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"It's the most maddening, beautiful, magical, horrible, painful, wonderful, joyous thing in the world. Love."
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
( first love )
« Please wear the face, the one where you smile
Because you ligthen up my heart »
http://www.youtube.com/watch?v=NZjydUWD7f4
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( em 30 dias )
As perguntas mais difíceis sempre para o fim, não é? Suponho que a resposta vai ficar incompleta. Por muito que eu diga que sou complicada - e sobretudo complexa! - ou que sou lamechas, ou que choro com muita facilidade, ou que tenho um coração enorme mas muito frágil, ou que sou mesmo muito mázinha quando quero, ou que falo muito, ou que sou muito teimosa... enfim, posso passar aqui o dia a descrever-me e não vai ser suficiente.
Mas foi giro fazer este desafio durante o último mês.
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sábado, 28 de agosto de 2010
( little red riding hood )

Há uns meses atrás - cinco, para ser exacta - após um dia particularmente confuso e que marcou, de certa forma, uma nova "etapa" para mim, precisava desesperadamente de conforto e de alguém que me dissesse que tinha tomado a decisão certa ao arriscar, por isso recorri à primeira pessoa com quem vou ter quando preciso de ajuda, a pessoa que melhor me conhece e aquela que é, talvez, a única em quem confio a 100%: o meu melhor amigo.
Foi um telefonema longo, que se arrastou pela noite dentro, e não só consegui o conforto que queria, como ainda obtive umas boas gargalhadas, porque nos deixámos levar pela nossa - tão habitual - actividade de criar teorias absolutamente estúpidas, mas que têm sempre um fundo de verdade. Naquela noite, dissecámos a minha vida amorosa, porque era esse o problema (e não é sempre?) e foi criada...
« A Teoria da Vida Amorosa da Inês segundo Inês Barbosa e Tiago Ferreira - Uma História Verídica Baseada no Conto "O Capuchinho Vermelho", originalmente escrito por Jacob e Wilhelm Grimm »
Não será de todo indicado apresentar aqui a teoria, até porque nos referimos a ela muitas vezes e usamos os vários nomes de código para podermos falar à vontade em frente a outras pessoas. Digamos apenas que tive direito a várias "personagens personalizadas", todas masculinas apesar de nem todas o parecerem: um Caçador inesquecível e perigoso, um Lobo Mau arrependido e persistente, uma Avózinha tonta e prestes a tornar-se rebelde, um Capuchinho Vermelho demasiado inocente e jovem e um Cogumelo estúpido e vazio, que foi inventado propositadamente para ser um acidente de percurso. No meio disto tudo, eu era a Mãe do Capuchinho Vermelho, sempre preocupada com tudo e confusa no meio de tanta personagem.
Falo hoje, pela primeira (e provavelmente última) vez, desta nossa pequena estupidez privada, porque andei a ler um livro que me marcou bastante, levando inclusivamente à mudança de certos factos na nossa teoria original. Agora, sou eu o Capuchinho Vermelho... no fundo, a personagem principal.
E agora, após a leitura marcante e as alterações feitas, posso utilizar esta citação:
« Não esqueçamos que a menina Capuchinho foi altamente recomendada pela sua mãe para seguir pela estrada, só se enfiou pelos caminhos da floresta porque quis, tendo agido como tal por sua conta e risco. »
Cá está. Como decidi e arrisquei sozinha, como os sentimentos são meus, agradeço que se mantenham fora de assuntos que desconhecem e não são da vossa conta. A vida é minha, eu mando nela.
Para além de mim, só há uma única pessoa neste mundo que pode opinar sobre o assunto em questão, ou seja, sobre o que faço em relação ao que sinto ou deixo de sentir. E ela (aliás, ele) sabe perfeitamente quem é sem eu ter de o dizer. E se nem ele me diz o que fazer - embora possa dizer-me, e às vezes devesse dizer-me! - mais ninguém tem o direito de o dizer.
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So please just break the silence »
http://www.youtube.com/watch?v=p7Nwfwv6ayA
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( em 30 dias )
Hum, acho que aprendi a dar (ainda) mais valor a quem realmente importa. E aprendi que por muito que eu ache que já sofri tudo o que devia e merecia, é sempre possível sofrer um pouco mais. E aprendi (outra vez) que as pessoas nos desiludem, mesmo aquelas que amamos acima de tudo e todos.
