terça-feira, 13 de setembro de 2011

Tento sempre ser compreensiva e ver os dois lados da história. A sério que tento. Mas desta vez? Mesmo que consiga compreender parte de um dos lados, continuo a achar que não é justificação. Que não há justificação. Não consigo conceber certas coisas que ouvi, mesmo quando não me foram dirigidas directamente. Não consigo conceber certas... incongruências, como virar as costas a amigos de longa data e dar ouvidos a más línguas sem sentido. Não quero ser injusta e falar de um assunto sobre o qual não sei tudo, mas não me parece que tenha sido a atitude correcta. Assim como abandonar um espectáculo a cerca de um mês da estreia não me parece ter sido a atitude correcta, independentemente das motivações. E parece-me ainda menos correcto trair a confiança de pessoas a quem costumávamos chamar amigos, pessoas que estiveram lá para nós quando foi preciso, e não só lhes mentir na cara, como ainda deturpar aquilo que se ouviu da boca dessas pessoas. Não foi só uma facada nas costas... foram duas. Enterradas bem fundo. E eu nunca me esqueço do que me fazem. Pergunto-me o que será das amizades daqui para a frente. Pergunto-me como vou ser capaz de olhar nos olhos das pessoas. "Podem pisar-me os calos uma vez, mas não vão ter uma segunda oportunidade, nem sequer para chegar perto."

@

Sem comentários: