sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Fui fazer a primeira prova do meu vestido para o espectáculo. É cor de rosa. Até aos pés. É lindo. E é totalmente a minha cara. Senti-me mesmo uma princesa. Espectáculo, chega depressa por favor.

(countdown: 27 dias)

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

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Tenho saudades tuas. Muitas. Tantas, que são muitas as vezes em que sinto que não cabe dentro de mim e só quero explodir de alguma maneira. Às vezes tudo o que quero é gritar, gritar ao mundo que preciso de ti e que és tu quem dá sossego ao meu coração quando mais preciso.
Este Verão desabituei-me de escrever. Escrevi muito pouco, quase nada mesmo - nem sequer para mim mesma eu escrevi. E isso aconteceu porque não sabia o que dizer. E porque na verdade não queria dizer nada, só queria experimentar e viver e aprender a sentir o que já não sentia há muito tempo.
E tu estiveste sempre lá, mesmo quando não tiveste noção disso. Estiveste presente em cada golfada de ar puro, em cada grão de areia entre os dedos dos pés, entre cada gota de água salgada no meu corpo. Estiveste lá, em cada raio de sol a queimar-me a pele, em cada passo que dei, em cada dia que vivi. Estive sempre lá, e não o soubeste. Porque eu não fui capaz de o dizer, por medo de estragar o equilíbrio recém conquistado. Estiveste sempre presente e continuas presente em mim, todos os dias, mesmo que agora não te veja e não te sinta tão perto como me habituei ao longo destes meses.
Queria conseguir pôr em palavras tudo o que guardei ao longo de mais de quatro meses, queria conseguir abrir-te o meu coração e deixar que visses tudo o que lá vai, porque talvez assim conseguisses encontrar um caminho certo e seguro no meio da confusão. Talvez assim compreendesses porque faço o que faço e não faço metade daquilo que devia fazer. Talvez assim percebesses porque é que sou tão insegura e porque é que já guardo para mim tudo aquilo que é importante, em vez de o partilhar como sempre fiz.
Mas tu conheces-me. Conheces-me bem, talvez melhor do que eu a mim mesma, e sabes o que podes esperar de mim. Sabes o que podes pedir e sabes que, se pedires com jeitinho, és capaz de ter tudo o que quiseres. Porque eu entrego-me sempre àqueles de quem gosto e tu não és excepção. Antes pelo contrário.
Tudo aquilo que eu queria poder escrever não cabe neste texto. Tudo aquilo que eu queria poder dizer não cabe em quaisquer palavras que eu eventualmente arranje. Por isso, hoje fico por aqui. Na esperança de que um dia me leias e percebas que nunca pedi, nem hei-de pedir, nada em troca. E que vou estar sempre, sempre aqui.
Há só uma palavra que falta, neste momento. Mas não vou escrevê-la. Talvez a oiças com o coração. Talvez saibas qual ela é e saibas que eu a guardo e a uso sempre que penso em ti, porque é a mesma de sempre. E não há-de mudar.

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acreditem em mim ...

... as duas palavras preferidas de qualquer caloiro de Letras são, neste momento, Maria Amélia. Quem sabe sabe, e o resto... estudasse.

LE-TRAS!

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

amo-te.
esteja aqui, aí ou no outro lado do mundo, há coisas que não vão mudar.

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( Porto )

Já cá estou. Na minha casa. E no entanto sinto que estou num sítio completamente estranho, que não é meu. Penso que é normal... afinal de contas, estou num mundo totalmente novo. E estou cheia de medo - não há outra maneira de o dizer, estou cheia de medo e muito triste.
Não queria ter vindo para aqui. Não hoje. Não agora. E não desta maneira. Deixei coisas por resolver, deixei coisas por dizer. Deixei lá o meu coração. E agora sinto-me vazia. Perdida. E cheia de medo.
Consegui estar com a minha família toda mesmo antes de vir e custou imenso sentir-me rodeada de amor e ter de os deixar. Mal cheguei, liguei à minha mãe e tive de desligar à pressa para ela não perceber que eu estava a chorar. Já chorei imenso. Não gosto de estar aqui, sinto-me sozinha e sinto que perdi tudo o que consegui conquistar nos últimos meses. E nem me consigo reconfortar a mim mesma porque não consigo definir ao certo o que sinto.
Só sei que tenho saudades. Muitas saudades. Ainda mais saudades do que o habitual. E tudo o que posso esperar neste momento é que seja capaz de dormir alguma coisa esta noite. E que a praxe e tudo o resto me consiga distrair.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

a partir de hoje ...

sou oficialmente caloira na FLUP!
e gosto muito disso!

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sábado, 17 de setembro de 2011

"Cara INÊS BARBOSA,
Concluída a 1ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, vimos informar que o resultado da tua candidatura foi o seguinte:

Resultado: Colocada
Instituição: [1107] Universidade do Porto - Faculdade de Letras
Curso: [9701] Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia"

Ao que eu só posso dizer, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! Entrei! Entrei! Entrei!

