terça-feira, 18 de maio de 2010

-.-'

« Come back and find me. ( in Throw Me A Rope by KT Tunstall »
« I will, I* »
(...)
« Não me respondeste no Facebook. »
« Não escrevi aquilo para ti. »
« Não? Era para quem então? »
« Não era para ninguém em especial. Era uma frase de uma música que gostei, só isso. »
« Por momentos pensei, é que parecia mesmo para mim. »
« Pensaste mal. »
(...)

Irritaste-me.
Ainda hoje de manhã escrevi sobre a tua resposta no Facebook a uma coisa que nem era para ti, e depois à tarde a conversa por mensagens foi aquela.
Volto a dizer: abre os olhos! Ultimamente irritas-me como nunca imaginei que fosse possível irritares-me, logo tu. Já te disse isto mas mesmo assim continuas, insistes... chateias-me. É mesmo isso.
Não vou perder tempo a escrever (mais) textos para ti, não hoje, não agora, não depois disto.
« Estamos chateados outra vez? » Não sei, sei lá como é que estamos! Foste tu que nos puseste assim! Estamos como estamos e é agora assim que quero que estejamos. Há coisas para as quais não há volta a dar. Aprende!

@

1 comentário:

Brainstorm'Z disse...

Vejamos... Criamos expectativas em relação a uma pessoa. Depois pensamos mesmo, mesmo, que essa pessoa vai corresponder as nossas expectativas. Sentimos que somos queridos por essa pessoa. Depois ela não corresponde às expectativas. Ficamos desolados e IRRITADOS. No fim achamos que não valeu a pena. Do nada, volta a surgir uma esperança, despertada por essa pessoa, ainda que sem intenção dela. E volta à primeira parte.

Chamo a isto o Ciclo da Desilusão. :'(