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
( the trick is to keep breathing )

Há uns tempos atrás, disseram-me o seguinte: « Difícil não é saber o que se quer, mas sim o que fazer em relação ao que se quer. »
Não gosto de generalizar, mas depois de pensar, acho que há um certo fundo de verdade nisto. Não é assim tão difícil saber o que se quer, é?
Para mim, não há nada mais fácil. Posso não saber o que fazer, posso não saber o que é melhor para mim, posso não saber o que é certo e errado, posso até não saber se o que quero é aquilo que preciso. Mas sei sempre, sempre o que quero, sempre.
(In)felizmente, somos todos diferentes. Mas dava-me muito jeito, especialmente hoje, que as pessoas soubessem o que querem e, mais que isso, fossem capazes de o dizer. Depois de um dia tão cheio de confusões, precisava absolutamente de respostas.
E no que me diz respeito, um "sim" ou um "não" são melhores que o silêncio.
Pelo menos, por agora.
despair
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Z & G ,
Hoje estive a ponderar muito sobre a importância e a influência da minha família sobre mim, e cheguei à conclusão de que eles são uma enorme parte de mim e não quero perder ninguém.
Mas estive especialmente a pensar nos meus tios. O meu tio faz hoje 54 anos e fez há pouco 32 anos de casado. O que significa que se casou com a minha tia quando tinha 22 anos, e ela 20.
Durante os meus 16 anos e 362 dias de vida, nunca vi casal mais apaixonado que eles. Nunca vi duas pessoas que se completassem de forma mais perfeita, que se compreendessem tão profundamente, que tivessem uma ligação tão especial e única.
Eu podia tentar descrever pequenas cenas que observo todos os dias e que conseguem provar como eles são perfeitos um para o outro, mas não vale a pena, pois mesmo que descreva tudo o que sinto e sei no que lhes diz respeito, nunca será suficiente para demonstrar como eles se amam.
Sempre que alguém me pergunta qual é a minha definição de casal ideal, não consigo evita pensar neles e na relação transcendente que eles têm. Eu admiro-os tanto, tanto, tanto. Depois de 32 anos amam-se da mesma forma que sempre se amaram e têm uma relação perfeitamente funcional, saudável, mais que satisfatória e que faz ambas as partes felizes a 100%.
Será, por isso, de admirar que um dos meus sonhos seja poder, um dia, encontrar alguém que eu ame e me ame assim, como eles se amam um ao outro?
Provavelmente isto soa estúpido, parece uma parvoíce infantil, mas é verdade.
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« Sabes, cada vez estou mais convencido que à medida que vamos ficando mais velhos, vamos olhando para as coisas de modo mais racional e menos sentimental. Acho que as paixões vão sendo menos intensas, os sentimentos vão esmorecendo... acho que as coisas deixam de ser como tu as sentes agora. »
O meu melhor amigo disse-me isto ontem, durante a nossa longa conversa ao pequeno almoço. Confesso que a manhã não é a minha melhor hora - penso muito melhor à noite, sobretudo de madrugada - por isso não me debrucei muito sobre o assunto, mas depois estive a rever tudo aquilo que ele me disse, e cheguei à conclusão de que, no que diz respeito ao que citei, só espero que ele esteja errado, muito errado mesmo.
Não quero deixar de sentir o coração a bater mais forte, um nó na barriga e outro na garganta e as mãos a tremer, nos momentos importantes. Não quero deixar de sentir que estou totalmente apaixonada e que sou capaz de dar tudo e de fazer tudo. Não quero perder esta maneira de sentir as coisas e de ver o mundo, por muito sentimental, lamechas e fácil de "partir" que seja o meu coração.
Não quero deixar de amar como faço agora.
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( em 30 dias )
As mudanças entre o ano passado e este ano são muitas - sobretudo no que diz respeito ao que eu sou, por dentro. A maneira de pensar mudou, a própria maneira de encarar as coisas boas e as más mudou, a maneira de (re)agir mudou. Muitos dos sentimentos mudaram também. Perdi e ganhei muito. Suponho que é a isto que se chama crescer.
