. Sabes o que podes pedir e sabes que, se pedires com jeitinho, és capaz de ter tudo o que quiseres. Porque eu entrego-me sempre àqueles de quem gosto e tu não és excepção. Antes pelo contrário.
Tudo aquilo que eu queria poder escrever não cabe neste texto. Tudo aquilo que eu queria poder dizer não cabe em quaisquer palavras que eu eventualmente arranje. Por isso, hoje fico por aqui. Na esperança de que um dia me leias e percebas que nunca pedi, nem hei-de pedir, nada em troca. E que vou estar sempre, sempre aqui.
Há só uma palavra que falta, neste momento. Mas não vou escrevê-la. Talvez a oiças com o coração. Talvez saibas qual ela é e saibas que eu a guardo e a uso sempre que penso em ti, porque é a mesma de sempre. E não há-de mudar.
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acreditem em mim ...
... as duas palavras preferidas de qualquer caloiro de Letras são, neste momento, Maria Amélia. Quem sabe sabe, e o resto... estudasse.
LE-TRAS!
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
( Porto )
Já cá estou. Na minha casa. E no entanto sinto que estou num sítio completamente estranho, que não é meu. Penso que é normal... afinal de contas, estou num mundo totalmente novo. E estou cheia de medo - não há outra maneira de o dizer, estou cheia de medo e muito triste.
Não queria ter vindo para aqui. Não hoje. Não agora. E não desta maneira. Deixei coisas por resolver, deixei coisas por dizer. Deixei lá o meu coração. E agora sinto-me vazia. Perdida. E cheia de medo.
Consegui estar com a minha família toda mesmo antes de vir e custou imenso sentir-me rodeada de amor e ter de os deixar. Mal cheguei, liguei à minha mãe e tive de desligar à pressa para ela não perceber que eu estava a chorar. Já chorei imenso. Não gosto de estar aqui, sinto-me sozinha e sinto que perdi tudo o que consegui conquistar nos últimos meses. E nem me consigo reconfortar a mim mesma porque não consigo definir ao certo o que sinto.
Só sei que tenho saudades. Muitas saudades. Ainda mais saudades do que o habitual. E tudo o que posso esperar neste momento é que seja capaz de dormir alguma coisa esta noite. E que a praxe e tudo o resto me consiga distrair.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
"Cara INÊS BARBOSA,
Concluída a 1ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, vimos informar que o resultado da tua candidatura foi o seguinte:
Resultado: Colocada
Instituição: [1107] Universidade do Porto - Faculdade de Letras
Curso: [9701] Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia"
Ao que eu só posso dizer, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! Entrei! Entrei! Entrei!
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Não é fácil pedir desculpa. Tenho consciência disso. Não é fácil admitir que errámos, mesmo quando achávamos que estávamos a fazer o melhor, mesmo quando não foi por mal ou sequer de propósito. No entanto... para mim, também não é fácil perdoar. Apesar de achar que o pedido de desculpas foi sincero, apesar de achar que o arrependimento é sincero, apesar de achar que quero perdoar... não consigo esquecer que foi uma traição, uma traição da minha amizade e da minha confiança. Há duas coisas que não suporto, mentiras e traições, e vi-me no meio de uma confusão que envolveu ambas. Não estava à espera. Ainda mal acredito. E no entanto, quero perdoar... Mas não consigo. Ainda não. Preciso do meu tempo. Preciso do meu espaço.
« As much as you want to forgive, first you need to find it in your heart to truly forgive. Even if you don't forget. The forgiveness has to come from the heart, otherwise it will be worthless. »
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
Tento sempre ser compreensiva e ver os dois lados da história. A sério que tento. Mas desta vez? Mesmo que consiga compreender parte de um dos lados, continuo a achar que não é justificação. Que não há justificação. Não consigo conceber certas coisas que ouvi, mesmo quando não me foram dirigidas directamente. Não consigo conceber certas... incongruências, como virar as costas a amigos de longa data e dar ouvidos a más línguas sem sentido. Não quero ser injusta e falar de um assunto sobre o qual não sei tudo, mas não me parece que tenha sido a atitude correcta. Assim como abandonar um espectáculo a cerca de um mês da estreia não me parece ter sido a atitude correcta, independentemente das motivações. E parece-me ainda menos correcto trair a confiança de pessoas a quem costumávamos chamar amigos, pessoas que estiveram lá para nós quando foi preciso, e não só lhes mentir na cara, como ainda deturpar aquilo que se ouviu da boca dessas pessoas. Não foi só uma facada nas costas... foram duas. Enterradas bem fundo. E eu nunca me esqueço do que me fazem. Pergunto-me o que será das amizades daqui para a frente. Pergunto-me como vou ser capaz de olhar nos olhos das pessoas. "Podem pisar-me os calos uma vez, mas não vão ter uma segunda oportunidade, nem sequer para chegar perto."
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
« Even though I'm young, I can tell what love means to me, what I think love is. Love is trusting, caring, giving and getting and love is believing. Love is getting through everything together, never alone. Love is like teamwork, it needs to come from both sides, always. Love is one person you want to share everything with, one person who can be your best friend, who you can joke around with, act weird with, laugh about stupid things with but it's also that one person who'll listen no matter what it is about. That shoulder you can cry on, whenever you need it. Love is having someone's back, and they have yours. Love is more than one word, or the three we always say, it's about the way it's been said and the actions behind it. Love is love, love is beautiful and love, it simply makes us smile. It makes us smile the most, but it can make us cry like little kids again too. Love is two people, accepting everything about each other and love is missing when the other is not there. For me, love is you, everything I wish for in love, I have with you. Love is you, love is us, in the future, I hope. Love for me is important, because you are. Important and special, and you'll always be. Love is you. I love you. »
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
Estou cansada que me digam que vai ficar tudo bem. Que fica sempre tudo bem. Mas eu não sou como a maioria das pessoas, pois não? E também não tenho uma história propriamente comum. E se para mim não ficar tudo bem? E se ficar sempre assim? E se nunca conseguir recuperar? E se nunca conseguir avançar? E se ficar para sempre apaixonada por um amor impossível? Estou cansada que me digam que vai ficar tudo bem, porque o que eu sinto, neste momento, é que "tudo bem" é absolutamente impossível. E o pior é que a esperança... já a perdi. E toda a gente sabe o que se diz sobre a esperança. Quando ela morre... o que resta?
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sábado, 3 de setembro de 2011
No que toca a ti, o meu coração é feito de vidro... tão frágil, tão fino, tão facilmente quebrável. E isso é assustador. Não gosto de me sentir vulnerável, no entanto, contigo deixo-me ir e deixo-me ser aquilo que me pedes sempre para ser, mesmo quando não usas palavras. O meu coração é feito de vidro e ontem conseguiste parti-lo. Conseguiste desfazer-me em pedacinhos minúsculos e conseguiste voltar a colá-los, e deixaste-me... num estado que nem eu própria consigo descrever. Ainda não me sinto totalmente quebrada, mas também não estou completa. Estou confusa. E magoada. E o meu coração de vidro dói muito, muito, de cada vez que pensa em ti - escusado será dizê-lo, dói ininterruptamente. Não o voltes a pisar... meu amor.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
( Elena Isinbayeva )
é provavelmente a mulher que mais admiro neste mundo.
e a única que quase sempre me faz chorar, quando a vejo nos campeonatos.
a melhor de sempre ♥
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Imaginem que o vosso pai tem imensos primos - tantos, que não conhece a maioria deles. Imaginem que um desses primos decidiu seguir a árvore genealógica e procurar todos os outros primos. Imaginem que ele decidiu reuni-los a todos, mais as respectivas famílias, e fazer uma grande festa. Imaginem que são também os anos de casado dele, pelo que decidiu convidar também vários amigos. Imaginem que, ao todo, são mais de cem pessoas. E imaginem que vocês não conhecem praticamente ninguém.
Vai ser assim o meu dia de amanhã. (Pelo menos, posso usar vestido e saltos altos!)
