Sempre acreditei muito em príncipes encantados. Em princesas apaixonadas. Em finais felizes. E em "felizes para sempre".
Depois de tudo aquilo por que passei, provavelmente deveria ter-me tornado muito "céptica", certo? Devia ter deixado de acreditar em contos de fadas e histórias de encantar... mas não deixei.
Apesar de tudo, "sempre" continua a ser uma das palavras mais bonitas e com as quais mais me identifico. (E mesmo que não acredites em mim, eu continuo a dizer que nós, meu amor... nós somos para sempre. Ainda que só dentro de mim.)
E os finais felizes, e os príncipes encantados? Oh, eles existem. Pode até nem ser agora, mas o que é certo é que mais tarde ou mais cedo, vai aparecer um príncipe, um verdadeiro... um que esteja realmente interessado em sê-lo e que seja perfeito para o lugar. Com o príncipe encantado, vai chegar o final feliz... ou então nenhum final, que ainda é a maior felicidade.
Quanto ao resto, princesa, não sei, mas apaixonada, estou. Sou! E hei-de continuar a ser, e a estar... sempre.
Cresci a ouvir histórias bonitas em que todos encontram o seu par perfeito e, por muitos problemas que têm, resolvem tudo e vivem o seu "happy ever after". Sempre me apoiei nessas histórias para moldar o que sou, o que faço e aquilo em que acredito, e para definir o que quero... apesar de todas as (des)ilusões, vou continuar a acreditar firmemente em tudo isto. Sempre.
« When I was a little girl I used to read fairy tales. In fairy tales you meet Prince Charming and he's everything you ever wanted. In fairy tales the bad guy is very easy to spot. The bad guy is always wearing a black cape so you always know who he is. Then you grow up and you realize that Prince Charming is not as easy to find as you thought. You realize the bad guy is not wearing a black cape and he's not easy to spot; he's really funny, and he makes you laugh, and he has perfect hair. »
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