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
( balanced )
A minha "pausa para balanço" acabou porque (para mim) o balanço está feito e mais que feito. Se calhar nem necessitava dele. Afinal de contas, não é como se tivesse deixado de saber o que quero e o que sinto. De facto, o que quero e o que sinto são as duas únicas coisas que sei com total certeza, e as únicas coisas de que nunca duvidei, no meio de todas as outras confusões e faltas de comunicação.O que interessa agora é organizar-me e fazer o que tenho a fazer. E mesmo não sabendo (ainda) o que vou fazer, sei que vou (tentar) preparar-me mentalmente para qualquer eventualidade, e sei que vou acabar por fazer o que faço sempre (e agora sendo lamechas): o que o coração quiser.
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( the show )
Life is a maze and love is a riddle
I don't know where to go
Can't do it alone, I've tried
I'm just a little girl lost in the moment
I'm so scared but I don't show it
I can't figure it out
It's bringing me down, I know »
é por isto que eu passo a vida a ler letras de músicas: quando não temos palavras, há sempre uma que nos salva.
http://www.youtube.com/watch?v=EC76b0VZQog
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( em 30 dias )
Basicamente, porque achei piada e sempre é mais uma coisa para me entreter, que bem preciso.
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
( em 30 dias )


Day 26 - What you think about your friends
Se são meus amigos - neste caso, os meus melhores amigos - só posso pensar o melhor. E mesmo que por vezes me magoem, me desiludam ou me deixem sozinha quando eu preciso deles, eu sei que no final, nos momentos em que eu precisar mesmo, eles vão lá estar, e isso acaba por compensar os momentos menos bons, que perdoo (embora não esqueça).
Tiago, Vanessa, Tita, Bé, Rio : my people!
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
( pausa para balanço )
Não tenho palavras que expressem o suficiente, e suficientemente bem, aquilo que preciso de dizer, por isso mantenho-me em silêncio e espero, sem realmente estar à espera, que me seja dito algo, sem ter de ser eu a tomar a iniciativa, a odiada iniciativa, de dizer alguma coisa, porque na verdade não sei o que hei-de dizer, apesar de querer. Tenho medo, será que serve de desculpa? Tenho medo e não sei lidar com isto. Não sei o que hei-de fazer ou se é melhor não fazer nada.
Por isso fiz - estou a fazer - uma pausa para balanço. Na tentativa de encontrar o equilíbrio - ou de chegar a um patamar qualquer em que consiga encontrar algo coerente para dizer. Ou para sentir.
Já não procuro a plenitude. Por agora, quero apenas conseguir o suficiente para voltar a ficar bem. E por favor... fica comigo.
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:x
Para escrever, para ouvir, para dizer. Palavras que fossem capazes de expressar o que sinto, o que quero e o que temo, palavras que pudessem explicar-me o que se passa e o que não compreendo, palavras que me fizessem sair desta "inércia" e me trouxessem alguma motivação.
Mas já o disse imensas vezes: quando as coisas (e os sentimentos) são demasiado intensos, por muito bom ou mau que isso seja, não há palavras que cheguem. E o que me resta, agora?
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( em 30 dias )
Neste momento: porta moedas, óculos de sol, máquina fotográfica, phones do telemóvel (e tampões) xD
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
( em 30 dias )
De momento, não tenho nada para lhes dizer, que eles já não saibam. (D e s i l u s ã o)
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domingo, 22 de agosto de 2010
( em 30 dias )
HA! Suponho que é melhor não escrever aqui para o resto do mundo ler.
Hum, uma pista: J!
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sábado, 21 de agosto de 2010
( em 30 dias )
Esta deve ser provavelmente das mais difíceis de responder. Suponho que se diz que toda a gente é única e diferente, mas sinceramente, nem sempre concordo com isso, porque há pessoas tão completamente iguais - por dentro, obviously - que deitam a teoria toda abaixo, mesmo. Por isso não posso afirmar com certeza que não sou igual ao resto das pessoas. Suponho que haja algo que me faz ser diferente - pelo menos, quero acreditar que sim - mas não sou capaz de precisar ao certo, o quê, sem me sentir hipócrita.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
( holidays )
Sair daqui não foi tão bom quanto eu esperava - e as minhas expectativas já eram, por si só, baixas.