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Os ensaios andam a fazer-me muita falta. Preciso de vestir a minha saia cor de rosa e os meus saltos altos. Fazem-me sentir bem. Fazem-me sentir forte. E sobretudo, fazem-me sentir confiante. Porque estou a fazer algo que adoro, e sei que estou a fazê-lo bem. Porque não dependo de ninguém, senão do meu corpo. Porque posso dar sempre mais e mais e nunca me esgotar. Porque não há ninguém à espera que eu caia para me pisar. Quanto muito, há sempre alguém que me vê cair e me ajuda a levantar. E há sempre alguém que me abraça e que me ajuda, mesmo sem saber qual é o meu problema. E há dezenas e dezenas de sapatos à minha volta. Em breve vou dançar por entre centenas de sapatos, e nem sequer estou a exagerar. E eu preciso muito disso. Parece ser a única maneira de me libertar do mundo, ultimamente.
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
« I loved him with all my heart. Damn it, I still love him with all my heart. There's no use in denying what's obvious. The feelings he gave me were completely different from everything I ever felt before or after him. I never, not once, felt more utterly complete and close to perfection than when I was with him. There was no way to undo what had been done and, more than that, there was no desire to do so. He was unforgivable. He was unerasable. He was my life. Damn it, he's still my life. He's the love of my life. And he always will be. »
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
( há coisas fantásticas, não há? )
Acho que é natural e comum, quando se tem 10 anos, desenvolver umas certas "paixonetas" por alguém que nos é inacessível. E, geralmente, mais velho que nós. Eu não fui excepção.
Andava no 5º ano, tinha acabado de entrar para uma escola nova. Grande. Assustadora. E havia lá um rapaz, que passava por mim todos os dias, em quem eu não conseguia deixar de pensar. Eu tinha 10 inocentes anos, ele 14. Eu era super tímida, e ele super popular. Eu era invisível. E ele tinha namorada.
E, claro está, nunca falámos. Mas houve um dia em que ele se apercebeu da minha existência - cerca de três meses depois de eu ter decidido que ele era o rapaz mais giro que eu já tinha visto em toda a minha vida. E para contar esse episódio, nada melhor do que usar as minhas próprias palavras, escritas há mais de sete anos atrás, num dos meus queridos cadernos.
« Domingo, 15/02/2004
(...)
Ontem foi dia dos namorados e, durante a semana, na secretária da D. Ana estiveram duas caixas vermelhas, uma dizendo "2º ciclo" e a outra "3º ciclo". Podíamos lá pôr cartas de amor, desde que respeitássemos 2 ou 3 regras. Descobrimos isso na 3ª feira. Durante a aula de Estudo Acompanhado, no tempo livre, a S. e a S. escreveram uma carta p/ o L. (em meu nome). Eu gostei da carta, por isso pus na caixa do 3º ciclo. Isto foi febre total!!! Por toda a escola se vêem pessoas com cartas, envelopes, rosas, etc... »
« Quinta, 19/02/2004
(...)
Ah! Por falar em L., ele recebeu a minha carta, tenho a certeza! Na 3ª, nos bancos, eu e a V. estávamos sentadas a ver as imagens do tlm dela, quando ele chegou e mostrou um papel pautado aos amigos. Tinha nitidamente os corações desenhados pela SC... era a minha!!! Depois, dali a pouco, ele perguntou a uma miúda sentada perto dele: "Chamas-te Inês?". Eu comecei a sentir-me muito vermelha, e disse à V.: "Estou mal disposta. Vamos lá fora?". Ela assentiu e saímos, ainda a tempo de ouvir "Chamas-te Inês?". Cá fora, ela disse-me: "Cheguei a pensar que estavam a falar para ti." Eu ñ respondi e continuámos a andar. Entretanto, a SC chegou e eu escapei-me e contei-lhe tudo. Ela andou para a frente e para trás lá no corredor, mas eu ñ tive coragem para entrar e "enfrentá-lo". Mas depois chegou a hora de ir para a aula e tive mesmo de ir. E quando entrei ele olhou logo para mim, e os amigos dele também, todos. Começaram a falar e a apontar. Já sabem que sou eu. E agora?! »
Sim, sim, eu sei. Eu escrevia todos os dias, e contava ao pormenor tudo o que me acontecia e que eu achava importante. E este assunto era, claramente, importante para mim.
