
Apesar de tudo, (hoje) não foi tão mau como temia. O medo de (me) quebrar em frente às outras pessoas esteve sempre presente e houve um (só um) verdadeiro momento de 'explosão' em que não deu para fingir estar normal e responder em condições - acabei, como sempre, por deixar fluir toda a raiva e a frustração em quem (talvez) não merecia.
De qualquer modo, pensei que seria muito pior. Não estava à espera de me controlar tão bem, de conseguir não gritar, não chorar, não me partir em bocadinhos em frente a quem quisesse ver (e não seriam muitos os que estariam lá para me apanhar). (Hoje) não foi fácil.
A única solução que me ocorre neste momento é deixar o tempo correr e fazer os seus milagres (se ainda for possível). Não posso fazer mais nada. I'm done trying.
E a chave agora está na simplicidade: não posso permitir-me pensar demasiado, nem querer demasiado, nem sonhar demasiado, nem escrever demasiado, nem fazer nada demasiadamente... demasiado. Preciso de manter tudo num nível seguro e que eu possa controlar (sobretudo as expectativas), para não me perder (de mim) outra vez. Preciso de manter as coisas simples e claras e concisas e concretas e tão objectivas quanto possível, porque se não for assim, vou cair (uma vez mais). E eu não estou em condições de cair. Sinto-me tão frágil e tão pequenina que sei que, à mínima queda, vou-me partir em pedacinhos tão pequeninos que nunca mais vou ser capaz de recuperar.
Estou só a tentar proteger-me (de mim).
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De qualquer modo, pensei que seria muito pior. Não estava à espera de me controlar tão bem, de conseguir não gritar, não chorar, não me partir em bocadinhos em frente a quem quisesse ver (e não seriam muitos os que estariam lá para me apanhar). (Hoje) não foi fácil.
A única solução que me ocorre neste momento é deixar o tempo correr e fazer os seus milagres (se ainda for possível). Não posso fazer mais nada. I'm done trying.
E a chave agora está na simplicidade: não posso permitir-me pensar demasiado, nem querer demasiado, nem sonhar demasiado, nem escrever demasiado, nem fazer nada demasiadamente... demasiado. Preciso de manter tudo num nível seguro e que eu possa controlar (sobretudo as expectativas), para não me perder (de mim) outra vez. Preciso de manter as coisas simples e claras e concisas e concretas e tão objectivas quanto possível, porque se não for assim, vou cair (uma vez mais). E eu não estou em condições de cair. Sinto-me tão frágil e tão pequenina que sei que, à mínima queda, vou-me partir em pedacinhos tão pequeninos que nunca mais vou ser capaz de recuperar.
Estou só a tentar proteger-me (de mim).
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1 comentário:
Em momentos como estes sei que sabe bem um abraço apertado, por isso aqui fica um abraço muito grande de conforto e força =)
bjs
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