Sim, libertei-me um pouco. Sim, relaxei um pouco. Sim, foi bom voltar à minha praia preferida de todas as em que estive até hoje (meaning: Praia do Peneco, Albufeira). Sim, foi bom simplesmente sair desta cidade e esquecer-me da grande maioria destas pessoas. Sim, foi bom pôr o telemóvel de parte por uns dias e concentrar-me só em mim.
Mas não foi suficiente. Tanto azar e tantas confusões conseguiram estragar-me irremediavelmente as férias. Por muito que eu as tenha tentado aproveitar... houve momentos em que simplesmente não deu. Eu tentei, mas não deu.
E isso magoou-me mais que tudo: tentar, tentar, tentar, e mesmo assim não ser capaz de estar totalmente bem. Suponho que as saudades também tiveram muito a ver com a minha "incapacidade".
E suponho que dez dias longe dos cadernos e do blog me fizeram esquecer um pouco de como se escreve. E hoje, não estou simplesmente com vontade, nem paciência, para reaprender a fazê-lo.
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
( em 30 dias )
Isso gostava eu de saber xD Por isso suponho que é melhor deixar esta por responder...
( Mas se o Robert Pattinson estiver disponível, pode ser que eu também esteja só pra ele xD )
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
( Diogo «3 )

( Cabedelo , 28.07.2007 )

( Cabedelo , 28.07.2007 )
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( Comunhão Solene da Susana , 06.07.2008 )

( Meus anos , 30.08.2008 )

( Teus anos , 09.08.2007 )
És uma das minhas pessoas preferidas, sabes disso? Das pessoas mais especiais e mais inesquecíveis que já tive oportunidade de conhecer.
Durante cerca de dois anos, fomos inseparáveis, os melhores amigos. Éramos praticamente irmãos, sem exageros, de tanto que gostávamos um do outro. Não havia um único dia que não falássemos, que não nos víssemos, que não viesses cá a casa buscar-me para irmos dar uma volta. Foi contigo que vivi alguns dos melhores momentos de que me posso lembrar e, mesmo que já não sejamos como éramos, continuo a gostar muito, muito de ti, e a ver-te como o irmão mais velho que (in)felizmente nunca tive!
E claro, isto tudo deveu-se às saudades, e ao facto de fazeres anos hoje. Por isso, parabéns. Adoro-te!
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( em 30 dias )
Nené : É o nome que quase toda a gente na minha família me chama, (muito) de vez em quando. Não sei bem porquê, não tem uma razão específica, deriva do meu nome. E deve ser das coisas que mais odeio que me chamem, fico mesmo irritada! --'
Ni : É o nome que o meu pai usa comigo quando está bem disposto. E mais recentemente, a Vivi começou a chamar-me também assim, mas associo sempre "Ni" ao meu pai, porque ele chama-me assim desde sempre.
Bugsy : É a alcunha estúpida que o Sampaio me deu, derivada do estúpido do hamster com os olhos grandes, daquele estúpido filme com o Adam Sandler. É a coisa que mais odeio que me chamem, por isso o que vale é que só ele é que me chama isto -.-
Até podia pensar em mais alguns, mas acho que vou ficar por aqui, estes são os mais habituais.
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domingo, 8 de agosto de 2010
holidays ,

Estou mesmo contente (e aliviada, sobretudo!) porque consegui um pouco de equilíbrio, resolvi (o melhor que pude, pelo menos) aquilo que me atormentava e consegui algumas certezas, ou algo perto disso. Tive uma semana horrível e hoje tudo pareceu melhorar, de uma vez só, e ainda bem, porque foi mesmo a tempo. Odeio ir de férias e deixar assuntos pendentes para trás, porque me prendem demasiado aqui e impedem-me de aproveitar bem o tempo que tenho para mim. Mas desta vez, ao que parece, tive sorte, e vou-me embora em paz e sossego. Não poderia pedir nada mais que isto.
