sábado, 12 de fevereiro de 2011

( D )

Muito provalmente, não estás a ler isto; no entanto, tal como continuo a sentir necessidade de falar contigo, sinto necessidade também de (te) escrever. Não sei, sinceramente, o que se passou. Não sei o que (não) fiz e, ao que parece, não estás a contar dizer-me. Assim, e apesar de lamentar esta situação e querer voltar atrás - porque, mesmo que não acredites, eu sinto a tua falta e gosto muito de ti! - sinto também que devo dizer-te que a minha mensagem de ontem foi a minha última tentativa. Se houve coisa que aprendi nos últimos meses, foi que não devo ser sempre eu a correr atrás das pessoas que fazem parte da minha vida, por muito que goste delas e não as queira ver partir - às vezes também faz falta deixá-las vir e é disso que eu ando a precisar, que alguém corra atrás de mim e me mostre que sou importante. E provavelmente não tens culpa disto que acabei de dizer, mas não, não vou voltar a ir atrás de ti, sobretudo porque nem te dignaste a responder à minha mensagem. E por muito que goste de ti, não vou voltar a contrariar o meu orgulho e tomar qualquer iniciativa - agora é a tua vez, está tudo nas tuas mãos. Espero é que te lembres, sempre, de que esta foi uma escolha tua e não minha. E tal como penso que já te disse uma vez, há cerca de dois meses, o facto de "partires" agora pode implicar que nunca mais "voltes". Dou segundas oportunidades, mas uma vez perdida a confiança...

( Não sei se estou a ser injusta ou não, mas dado que não sei o que se passa, é assim que me sinto e assim que vou continuar a sentir-me. )

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