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Não é fácil pedir desculpa. Tenho consciência disso. Não é fácil admitir que errámos, mesmo quando achávamos que estávamos a fazer o melhor, mesmo quando não foi por mal ou sequer de propósito. No entanto... para mim, também não é fácil perdoar. Apesar de achar que o pedido de desculpas foi sincero, apesar de achar que o arrependimento é sincero, apesar de achar que quero perdoar... não consigo esquecer que foi uma traição, uma traição da minha amizade e da minha confiança. Há duas coisas que não suporto, mentiras e traições, e vi-me no meio de uma confusão que envolveu ambas. Não estava à espera. Ainda mal acredito. E no entanto, quero perdoar... Mas não consigo. Ainda não. Preciso do meu tempo. Preciso do meu espaço.

« As much as you want to forgive, first you need to find it in your heart to truly forgive. Even if you don't forget. The forgiveness has to come from the heart, otherwise it will be worthless. »

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Tento sempre ser compreensiva e ver os dois lados da história. A sério que tento. Mas desta vez? Mesmo que consiga compreender parte de um dos lados, continuo a achar que não é justificação. Que não há justificação. Não consigo conceber certas coisas que ouvi, mesmo quando não me foram dirigidas directamente. Não consigo conceber certas... incongruências, como virar as costas a amigos de longa data e dar ouvidos a más línguas sem sentido. Não quero ser injusta e falar de um assunto sobre o qual não sei tudo, mas não me parece que tenha sido a atitude correcta. Assim como abandonar um espectáculo a cerca de um mês da estreia não me parece ter sido a atitude correcta, independentemente das motivações. E parece-me ainda menos correcto trair a confiança de pessoas a quem costumávamos chamar amigos, pessoas que estiveram lá para nós quando foi preciso, e não só lhes mentir na cara, como ainda deturpar aquilo que se ouviu da boca dessas pessoas. Não foi só uma facada nas costas... foram duas. Enterradas bem fundo. E eu nunca me esqueço do que me fazem. Pergunto-me o que será das amizades daqui para a frente. Pergunto-me como vou ser capaz de olhar nos olhos das pessoas. "Podem pisar-me os calos uma vez, mas não vão ter uma segunda oportunidade, nem sequer para chegar perto."

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

« Even though I'm young, I can tell what love means to me, what I think love is. Love is trusting, caring, giving and getting and love is believing. Love is getting through everything together, never alone. Love is like teamwork, it needs to come from both sides, always. Love is one person you want to share everything with, one person who can be your best friend, who you can joke around with, act weird with, laugh about stupid things with but it's also that one person who'll listen no matter what it is about. That shoulder you can cry on, whenever you need it. Love is having someone's back, and they have yours. Love is more than one word, or the three we always say, it's about the way it's been said and the actions behind it. Love is love, love is beautiful and love, it simply makes us smile. It makes us smile the most, but it can make us cry like little kids again too. Love is two people, accepting everything about each other and love is missing when the other is not there. For me, love is you, everything I wish for in love, I have with you. Love is you, love is us, in the future, I hope. Love for me is important, because you are. Important and special, and you'll always be. Love is you. I love you. »

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Estou cansada que me digam que vai ficar tudo bem. Que fica sempre tudo bem. Mas eu não sou como a maioria das pessoas, pois não? E também não tenho uma história propriamente comum. E se para mim não ficar tudo bem? E se ficar sempre assim? E se nunca conseguir recuperar? E se nunca conseguir avançar? E se ficar para sempre apaixonada   por um amor impossível? Estou cansada que me digam que vai ficar tudo bem, porque o que eu sinto, neste momento, é que "tudo bem" é absolutamente impossível. E o pior é que a esperança... já a perdi. E toda a gente sabe o que se diz sobre a esperança. Quando ela morre... o que resta?

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sábado, 3 de setembro de 2011

No que toca a ti, o meu coração é feito de vidro... tão frágil, tão fino, tão facilmente quebrável. E isso é assustador. Não gosto de me sentir vulnerável, no entanto, contigo deixo-me ir e deixo-me ser aquilo que me pedes sempre para ser, mesmo quando não usas palavras. O meu coração é feito de vidro e ontem conseguiste parti-lo. Conseguiste desfazer-me em pedacinhos minúsculos e conseguiste voltar a colá-los, e deixaste-me... num estado que nem eu própria consigo descrever. Ainda não me sinto totalmente quebrada, mas também não estou completa. Estou confusa. E magoada. E o meu coração de vidro dói muito, muito, de cada vez que pensa em ti - escusado será dizê-lo, dói ininterruptamente. Não o voltes a pisar... meu amor.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

( Elena Isinbayeva )


é provavelmente a mulher que mais admiro neste mundo.
e a única que quase sempre me faz chorar, quando a vejo nos campeonatos.
a melhor de sempre 
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