segunda-feira, 4 de julho de 2011

Como é que se consegue fugir aos nossos próprios pensamentos? Como é que se consegue evitar a dor imensa que vem com a lembrança de cada palavra ou de cada imagem sem sentido? Como é que se foge ao enorme buraco negro do silêncio? Da solidão? Do medo? Da confusão? Como é que se sai de um labirinto em que nem se reparou estar, até se estar completamente perdido?

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