Não sei, honestamente, porque continuo a ter tanta vontade de falar contigo. Já não tenho muito a dizer, ou antes, tudo aquilo que ainda tenho para dizer perde o seu sentido com cada dia que passa - a distância e o silêncio são cada vez maiores.
No entanto, e como nunca desisto daquilo que quero (a menos que não tenha qualquer outra opção), continuo firmemente agarrada à esperança de que não vou ficar eternamente à espera de uma oportunidade para resolver o que quer que (ainda) haja por resolver.
Continuo firmemente agarrada àquilo que sinto porque tem sido a minha segurança, o garante da minha sanidade mental - por muito que tudo o resto se altere e desvaneça, o que sinto por ti mantém-se sempre comigo. Para o bem ou para o mal.
« A love like that was a serious ilness, an ilness from which you never recover. »
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