terça-feira, 21 de junho de 2011



hoje andava a arrumar umas coisas e descobri montes de autocolantes destes desenhos animados. já nem me lembrava que eles existiam, e de repente vieram-me montes de imagens à cabeça.
mais alguém era viciado na Imperatriz Sissi? ou era só eu?

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Por mais que doa acordar, eu continuo a sonhar. Continuo a querer, e a acreditar. E, sobretudo, continuo a amar. Mesmo que pareça absurdo, mesmo que pareça incompreensível depois de tudo, e depois de tanto tempo, eu continuo a amar, de todo o coração, absolutamente, inquestionavelmente e irregovavelmente.
Ainda há pouco estava a pensar em como tudo isto começou, de uma forma tão inesperada quanto inocente, e do quanto se "descontrolou", porque nunca pensei que chegaria aqui, hoje, e estaria a escrever isto. E nunca pensei que poderia dizer que o que sinto é, agora, maior do que aquilo que alguma vez senti. Porque nunca amei assim, tão completamente, em todo este tempo.

E mesmo que doa, eu vou amar sempre. Sempre.

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Quero escrever sobre alguma coisa, quero libertar-me do "peso" que me anda a incomodar já há dias, e não consigo. Quero escrever sobre o que sinto, sobre como me tenho sentido, e não consigo. Quero exprimir-me de uma maneira qualquer, e não consigo. Só queria matar estas saudades que, a pouco e pouco, me vão consumindo por dentro... e não consigo.

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terça-feira, 14 de junho de 2011

( Remember Me )

Estava a precisar de chorar, já há umas horas, e não estava a conseguir. Então lembrei-me disto. Problema resolvido. (E prevêm-se mais lágrimas...)

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( balanço final )

Este ano... nem sei bem o que dizer sobre ele. Supostamente, deveria ter sido o melhor, não é? O último. Aquele que se tem de aproveitar ao máximo. Mas... não foi. Pelo menos, não tanto quanto deveria ter sido.
Setembro começou logo de maneira "tremida". Medo, preocupações, confusões, ciúmes. E ter de me habituar de novo a uma rotina de que já não me lembrava, numa escola nova porque a nossa esteve em obras, sem os meus amigos que tinham ficado na outra. Não foi um bom mês.
Outubro foi ainda pior. Uma espécie de "final" e muitas confusões, aliados ao início dos testes, não ajudou mesmo. Tive momentos mesmo maus de que prefiro nem me lembrar. A única coisa positiva foi mesmo ter começado a conhecer melhor as novas pessoas da minha turma - e na altura, adorava-os a todos.
Novembro foi confuso. Voltaram a acontecer coisas que pensei já terem acabado, descobri coisas que não queria saber, andei preocupada. E comecei a tornar-me mais próxima de pessoas que, na altura, pareciam merecer a minha confiança, e que me iam distraindo do resto.
Dezembro foi uma enorme confusão de sentimentos e pessoas. Uma coisa mesmo má aconteceu sem eu sequer me aperceber, pelo que durante umas semanas fui poupada ao pior, mas por outro lado tive de lidar com sentimentos contrários de duas pessoas que eram importantes para mim e que eu não queria perder - em suma, foi um mês de imensas confusões, discussões, zangas, choro, amuos, cenas de ciúmes injustificadas. O meu corte de cabelo foi a única mudança positiva - só porque precisava de "renovar" alguma coisa. É que nem o Natal e a Passagem de Ano, neste Dezembro, foram bons.
Janeiro foi deprimento - não há mesmo outra palavra para o descrever. Não só esteve um tempo horrível durante todo o mês, como tomei a decisão mais errada de sempre e iniciei a coisa mais errada de sempre, também.
Fevereiro continuou a ser deprimentes. Não houve uma única semana em que não houvesse uma qualquer confusão ou discussão, fui-me afastando de pessoas, várias pessoas, à custa de uma estupidez, aquela decisão tão errada tomada no mês anterior.
Março continuou a deprimência, as semanas contínuas de discussões e perdas. Tomei uma decisão, mandei uma mensagem, tentei resolver o que estava pendente - mas não consegui (logo). E começava a revoltar-me cada vez mais contra todas as merdas em que me via continuamente metida, onde não queria, não merecia e não devia estar, nem nunca ter estado.
Abril trouxe a Semana Na Maior! e a "libertação", finalmente. Trouxe três dias que, como sempre, foram diferentes de todos os outros daquele longo período. Três dias que "reacenderam" algo que eu pensei já estar mais calmo e, no último desses três dias, tomei finalmente a decisão de acabar com as confusões - o que me trouxe umas confusões adicionais, entre mensagens furiosas, muito mal-dizer e insultos para trás e para diante. Mas eu sabia que tinha feito o melhor. Depois vieram as férias, uma semana com ensaios todas as noites, para o Flashmob, que me deixavam exausta mas também me faziam não pensar em nada, para além de que adorei cada segundo. E depois, na segunda semana, MADRID! Que acabou por ser uma viagem de "renovação" e me fez perceber muita coisa. No fim do mês, o tão odiado regresso às aulas, marcado na minha mente para sempre por um ataque de fúria durante uma aula de Português, em que senti mais raiva do que alguma vez senti em toda a minha vida - mas agora, já me consigo rir só de imaginar.
Maio trouxe alguma calma interior, mas também trouxe muita agitação e mudanças. Direi mesmo, mudanças fantásticas que nunca poderia ter esperado. E em certos dias, fui mesmo a pessoa mais feliz do mundo.
Junho foi o final. Os poucos dias de aulas foram calmos, já marcados por aquela sensação de "fim" que eu não queria ver chegar, agora que a turma estava finalmente mais em paz e mais unida. Tivemos uma visita de estudo a Mafra que, apesar de todas as peripécias e discussões, acabou por ser muito boa e muito divertida - que o diga o vídeo que eu tenho! E depois foi a semana final, com uma festinha de despedida das professoras de História e Português, que inclui tarte de côco, bola de carne e bolo de chocolate. Na quarta feira, só para mostrarmos que ainda não nos esquecemos da nossa "essência", houve uma grande confusão e lágrimas e recriminações. Depois na quinta feira, claro, mais uma discussão bonita durante a aula de Área Projecto, e à noite o nosso baile de finalistas que, tendo tido as suas confusões, foi fantástico, e onde as confusões se resolveram (quase) todas, ao que só tenho a dizer - finalmente!

