
Cada vez mais me apercebo que, por muito que os meus dias sejam passados em boa companhia, preciso sempre destes momentos, muito meus, só meus. Preciso sempre destes momentos em que a minha única companhia sou eu própria, os meus pensamentos, as minhas ideais, sobretudo os meus sonhos.
Hoje foi um dia muito, muito confuso, muito rápido, muito stressante, que me iludiu e desiludiu sucessivamente. Cheguei a casa com a cabeça num turbilhão de ideais que giravam, giravam, sem assentar para que eu pudesse pensar em condições. Peguei numa caneca de chocolate quente, num livro, num caderno, numa caneta, fechei-me no quarto e deixei-me ficar, calmamente, sozinha, a saborear a solidão, a simplicidade do que me rodeava, as pequenas coisas que fazem parte de mim.
É sempre assim que me acalmo: primeiro, escondo-me do mundo dentro das quatro paredes do meu sítio preferido (o meu quarto), depois choro (felizmente que hoje não foi preciso), depois, respiro fundo e abro os olhos para a realidade. E depois escrevo. Cada vez mais me apercebo do quão boa companhia as palavras escritas podem ser quando não quero ouvir ninguém, cada vez mais me refugio em mim para fugir dos outros.
Neste momento, preciso de calma, muita calma. Só o tempo dirá como vai ser daqui para a frente, e o tempo é uma incógnita.
@
Hoje foi um dia muito, muito confuso, muito rápido, muito stressante, que me iludiu e desiludiu sucessivamente. Cheguei a casa com a cabeça num turbilhão de ideais que giravam, giravam, sem assentar para que eu pudesse pensar em condições. Peguei numa caneca de chocolate quente, num livro, num caderno, numa caneta, fechei-me no quarto e deixei-me ficar, calmamente, sozinha, a saborear a solidão, a simplicidade do que me rodeava, as pequenas coisas que fazem parte de mim.
É sempre assim que me acalmo: primeiro, escondo-me do mundo dentro das quatro paredes do meu sítio preferido (o meu quarto), depois choro (felizmente que hoje não foi preciso), depois, respiro fundo e abro os olhos para a realidade. E depois escrevo. Cada vez mais me apercebo do quão boa companhia as palavras escritas podem ser quando não quero ouvir ninguém, cada vez mais me refugio em mim para fugir dos outros.
Neste momento, preciso de calma, muita calma. Só o tempo dirá como vai ser daqui para a frente, e o tempo é uma incógnita.
@
Sem comentários:
Enviar um comentário