segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

depois do dia que tive hoje, neste momento sou sem dúvida a pessoa mais feliz do mundo :)

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domingo, 29 de janeiro de 2012

Há noites perfeitas, e depois há a noite de ontem.
Que é bem capaz de ter sido a melhor noite de sempre.

Adoro-te muito, muito, muito.
'Cause I see sparks fly whenever you smile.

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Apesar de ser assustador, como tudo aquilo que é novo e desconhecido, sabe imensamente bem. Apesar de me obrigar a cortar com coisas às quais pensava ainda poder agarrar-me, porque é uma mudança radical, sabe imensamente bem. Apesar de me levar por caminhos que não estava, e continuo a não estar, completamente certa de querer seguir, sabe imensamente bem. E como, por mais "contras" que eu possa encontrar, sabe sempre imensamente bem, é por aqui que escolho ficar, por agora. Porque sabe imensamente bem sentir o coração a apertar-se, as mãos a tremer, o nervoso miudinho no estômago, de cada vez que leio palavras bonitas e sei que estas, estas sim, são verdadeiras. Faz(es)-me muito bem.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

« Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas!
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior que é que vivemos em tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. Da cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém sem antes terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar está mágoa, esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o que peso que têm em si, isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha. Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. »

Miguel Esteves Cardoso. Perfeito como sempre. Perfeito neste momento em especial.

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domingo, 22 de janeiro de 2012

Sabe tão bem e é tão estranho. São coisas novas, inesperadas, e avançam a um ritmo mais rápido do que eu esperava. Não consigo definir o que se passa e começam a faltar-me as palavras para explicar até o que sinto. Sei que sabe bem. Muito bem. Aquele apertozinho no coração que já não acontecia há tanto tempo. E ao mesmo tempo ainda não consigo acreditar que afinal, ainda tenho uma hipótese de recuperar. De ficar bem e conseguir ultrapassar. E que, pela primeira vez em muito tempo, há alguém que me impede de me sentir sozinha. E que me faz sentir bem. Muito bem.

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

E o que é que eu posso dizer? Que uma mera pesquisa no Facebook me deu todas as respostas. Até mais do que aquelas que eu inicialmente queria. E, agora para o anónimo com quem até falei por mail... acho que faço uma boa ideia de quem és. Por isso se quiseres, volta a falar comigo e logo vemos isso.

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domingo, 15 de janeiro de 2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

um enorme obrigada.
you're the big brothers I've always wished for.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

« Aww, the same old Inês :) I miss you babe! »

soube muito bem ouvir (vá, ler).
amanhã vou exigir um mega abraço! :)

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

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sábado, 17 de dezembro de 2011

( noite de ontem )

Remember Luziamar @ Prosak Viana
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

( parabéns mamã )


love you.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

obrigada pela tarde, palerma.
estava realmente a precisar de descontrair!
you've been lighting up my world lately.
e é assim que se encontram novos melhores amigos.

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domingo, 4 de dezembro de 2011

Foi um fim de semana extremamente confuso. Acho que, no fundo, há muita coisa que se mantém igual, mas ao mesmo tempo está tudo diferente. Desde o que ouço, ao que digo e à maneira como reajo, aquela parte que eu não mostro - e sobretudo porque não posso. Hoje passei o dia com uma sensação de abandono e desilusão que se esvaiu um pouco mais ao fim do dia porque, de certa forma, fui reconfortada. No entanto, a incerteza persiste e dói.

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

( 19 )

Hoje é um daqueles dias em que sei, à partida, que não vou encontrar palavras para dizer tudo aquilo que gostava de dizer. Ou, por outra, não vou ser capaz de encontrar as palavras certas, aquelas que vão acertar em cheio e transmitir o que sinto.
Porque a verdade é que, por muito que o tempo passe, há coisas que nunca, nunca mudam.  Há dois anos escrevi um enorme texto do qual a única coisa com a qual me relaciono, hoje, é que "Sempre disse que nós seríamos para sempre... e ainda acredito nisso". Há um ano escrevi um texto mais pequenino mas com o qual ainda me consigo identificar quase totalmente.
Hoje o dia é teu, por isso não vou fazer deste texto mais meu do que o que ele deve ser. Mas nunca consigo deixar de relevar o quanto eu continuo a gostar de ti, o quanto continuas a ser das pessoas mais importantes do meu mundo, o quanto eu me lembro de ti, todos os dias, sempre, sempre, sempre. E sempre é a palavra de ordem... porque há uma palavra que se mantém há mais de quatro anos, e acredito que vou continuar a poder dizê-la sempre, sejam quais forem as circunstâncias. Espero que saibas qual ela é, ainda que não a sintas.

Parabéns.
Continuas a ter o sorriso mais bonito do mundo.

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sábado, 26 de novembro de 2011

( Jorge )

Sem me alongar muito, devo dizer que há aquelas pessoas que sabemos, desde o momento em que as conhecemos, que vão ser especiais de alguma maneira. E contigo foi assim - desde o primeiro momento senti que eras diferente das outras pessoas, sobretudo pela tua maneira de ser comigo, pela tua simpatia. Foste das primeiras pessoas de quem gostei quando cheguei à faculdade e és das poucas em quem já tenho absoluta confiança para mostrar o que sou e posso ser.
Parabéns. Ainda vais ter mais uns aninhos pela frente para me aturar! :p

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domingo, 13 de novembro de 2011

Não estava à espera que voltasse a doer. Pelo menos, não assim. Não estava à espera do vazio e da confusão e do não saber o que fazer, o que dizer, como avançar novamente. Não estava à espera de me deixar levar e não saber regressar à tona. Não estava à esperar de voltar a não saber onde estou.

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sábado, 12 de novembro de 2011

É-me tão difícil acreditar na verdade. Mesmo quando ela está à frente dos meus olhos. Mesmo quando já a comprovei mais que uma vez. Mesmo quando sei que é melhor assim.
Mas a mentira é muito mais doce. Muito mais fácil de querer. Muito mais fácil de proteger e de guardar. Muito mais fácil de carregar.
E agora? Não sei. Já não sou dona de mim.

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