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

( só porque ainda não me cansei )

em conversa com o Adolfo ("Tu de fato? Quem diria!", LOL :p)

turma :)

as meninas e a prof de Inglês :)

eu sei bem o que estava a fazer x)

sr. Presidente!

girls!

best friend

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domingo, 12 de junho de 2011

Odeio ter de reprimir aquilo que mais quero dizer e fazer. Odeio ter de ficar aqui sentada, inutilmente remetida a um silêncio que só me magoa e que não consigo, por muito que tente, aceitar. Não é justo. Não é justo não poder, sequer, fazer algo tão simples como falar sobre isto com a única pessoa que me poderia ajudar - se quisesse ou se lembrasse, sequer, que existo. Não é justo não poder fazer nada senão ficar quietinha e caladinha e fingir que está tudo bem quando só me apetece gritar, gritar, gritar o que sinto. Não é justo estar a sentir isto, quando tinha dito a mim própria que não voltaria a confiar em mim.

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( mais Prom Night )

totalmente desprevenida, encontrei-a por mero acaso x)

estávamos a dançar YMCA!


não me lembro de ter tirado esta foto... o que significa que estava muito bem, sem dúvida xD

estávamos muito bem a tirar uma foto, quando o sr. Daniel decide atirar-se para cima do Maia e do Gonçalo, e lá se foi a foto, e o copo do Gonçalo...

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sábado, 11 de junho de 2011

É mais um dos meus dias - tão habituais - em que sinto saudades de tudo e mais alguma coisa. Apesar de não parecer, o Verão aproxima-se, e desde há meses que eu sei que este Verão vai ser feito de recordações. Cada dia vai fazer-me pensar no ano passado, cada dia vai doer um pouco mais do que o anterior devido à acumulação de muitas boas memórias. Tenho tantas saudades. E só queria ainda poder mandar uma mensagem, receber uma resposta adequada e passar toda a noite com o coração a bater muito rápido, do nervosismo, as mãos a tremer e o cérebro freneticamente à procura da melhor resposta a dar às provocações. Tenho saudades de não dormir por estar a trocar mensagens. Tenho saudades de acordar e ter mensagens à minha espera. Tenho, simplesmente, saudades de poder fazer algo tão simples como escrever alguma coisa, carregar no botão verde e esperar pela resposta. Tenho saudades tuas.