Ainda assim, e mesmo sabendo que não me servia de nada ficar cá, estou com um pouco de medo de ir embora, não sei ao certo porquê. Mas não vou deixar que isto me impeça de aproveitar estes dias. Essa vai ser a minha palavra destas férias: aproveitar, tudo o que puder, ao máximo.
Mas sem dúvida, o que me vai custar mais a aguentar, é aquilo que já me começa a magoar: as saudades. As saudades vão apertar, já sei, e vão dar cabo de mim. Quero sobreviver-lhes... e sobretudo poder matá-las quando regressar.
E pronto... até daqui a uns tempos!
( custou-me muito, mas resisti à tentação de escrever um texto lamechas, que era mesmo o que me apetecia agora. anyway, recorro a um eufemismo... e digo-te que gosto muito de ti «3 )
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( packing )

O meu pai quer sempre levar tudo e mais alguma coisa, mas não há vez em que não se esqueça de algo importante. A minha mãe diz sempre que só quer que levemos o essencial, mas depois nunca sabe bem o que há-de levar e o que há-de deixar, por isso demora séculos a preparar as coisas dela. O meu irmão não faz nada - claro! - mas no fim, reclama sempre porque nos esquecemos disto ou daquilo que lhe era essencial à vida.
E eu? Ora bem... eu simplesmente ponho o máximo de roupa que conseguir na minha mala! E ainda aproveito os possíveis espacinhos que possa encontrar nas malas dos outros. Hoje à tarde deixei a minha mãe perto da loucura com a quantidade de roupa que quis levar - aliás, que vou levar! Diz ela que ninguém precisa de tantos vestidos e que nunca se tinha apercebido da quantidade de roupa que tenho no meu armário. É tudo inveja, digo eu! xD Mas a questão nem foi bem a quantidade de roupa, porque isso... já é habitual eu levar o armário atrás. A questão vai ser o que o meu (superprotector) querido pai vai dizer relativamente ao comprimento dos ditos vestidos quando me vir com eles. Estou mortinha por ver isso, ai se estou... xD
( claro que este foi o meu momento de estupidez do dia, mas precisava de contar isto )
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( viana summer beach party 2009 )
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( em 30 dias )
Hum, os meus planos mais próximos consistem em ir passar uns dias ao Algarve e aproveitá-los o melhor que puder. E ficar morena, que é coisa que este verão ainda não consegui.
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sábado, 7 de agosto de 2010
( em 30 dias )
Acho que, apesar de tudo, não quereria trocar de vida com ninguém.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
( trying to ) breathe ,

Não consigo perceber o que se passa e isso magoa-me muito. O silêncio deixa-me paralisada, magoa-me, rasga-me, assusta-me mais que qualquer palavra. A (tua) ausência deixa-me vazia e perdida, sem vontade de fazer nada, sem vontade de ouvir nada, sem vontade de me mexer. A (tua) ausência faz-me querer apenas dormir, sem sonhar, até acordar num momento melhor, num dia melhor, num dia... em que estejas de volta.
Não sei dizer ao certo como me sinto, e sei que pareço exagerada, mas na verdade estou apenas a tentar descrever(-me). E aquilo que posso dizer de mais próximo da realidade, em resumo, é que estou sufocada e, sobretudo, desnorteada.
Só preciso de saber. Será que consegues entender, pelo menos, isso? Já nem me atrevo a pedir mais nada. Só queria que me estivesses a ler neste momento, e que este texto exageradamente estúpido e demasiadamente sentimental (e sincero) te tocasse de alguma forma... e que falasses comigo. Fazes-me muita falta. E eu gosto muito, muito de ti. Desculpa.
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For whatever reason there might be
You'd be there
Between each line of pain and glory
Cause you're the best thing that ever happened to me »
Apesar de tudo, esta continua a ser a minha verdade - talvez a única verdade que possuo, para além daquilo que sinto (e nada poderia ser mais verdadeiro do que os meus sentimentos). Mesmo que não valha nada.
