terça-feira, 15 de junho de 2010

Não estou tão bem como queria estar, mas estou tão bem quanto posso estar e isso, por si só, é óptimo. Finalmente as coisas começam a acertar-se - mesmo que falte alguma coisa (falta sempre!), eu estou bem e é isso que me interessa. Estou mesmo, mesmo bem, melhor do que poderia imaginar, com tudo o que (não) tem acontecido.

Afinal estar longe da escola - das pessoas sobretudo! - é bom e faz-me bem. Estou feliz. E em paz.

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