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( Prom Night )

à chegada...
Beny, Eu, Bárbara
Nádia, Mariana, Claire, Adolfo, Stôr Júlio, Stôra Glória, Eu, Gonçalo, Jéssica, Ana
Mariana, Jéssica, Ana, Claire, Eu, Bárbara
a arte de alguém...
Luís Diogo, Eu, Maia
Não tenho palavras para dizer o que foi esta noite - ou antes, não quero ter palavras. Não me quero lembrar que foi a última noite. Só me quero lembrar que me diverti imenso, apesar de ter passado alguns maus momentos, preocupada com certas coisas, mas enfim. Foi bom ter ficado um bocadinho (muito) bêbeda, tornou tudo muito mais alegre e engraçado, mesmo que tenha dito coisas parvas a quem se calhar não devia. Foi bom a nossa mesa ter ficado onde ficou - e quem tiver de perceber, há-de perceber. Foi bom ter dançado muito com muita gente, foi bom ter estado com pessoas com quem provavelmente não estarei muito mais vezes (e cá estou a pensar no que não quero). Foi bom ter chegado a casa com os pés muito magoados graças aos meus queridos saltos de treze centímetros e meio (para os quais de momento não posso olhar, mas o trauma há-de passar rápido). Foi bom simplesmente ter vivido aquela noite tão intensamente quanto pude. E vou ter muitas, muitas saudades dela.

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« I'm lying if I say I'm not gonna miss my classmates (some of them), I'm afraid we won't see each other again and say "Remember that day in class..." and laugh so hard our stomachs hurt. I'm scared they'll forget about me, all the jokes we shared, stories, even our fights. (...) We might have our differences, but we were together for three years. Three long years. We grew up together, we found new life goals together, we watched each other mature. We saw each other in our good and bad days, mood swings, love struck... and all that... is going to fade. We were not the closest class, we know that, but we were a team somehow. »

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

( end )

Eu, Mariana, Ana, Jéssica, Babi, Inês Vitor, Bárbara, Daniel, Beny, Stôra Glória, Gonçalo, João, Diana, Nádia, Claire, Stôra Fátima, Rui, Ricardo (falta a Cátia e o Chico)
Mais um final - desta vez, o definitivo. E toda a gente sabe o quanto eu odeio finais!
Claro que vai ser bom estar de férias, não ter de me levantar cedo todos os dias, não ter de estudar (depois dos exames, claro), "arejar" a cabeça, arejar as ideias, conhecer novas pessoas, alargar horizontes, sair desta cidade, mudar de vida. Mas também vai doer, todos os dias um bocadinho, e se calhar todos os dias um bocadinho mais do que no dia anterior, não voltar a ter uma turma.
Porque, chegados ao final do 12º ano, somos uma turma - com mais ou menos desavenças, mais ou menos confusões, somos uma turma e quando queremos, somos unidos. Pelo que vai ser difícil - já está a ser difícil! - saber que não vou voltar a entrar numa sala de aula em que eles vão estar todos, não vou voltar a ter abraços e beijinhos diários como estava habituada até aqui, não vou ter a presença constante daqueles que, mais que colegas, eram amigos. Não vou ter as parvoíces em todas as santas aulas, não vou ter o gozo, não vou ter, sequer, as discussões estúpidas por motivos estúpidos - mas hoje tive uma, só para acabar o ano em beleza! -, não vou ninguém em quem descarregar o meu mau humor ou com quem rir sem parar. Não vou tê-los, e por muito que diga que vou adorar sair desta turma - porque em certo sentido, vou mesmo - também vai custar muito, mesmo muito, mais do que alguma vez pensei.
Ainda temos mais uma noite, no entanto. O baile de finalistas. E no que me diz respeito, vai ser uma das melhores noites de sempre, aproveitada até ao último segundo... porque quero, porque preciso... e sobretudo porque nunca mais vou poder voltar a fazê-lo.

