
(Felizmente) não tenho tendência a arrepender-me do que faço. Nem mesmo das decisões mais impulsivas - ou devo dizer, arriscadas? Não, não me arrependo. Mas mesmo sem o sabor amargo do arrependimento, sobra-me (quase) sempre um outro sabor muito mais desagradável: medo. Das consequências. Neste caso, o meu medo é indefinido... porque nem sequer sei quais são as consequências. E medo do arrependimento das outras pessoas.
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