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Depois da tarde de hoje, estas são as minhas considerações: é um alívio saber que não nos perdemos totalmente e que posso contar convosco quando é preciso. Foi bom poder alhear-me das minhas preocupações e medos por uma tarde. Foi gratificante saber que ainda nos conhecemos da mesma maneira, mesmo que já não sejamos como éramos. E o melhor de tudo, foi aprender de novo a perdoar. Porque era algo que receava ter esquecido.
Hoje, não agradeço, porque mesmo tendo perdoado, não esqueci. Mas foi uma boa tarde. Como se tivéssemos virado a ampulheta e estivéssemos no verão de 2009.
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( em 30 dias )
- Pára de Olhar Para Mim by Ornatos Violeta
- Cinderella Story by Plain White T's
- You Belong With Me by Taylor Swift
- No You Girls by Franz Ferdinand
- You Picked Me by A Fine Frenzy
- That's When I Love You by Aslyn
- What I Miss About You by Katie Melua
- We Are Golden by Mika
- Clubbed To Death by Rob Dougan
- Sunday Morning by Maroon 5
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
( em 30 dias )
terça-feira, 3 de agosto de 2010
note to myself :
a) De não almoçar, porque isto de ela me obrigar a comer três donuts e a beber dois pacotes de Ice Tea é muito injusto e fez-me quebrar totalmente a minha tão esmerada dieta e isso não podia, mesmo, ter acontecido. Para além de que a minha mãe fez um jantar óptimo. Por isso agora sinto-me uma pequena baleia incapaz de se mexer.
b) De usar calçado confortável, porque andar pela cidade toda de uma ponta à outra, ainda por cima para não conseguir(mos) o que quería(mos), é muito cansativo. Tudo bem que faz bem andar a pé, mas o que é demais é erro e eu sou preguiçosa, já se sabe.
c) De não levar bolsa/mochila/qualquer coisa nas mãos, porque andar com o telemóvel da Joana, os lenços da Joana, as chaves da Joana, a barrita de cereais da Joana, a caixa de comprimidos da Joana, a carteira da Joana e o batom da Joana, para além das minhas próprias coisas, é capaz de me ter deixado permanentemente incapacitada do ombro direito.
d) De usar roupa fácil de tirar, porque passar três horas em lojas a experimentar roupas atrás de roupas é cansativo e faz muito calor, até a mim que sou pro nestas coisas de maratonas de compras. Mas é triste quando vemos a Joana cheia de sacos e feliz por ter gasto 50€ nos saldos, enquanto eu venho de carteira cheia e mãos vazias. Bah. Tenho de aprender a ser menos esquisita.
Oh, estou aqui a queixar-me mas adorei a tarde. Obrigada por tudo, uma vez mais!
You know I love you, J.
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( em 30 dias )
Uma "carta" é demasiado, porque a única coisa que tenho a dizer é que as maiores desilusões vêm das pessoas que mais amamos. E com elas tem sido assim... desilusão atrás de desilusão. E elas sabem disso e não vêm grande mal nisso. Por isso, não há mais nada a dizer.
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Estas férias, o tempo anda a passar de uma maneira muito estranha. Tanto corre e desaparece num ápice, como se arrasta e parece nunca mais acabar. Mas é sempre assim, não é? Os bons momentos voam e eu fico sempre com a sensação de que não foram suficientemente bem aproveitados, ou de que não foram tantos quanto deveriam ter sido. E os maus momentos parecem sempre ser mais e ser piores do que eu mereço, e parecem nunca mais acabar.
Mas o tempo... o tempo tem passado de uma forma muito confusa. Tenho a sensação de que quando olhar para trás, para estas férias, vou lembrar-me delas como uma espécie de "borrão"... uma confusão de dias vazios entrelaçados uns nos outros, uma monotonia assustadora que é, anida assim, quebrada por alguns dias brilhantes, maravilhosos, de sonho. E mesmo que a grande maioria das férias tenha sido, e esteja a ser, bastante desinteressante, tive momentos fantásticos que não esperava, e não vou esquecer (nunca). E quero - preciso! - de mais.
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( em 30 dias )
Hum, não me lembro mesmo como é que descobri sobre isto, alguém me deve ter dito assim há muito tempo atrás. E criei um (o primeiro também foi há muito tempo atrás) para ter um sítio qualquer onde escrever o que quero.
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