Gosto muito de vocês todos. Ou quase.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

« It's the scariest thing ever to realize how much someone means to you. When it hits you, I mean really hits you, all these thoughts and question rush through your head at once. A sad emotion even starts to creep on you slowly inch by inch as you start to wonder, What if for some reason things don't work out? How are you possibly going to live without them? Someone that was once a stranger now is the only person you know like the back of your hand. Someone you once had no emotions for, now has the power to break your heart. Someone you never used to hang out with, now owns most of your time. Someone you never thought you'd love, now owns your entire heart. Someone you once lived without, you now wish to hold onto forever. »

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terça-feira, 7 de junho de 2011

« Borboletas
Guardo calada o que, por ser tão grande e tão verdade,
Só o silêncio admite e enobrece.
Fora isso,
Reparo no bater das asas que já me estremece o olhar - e o coração -
E guardo o que, por ser tão íntimo e feliz,
Humedece o olhar mas dá Beleza à vida.
Digo-vos, é assim a história,
A história das Borboletas:
Luzentes vêm como cristais,
Rápidas vão, como cometas. »
Fátima Lopes


Ler isto, hoje, no meio de todas aquelas pessoas que nos três últimos anos (menos, no caso de alguns) têm feito o meu dia-a-dia, fez-me começar a chorar, claro, porque marcou mesmo "o início do fim". Esse fim que vai chegar daqui a dois dias, esse fim por que andava a ansiar, mas que agora não queria mesmo ver chegar.
E sem dúvida que uma das pessoas mais marcantes ao longo destes três anos foi a professora Fátima, que me deu muitas lições e me ajudou, como mais nenhum professor até aqui - e, com certeza, mais nenhum depois disto - fez ou fará. E nada me soube melhor, hoje, do que quando ela me disse « A Inês, mais que aluna, é minha amiga, por isso não se preocupe - vou continuar sempre aqui para si, onde quer que a vida a leve. » Não podia estar mais feliz e mais agradecida por ter tido a honra de a conhecer. E será, sem dúvida, uma das pessoas que mais que custará deixar.

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( Prom Countdown )

hoje procede-se à compra de sapatos (embora provavelmente não os que usarei no baile).
mas a decisão quanto ao penteado continua muito difícil de tomar.

( faltam 2 dias )

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Escusado será dizer que, entre um 18.5 a História, um 19.5 a Sociologia, as pazes com a B., o "não fazer nada" que caracterizou toda a minha tarde e, sobretudo, a maneira perfeita como a manhã começou, o meu dia não poderia ter sido melhor. E muito melhor do que eu esperava. Só queria que as dores de garganta passassem e não me estragassem o baile de finalistas.

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domingo, 5 de junho de 2011

Queria não me sentir assim. Não sentir um nó no estômago e o coração a apertar-se de medo de cada vez que penso naquilo que mais me assusta neste momento. Não estar constantemente preocupada e não conseguir pensar noutra coisa, porque o silêncio magoa mais que tudo. Como sempre, não sei bem onde estou, nem o que fazer agora, nem o que significo ou não significo, e o que é suposto acontecer agora.
Voltei à minha única certeza - o que sinto. O resto, é tudo uma enorme confusão que não parece ir desfazer-se proximamente. E estou muito cansada disto tudo - uma vez mais.

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Acabei por não ter de me preocupar. Tive direito a (muita) broa, febras, frango, batatas fritas, mousse de chocolate, aguinha, "champarrião" (ou como quer que se escreva, e só porque mão direita é penalty, é penalty, é penaaalty), música do mais pimba que há, dança do mais parolo que imaginar se pode, um "comboinho" em que o rapaz que ia atrás de mim aproveitou para me fazer uma massagem (LOL), o Brandão e os amigos a gritar "a Inês é a maior!" umas 2847235836 vezes, a caneca-cão do aniversariante, a morte da abelha, a procura do caldo verde e inúmeras conversas estúpidas e muito gozo com o Luís Diogo, a Babi, a Ana Sofia, a Daniela e o Zé Pedro.
Balanço: positivo! Mas continuo preocupada.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

quanto à viagem de hoje ...

... e porque ainda não estou em condições de falar nem o vou fazer aqui, só tenho duas coisas a dizer: começou muito bem e acabou muito mal.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

isto éramos nós ...




... há exactamente quatro anos.
quando tudo era simples. e fácil... sobretudo fácil.

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