Enfim. O tempo passou, as férias de Verão chegaram, deixei de o ver e acabei por me esquecer quase completamente da existência dele, apesar de ainda cruzar os meus pensamentos de vez em quando, ao longo dos anos.
Há uns meses, lembrei-me que um dos pontos positivos do Facebook é permitir-nos encontrar praticamente toda a gente, e ter uma ideia mais ou menos geral do que as pessoas andam a fazer. E eu, porque tenho uma memória de alta qualidade - a sério! - lembro-me perfeitamente do nome completo da pessoa em questão. Pelo que foi fácil encontrá-lo. Adicioná-lo. E é sempre interessante ver um "Gosto" dele de vez em quando.
Ontem fui jantar fora. A um sítio cheio de gente. Imaginem lá o meu espanto quando, sete anos e uns dias depois de o ter visto pela última vez, ele me aparece à frente. E olha para mim com aquele ar de "acho-que-te-conheço-de-algum-lado-mas-não-estou-bem-a-ver-de-onde". Claro que eu não falei com ele. E não lhe ia dizer "olá-sou-aquela-rapariga-que-te-mandou-uma-carta-estúpida-há-sete-anos-atrás-e-a-quem-de-vez-em-quando-pões-"Gosto"-no-Facebook". Simplesmente passei por ele. E ri-me imenso com esta história toda, estas memórias todas. Foi giro.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Doem-me as costas. Não me aguento nas pernas. Tenho bolhas nos pés. Uma nódoa negra num braço. E outra na anca. A minha cabeça quer explodir e não dormi o suficiente.
Rasguei a minha saia cor de rosa e estraguei um pouco mais os meus queridos sapatos. No entanto, o ensaio valeu bem a pena. E sim, pela primeira vez em algum tempo tive a certeza que, quando chegar o dia, vou estar preparada e à altura do que estou lá a fazer.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
não estou nos meus dias - resultado, não estou com vontade de passar as próximas três horas a dançar.
no entanto, estou com esperança que a minha saia cor de rosa e os meus saltos altos de 14cm me ajudem a melhorar o estado de espírito.
e que saia do ensaio mais realizada do que nestes dois últimos.
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Apercebi-me, hoje, do quanto este blog tem mudado nas últimas semanas. Do quanto eu costumava escrever, do quão pessoais eram os textos que eu aqui punha... e do pouco que agora digo. Há muitas explicações para essa mudança gradual, da qual nem eu própria me apercebi inteiramente até agora.
Uma delas é o medo; sim, tenho medo de escrever! Eu, que passava infinitas horas a escrever, agora sinto-me presa, sinto que não há palavras suficientes e sinto que não devo escrever. Sinto que escrever é inútil e não serve de nada. Sim, eu sei... é só uma fase. As palavras nunca me abandonaram e, no fundo, eu sei que as encontrava com alguma facilidade se me esforçasse realmente por isso, mas a verdade é que também não quero. Neste momento, não é escrever a minha prioridade.
Outra das razões é ter, finalmente!, aprendido a não confiar nas pessoas como confiava dantes. Ler os textos que escrevia aqui no verão passado fez-me perceber que aquilo que acabou por acontecer já era esperado. Não vale a pena entrar em pormenores, o que interessa é que este blog é lido por muita gente - e não digo isto para me gabar, mas porque é a simples verdade - e suponho que não faço ideia de quem são a maioria das pessoas, talvez sejam pessoas que eu conheço e nem sonho que estão aqui a ler-me, por isso prefiro manter-me calada e guardar aquilo que realmente me interessa, só para mim.
Mas vou continuar a escrever o que bem me apetecer... até um certo ponto.
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