A questão que se põe agora já nem é saber o que eu quero - porque eu sei o que eu quero, sei tão bem...
A questão, aliás, questões que se põem agora são outras.
Será que devo? (não)
Será que posso? (talvez)
Será que não irei estragar o pouco equilíbrio que me resta? (sem dúvida)
Mas será que serei capaz de continuar a lutar contra a "tentação"? Contra mim mesma, no fundo?
Pois. Eu também duvido.
Seja como for...
No regrets.
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